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Casa de Passagem de Sinop oferece acolhimento temporário e suporte para pessoas em situação de vulnerabilidade

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Assistência Social, mantém a Casa de Passagem como um serviço de acolhimento provisório para pessoas que enfrentam situações de vulnerabilidade ou risco social. Localizada na Rua das Violetas, nº 1.349, no Jardim das Palmeiras, a unidade oferece abrigo temporário, alimentação e suporte aos acolhidos, além de encaminhamentos conforme a necessidade de cada pessoa.

O serviço é destinado a pessoas em situação de rua, pessoas que estão de passagem ou chegando a Sinop em busca de oportunidades, além de famílias e mulheres com crianças, conforme os critérios de atendimento da unidade. Atualmente, a Casa de Passagem tem capacidade para acolher 29 pessoas.

De acordo com a coordenadora da unidade, Neuza Barbosa, o objetivo é oferecer um espaço de proteção e acolhimento para pessoas que, naquele momento, não possuem outra alternativa de moradia ou estão passando por uma situação de vulnerabilidade. “A Casa de Passagem acolhe pessoas em situação de rua, pessoas em trânsito, famílias e mulheres com crianças, de 18 a 59 anos”, explicou.

Alimentação e suporte aos acolhidos

Durante o período de acolhimento, a unidade oferece as principais refeições, suporte com profissionais de saúde, além de um local digno para banho e repouso. “A Casa oferta café da manhã, almoço, café da tarde, jantar. Temos três técnicos de enfermagem que dão suporte para os acolhidos. Funcionamos 24 horas por dia. Temos a UBS aqui do lado também, que é um grande suporte para nós”, relatou Neuza.

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Como buscar o atendimento

A pessoa que necessita do acolhimento deve procurar o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), localizado na Avenida das Itaúbas, nº 3.006, no Setor Comercial. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h. O encaminhamento também pode ocorrer a partir do trabalho da equipe de Abordagem Social, que realiza busca ativa e atende situações envolvendo pessoas em situação de rua.

O serviço é gratuito. Para o atendimento, a orientação da Prefeitura é que a pessoa apresente documentos pessoais, como CPF e RG, caso os possua. Em situações de abordagem social, a ausência de documentos não impede o atendimento inicial, havendo orientações específicas para esses casos.

O período de permanência na Casa de Passagem não é igual para todos os acolhidos. Segundo Neuza, a duração depende da situação de vulnerabilidade apresentada e dos encaminhamentos necessários. “Com relação ao prazo de permanência, depende da situação de vulnerabilidade do acolhido no momento. Alguns vêm com problemas de saúde, que precisam fazer um tratamento. Eles permanecem na casa até que seja feito esse tratamento. Outros vêm simplesmente em busca de trabalho, sendo que, nesses casos, a partir do momento que eles recebam o primeiro salário, têm mais 15 dias para que eles consigam alugar um local e consigam se manter sozinhos”, detalhou a coordenadora.

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Acolhimento que pode abrir portas

Para a secretária de Assistência Social, Sinéia Abreu, a Casa de Passagem representa uma importante estrutura de apoio para pessoas que chegam a Sinop. “É um grande benefício para eles, porque realmente eles necessitam de um lugar para que eles tenham onde ficar quando, infelizmente, não tem outra opção”, destacou.

A experiência da unidade também envolve a inserção dos acolhidos no mercado de trabalho. “O resultado tem sido maravilhoso. Muitos vêm aqui sem expectativa, começam a trabalhar. Temos muitos parceiros que vêm buscar para fazer diárias. Após essas diárias, muitos deles acabam sendo contratados. Muitas fazendas contratam também, já com alojamento. Então, temos muitas empresas parceiras que já saem daqui resolvidos financeiramente”, acrescentou Neuza.

