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Educação acelera obras e prepara entrega da primeira creche construída pela atual gestão

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A Secretaria Municipal de Educação (SME) intensificou o acompanhamento das obras da rede municipal de ensino e acelera o cumprimento do cronograma para a entrega da primeira unidade de educação infantil totalmente construída pela atual gestão. O Centro de Educação Infantil Cuiabano (Ceic) São Francisco, localizado no Residencial Bela Marinha, no bairro São Francisco, tem previsão de conclusão até o fim deste mês.

A nova unidade representa um importante investimento na ampliação da oferta de vagas e na melhoria da infraestrutura educacional do município. O espaço foi projetado para oferecer mais conforto, segurança e qualidade no atendimento às crianças, incluindo um playground equipado com grama sintética, proporcionando um ambiente mais seguro para as atividades recreativas.

As equipes da infraestrutura da Secretaria Municipal de Educação realizaram uma vistoria técnica no local e em outras unidades que passam por intervenções. A visita teve como objetivo acompanhar o andamento das obras, verificar o cumprimento do cronograma e garantir que os serviços sejam concluídos dentro dos padrões de qualidade estabelecidos.

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Enquanto a nova sede está em construção, as crianças são atendidas em um espaço provisório, nas proximidades, garantindo a continuidade do atendimento. A conclusão da obra representa a realização de um antigo anseio da comunidade do bairro, que aguardava por uma estrutura moderna e adequada para atender a educação infantil.

Outra unidade com entrega prevista para este mês é o Ceic Santa Inês, no bairro Poção. O prédio passou por uma ampla reforma e recebeu a ampliação de mais duas salas, aumentando a capacidade de atendimento e contribuindo para a abertura de novas vagas na rede municipal para o próximo ano letivo.

No momento, as crianças do Ceic Santa Inês recebem atendimento no Cras e no Centro Comunitário do bairro Dom Aquino. “Ambas estão sendo executadas conforme o cronograma, por empresas diferentes, comprometidas em cumprir o prazo. Vamos acompanhar de perto para entregar as duas até o fim do mês”, frisou o secretário municipal de Educação, Reginaldo Teixeira.

Também estão previstas para o segundo semestre as reformas das Emebs Escola Municipal de Educação Básica Joana Darc, no Real Parque, Osmar Cabral, no bairro de mesmo nome, Marechal Cândido Rondon, no Alvorada, Nossa Senhora Aparecida, no bairro Nossa Senhora Aparecida, Tenente Octacílio Sebastião da Cruz, no Morada da Serra, Rafael Rueda, no Três Barras, Gláucia Maria Borges Garcia, no Despraiado, Orzina de Amorim Soares, no Jardim Vitória, e Professora Rita Caldas Castrillon, no Coophamil.

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Também passarão por reformas os Ceics Edna Catharina, no Altos da Serra, Sebastião Tolomeu, no Santa Isabel, Wilmon Ferreira de Souza, no Três Barras, e Maria Nery Batista Ribeiro, no Osmar Cabral.

De acordo com Reginaldo, as obras reforçam o compromisso da gestão municipal com a valorização da educação pública, por meio de investimentos na modernização da infraestrutura escolar e na oferta de ambientes mais acolhedores, seguros e preparados para promover o desenvolvimento das crianças.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Justiça reconhece avanços da Prefeitura e mantém contas sem bloqueio de R$ 15 milhões

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A atuação da Procuradoria Geral do Município garantiu uma decisão favorável à Prefeitura de Cuiabá e evitou o bloqueio de R$ 15 milhões das contas municipais, medida que seria prejudicial ao planejamento e à execução das políticas públicas da administração. Em decisão proferida nesta terça-feira (4), pelo juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá, a Justiça reconheceu que o Município apresentou elementos que demonstram os esforços empreendidos na política de proteção e bem-estar animal e que, antes de qualquer medida de constrição de recursos públicos, é necessária a produção de novas provas.

“O Município sempre atuou com responsabilidade e transparência, demonstrando nos autos que vem cumprindo seu dever constitucional de promover a política pública de bem-estar animal, investindo na estruturação dos serviços, na manutenção do atendimento veterinário e na melhoria contínua das unidades. A decisão da Justiça prestigia esses esforços da administração municipal e reafirma que medidas tão severas quanto o bloqueio de recursos públicos exigem provas técnicas consistentes e respeito ao devido processo legal”, afirmou o procurador-geral do Município, Luiz Antônio.

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Ao analisar o pedido do Ministério Público, o magistrado observou que a própria vistoria realizada pelo Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam), em abril deste ano, registrou condições adequadas de limpeza, alimentação, manejo dos animais, disponibilidade de medicamentos e acompanhamento veterinário na unidade municipal.

A Procuradoria também apresentou documentos comprovando o funcionamento do Programa Reação Animal 24 Horas, a escala permanente de médicos veterinários, o atendimento prestado por clínicas credenciadas, as condições do abrigo municipal e a execução dos recursos do Fundo Municipal de Bem-Estar Animal (Funbea).

Embora o Ministério Público tenha reiterado o pedido de bloqueio dos recursos, alegando descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), o juiz entendeu que ainda existem controvérsias sobre os fatos mais recentes e que não há elementos técnicos suficientes para justificar, neste momento, a indisponibilidade dos R$ 15 milhões.

Na decisão, o magistrado destacou que eventual bloqueio de recursos públicos deve observar os princípios da proporcionalidade e da menor onerosidade, ressaltando que o pedido do Ministério Público foi apresentado de forma genérica, sem um plano detalhado sobre a destinação imediata do valor pretendido.

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Por isso, o juiz determinou que a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) encaminhem, em até dez dias, os relatórios, laudos, registros fotográficos e demais documentos produzidos durante as diligências realizadas no fim de julho.

Já o Ministério Público terá prazo de 15 dias para apresentar um plano emergencial detalhando como os R$ 15 milhões seriam aplicados caso o bloqueio venha a ser autorizado futuramente, indicando prioridades, estimativas de custos e mecanismos de fiscalização da utilização dos recursos.

Ao final, o magistrado encaminhou o processo ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Ambiental para tentativa de conciliação entre as partes, buscando uma solução consensual para o cumprimento das obrigações previstas no TAC.

Com isso, o pedido de bloqueio das contas da Prefeitura permanece indeferido neste momento e somente poderá ser reavaliado após a conclusão da instrução probatória e a análise dos novos elementos técnicos determinados pela Justiça.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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