Policiais militares da Cavalaria prenderam dois homens de 30 e 31 anos, membros de uma facção criminosa, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta quinta-feira (16.4), em Matupá. Na ação, a PM apreendeu 23 quilos de substâncias análogas à maconha e à cocaína, que estavam dentro de um veículo.
Os policiais realizavam patrulhamento urbano pela Operação Força Total e visualizaram um Fiat Pálio prata transitando pela cidade. O motorista acelerou o veículo ao ver as viaturas da PM. Diante da suspeita, a equipe policial fez acompanhamento do veículo, que fugiu da abordagem e se direcionou para o estacionamento de uma escola.
Os militares se aproximaram do Pálio e viram que o automóvel estava ocupado por dois homens. Na abordagem da dupla, foi identificado muito nervosismo, além de informações desencontradas por parte dos suspeitos, que disseram vir da cidade de Colíder.
Na verificação do veículo, na parte traseira, a equipe policial localizou 19 tabletes de maconha, um tablete de cocaína e três tabletes de pasta base de cocaína, totalizando 23 quilos de entorpecentes apreendidos. Eles afirmaram ser integrantes de uma facção criminosa na região.
Diante do flagrante, os dois homens receberam voz de prisão e foram conduzidos à delegacia da cidade, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais procedimentos.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Boca Maldita para cumprir ordens judiciais dentro de investigações que apuram uma série de ataques contra a honra de moradores, servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e região por meio da internet.
Na operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão com autorização judicial para a exploração de dispositivos eletrônicos, além de dois mandados de medidas cautelares. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Mirassol D’Oeste e Cuiabá.
As diligências, conduzidas pela Delegacia de Mirassol D’Oeste, têm como objetivo coletar provas e aprofundar as investigações sobre a possível prática reiterada dos crimes de injúria, difamação e calúnia.
Segundo as apurações, os investigados teriam utilizado redes sociais e outras plataformas digitais para disseminar conteúdos ofensivos, expondo vítimas, abalando reputações e ampliando o alcance das ofensas no ambiente virtual.
As investigações apontam que os ataques teriam atingido diversos cidadãos, incluindo servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e municípios vizinhos, gerando preocupação diante do potencial de propagação e do impacto causado pelas publicações.
Segundo o delegado Gustavo Ataíde, responsável pelas investigações, a atuação coordenada em diferentes cidades levanta a suspeita da existência de uma possível associação criminosa voltada à prática sistemática de crimes contra a honra no ambiente digital, hipótese que será aprofundada no curso das investigações.
“O ambiente virtual não é uma terra sem lei. O anonimato nas redes sociais é apenas aparente. Crimes praticados pela internet deixam rastros e podem resultar na responsabilização criminal de seus autores”, destacou o delegado.
As investigações seguem em andamento, e novas diligências não estão descartadas. Os fatos apurados serão encaminhados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.
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