A analista de Responsabilidade Social da Inpasa, Elisane dos Santos, contou que a própria empresa conta com colaboradores que passaram pelo serviço. “A Casa de Passagem não é somente uma área de acolhimento pras pessoas que são moradores de rua, mas que também estão em trânsito, estão chegando em Sinop pra busca de trabalho. A gente tem colaboradores que estão dentro da Inpasa, que passaram pela Casa de Passagem e tiveram esse acolhimento”, relatou.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Sinop

Sinop preenche 70% das vagas destinadas à contratação de adolescentes como aprendizes

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Assistência Social, destaca que 70% das vagas destinadas à contratação de adolescentes como aprendizes no município já estão preenchidas. O dado foi apresentado pela procuradora do Trabalho, Thalma Furlanetti, durante formação realizada ontem (29) com profissionais que integram a Rede de Proteção de crianças e adolescentes, com foco no combate ao trabalho infantil.

Segundo Thalma, os dados demonstram que as empresas de Sinop já cumprem 70% da capacidade de contratação de adolescentes na modalidade de aprendizagem, restando 30% das vagas a serem preenchidas. Para a procuradora, o cenário representa uma oportunidade de ampliar a inserção de adolescentes no mercado de trabalho de forma protegida e aliada à formação profissional.

“De fato, os dados demonstram que em Sinop a capacidade de contratação de adolescentes como aprendizes, dos 100%, o Sinop já está preenchendo 70% das vagas de contratação de aprendizes. Então, as nossas empresas realmente têm esse compromisso em contratar esses adolescentes. Mas ainda temos aí uma cota para ser cumprida, que seria dos 30% remanescentes, e então vamos procurar casar esses adolescentes que estão interessados em preencher essas vagas e que essas empresas possam contratá-los”, explicou Thalma.

A aprendizagem profissional é destinada a adolescentes e jovens dentro dos critérios previstos em lei e combina atividade profissional com formação técnico-profissional. Conforme apresentado pelo MPT, o contrato de aprendizagem assegura formação compatível com o desenvolvimento do adolescente, além de matrícula e frequência escolar.

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O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Sinop (Aces), Fábio Migliorini, destaca que a participação das empresas nesse processo vai além do cumprimento das obrigações previstas para a contratação de aprendizes. “Entendemos que a inserção do jovem aprendiz vai muito além do cumprimento de uma cota: é um verdadeiro exercício de cidadania, pois o trabalho transforma e proporciona uma perspectiva de vida muito melhor”, afirmou.

Segundo Fábio, o investimento na formação dos adolescentes também contribui para preparar profissionais e atender às necessidades do mercado de trabalho. “A visão do empresário sinopense é clara: para formarmos bons profissionais e retermos talentos, precisamos investir na nossa juventude desde cedo”, ressaltou.

A procuradora reforçou que a aprendizagem não deve ser compreendida apenas como uma possibilidade de trabalho, mas como um direito relacionado à profissionalização do adolescente. “Nós não estamos pregando aqui a proibição total. Estamos pregando o que prevê a lei: a partir dos 14 anos pode trabalhar como aprendiz. E não é só uma possibilidade, é um direito constitucional do adolescente, o direito à profissionalização e ao trabalho protegido, e não ao trabalho com exploração”, destacou.

Em Sinop, entidades que atuam com crianças e adolescentes também contribuem para a preparação e qualificação profissional. João Girardi, da Adestec Obra Padre Pio, destacou a existência de oportunidades de formação no município. “Dentro de uma idade que a lei permite, você tem muitas opções hoje em Sinop. Uma delas, por exemplo, como foi citada, a Adestec, a Obra Padre Pio, que, justamente, cria esse ambiente favorável de formação, de qualificação profissional, preparando para uma vida adulta”, pontuou.

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Além da formação profissional, a articulação entre os diferentes órgãos da Rede de Proteção é considerada fundamental para identificar adolescentes que possam ser encaminhados para oportunidades adequadas. O presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Paulo Miranda, ressaltou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “O CMDCA vem junto a esses órgãos, o Ministério Público, o Conselho Tutelar e outras instituições, com o grande apoio da Secretaria de Assistência Social, promover e ajudar essas capacitações”, afirmou.

A apresentação realizada pelo MPT também destacou que a aprendizagem profissional deve assegurar a formação técnico-profissional metódica e ser acompanhada da frequência escolar. O material aponta ainda que a legislação estabelece mecanismos de proteção para adolescentes inseridos nessa modalidade.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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