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Prefeitura de Sinop inicia obras na Comunidade Adalgisa como parte do pacote de asfaltamento em 13 regiões

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A Prefeitura de Sinop iniciou, na manhã desta terça-feira (12), a obra de asfaltamento na Comunidade Adalgisa, por meio da Secretaria de Obras e Serviços Urbanos. Os trabalhos contemplam a Estrada Ruth e a Estrada Cirineu Coan. A obra faz parte do pacote de investimentos lançado pela administração municipal na última semana, após a assinatura da ordem de serviço pelo prefeito Roberto Dorner. O contrato prevê a execução de mais de 120 mil metros quadrados de pavimentação asfáltica em 13 pontos do município, com investimento superior a R$ 38,2 milhões.

Neste momento as obras concentram na construção da tubulação que sustentará a ponte sobre o rio Curupi, localizada na Estrada Cirineu Coan – principal via de acesso à Comunidade Adalgisa. Para garantir segurança durante a execução dos serviços de drenagem e pavimentação, a prefeitura interditou temporariamente a entrada para a Comunidade Adalgisa, nas saídas para a via avenida Alexandre Ferronato. Durante o período de obras, o acesso ao local ocorre, exclusivamente, pela Estrada Adalgisa, com entrada pela rotatória da Comunidade Brígida, e pela rodovia MT-140.

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O prazo estimado para conclusão dos trabalhos e liberação total dos acessos é de 60 dias. A administração municipal orienta motoristas e moradores para atenção redobrada à sinalização instalada na região, devido às alterações no tráfego de veículos.

O prefeito Roberto Dorner destacou que a pavimentação representa um avanço importante para a mobilidade e para a qualidade de vida das famílias que vivem na comunidade. “Essa obra leva mais dignidade, segurança e qualidade de vida para os moradores da Comunidade Adalgisa. A pavimentação melhora o acesso das famílias, facilita o deslocamento dos trabalhadores e valoriza toda a região. Sabemos dos transtornos temporários causados durante a execução dos serviços, mas essa é uma melhoria definitiva, que transforma a realidade da comunidade e garante mais desenvolvimento para Sinop”, afirmou.

O prefeito reforçou o pedido de compreensão da população durante o período de execução da obra e destacou que os investimentos em infraestrutura buscam ampliar a mobilidade urbana, melhorar o escoamento da produção e oferecer mais segurança para motoristas e pedestres em diferentes regiões da cidade.

Além da Comunidade Adalgisa, o cronograma contempla obras no Bom Jardim, Estrada Dalva, Avenida Joaquim Socreppa, Avenida Claudete, Comunidade Águas Claras, Maria Carolina I e II, Estrada Cláudia, Cidade Jardim III, Rua dos Caxins, Estrada Áurea, Chácaras Planalto e a duplicação da Rua Alberto Baranjak.

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Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Jhayne Lima

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Programação do VIII SIMAMCA encerra hoje (13) em Sinop com debates sobre conservação ambiental e ciência cidadã

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e em parceria com instituições de ensino e pesquisa, acompanha, hoje (13), o encerramento da programação do VIII Simpósio da Amazônia Meridional em Ciências Ambientais (SIMAMCA).

Com o tema “Conexões Amazônicas: Ciência, Biodiversidade e Sustentabilidade”, o evento – considerado o maior da área em Mato Grosso – reuniu, ao longo da semana, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de diversas instituições para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O encontro teve início na última quarta-feira (10), no Centro de Eventos Dante de Oliveira. Ao longo dos dias, foram promovidos debates sobre ciência, inovação, formação de recursos humanos, conservação ambiental, biodiversidade, mudanças climáticas, desenvolvimento regional, políticas públicas e integração entre instituições de pesquisa.

Para o coordenador do VIII SIMAMCA, Domingos Rodrigues, o evento tem papel estratégico. “Hoje o SIMAMCA é o maior evento de ciências ambientais do Estado de Mato Grosso. Cada ano ele tem uma temática diferente e, neste ano, trabalhamos as ‘Conexões Amazônicas’. Juntamos instituições que fazem pesquisa e formação de recursos humanos para fortalecer cada vez mais a região de Sinop com pesquisa de qualidade e expertise”, destacou.

Segundo ele, a posição estratégica de Sinop contribui para atrair pesquisadores e investimentos em ciência e tecnologia. “A região de Sinop, por essa pujança que tem, precisa cada vez mais unir a produção com a ciência e também com a tecnologia. O agronegócio é muito tecnológico e também depende das questões ambientais para manter sua produtividade”, acrescentou.

Cooperação científica

Entre os participantes da programação esteve o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Henrique Pereira, que destacou a relevância do simpósio para a integração científica na região amazônica. “O SIMAMCA é um seminário que abrange toda a região da Amazônia Meridional para o tema de ciências ambientais. Há uma forte relação entre essa temática, a região e a missão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia”, afirmou.

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Além da participação no evento, o dirigente também cumpriu agenda voltada ao fortalecimento da cooperação técnica e científica entre o INPA e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

O pesquisador do INPA, William Magnusson, ressaltou a importância da integração entre programas de pós-graduação e grupos de pesquisa. “Hoje em dia você não faz ciência individual. As mudanças no conhecimento vêm do trabalho em conjunto com muitas pessoas e pesquisadores de áreas diferentes. É só quando as pessoas comuns têm essas informações em mãos que a ciência, ou a atuação da ciência, vai avançar”, pontuou.

Último dia da programação

A programação deste sábado (13) inicia com uma palestra sobre ciência cidadã na Amazônia, conduzida pela professora Dra. Antonia do Socorro Pena da Gama, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e do Instituto SAPOPEMA. A apresentação abordará aprendizados, desafios e oportunidades para a participação da sociedade na produção do conhecimento científico.

Na sequência, o professor Dr. Fabio de Oliveira Roque, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), discutirá a inclusão interseccional como princípio para programas de pesquisa em biodiversidade.

Outro destaque da manhã será a mesa-redonda voltada às ações de conservação na Amazônia, reunindo representantes de organizações, universidades e órgãos ambientais. O debate abordará experiências relacionadas à Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, iniciativas de conservação e desenvolvimento sustentável promovidas pelo Imazon, os desafios das unidades de conservação da Amazônia Legal e as estratégias adotadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) para fortalecer áreas protegidas na Amazônia mato-grossense.

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Especialistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentarão discussões sobre financiamento da pesquisa científica, biodiversidade, serviços ecossistêmicos e políticas públicas voltadas à ciência e à inovação.

Durante a tarde, a programação seguirá com uma mesa-redonda dedicada à relação entre conservação ambiental e turismo sustentável. Pesquisadores e especialistas da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae-MT) e do Escritório Nacional das Florestas (ONF) discutirão temas como observação de aves, utilização de borboletas e herpetofauna no ecoturismo, conservação de mamíferos amazônicos, biodiversidade e estratégias para fortalecer o turismo sustentável como ferramenta de desenvolvimento regional.

A última mesa-redonda do simpósio será dedicada aos povos originários, abordando a proteção dos territórios indígenas, os saberes tradicionais e a justiça socioambiental. O debate contará com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), além de lideranças dos povos Kuikuro e Rikbaktsa.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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