AGRONEGÓCIO

ExpoFrísia 2025: inovação e tradição no coração do agro brasileiro

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Entre os dias 24 e 26 de abril próximos, a cidade de Carambeí (140km da capital, Curitiba), no Paraná, será palco da 18ª edição da ExpoFrísia, uma das principais feiras voltadas à pecuária leiteira do Brasil. Realizada pela Cooperativa Frísia, a feira acontece no ano do centenário da cooperativa, a mais antiga do Paraná e segunda do país, destacando sua trajetória de inovação e desenvolvimento no agronegócio. ​

A ExpoFrísia 2025 contará com a Arena Digital Agro, espaço dedicado às mais recentes inovações tecnológicas para o campo. Com apoio técnico da Fundação ABC, a Arena apresentará soluções em agricultura digital, pecuária de precisão e práticas sustentáveis, incluindo o uso de dejetos como fertilizantes orgânicos, aplicação de energias renováveis e rastreabilidade na cadeia de produção.

A feira oferecerá uma programação técnica abrangente, com palestras e fóruns abordando temas como gestão de propriedades, mercado de commodities, monitoramento de fazendas e sucessão familiar. Além disso, haverá exposições e julgamentos de bovinos da raça holandesa, atividades do Clube de Bezerras para incentivar o manejo entre os jovens e a Copa dos Apresentadores com participação de cooperativas parceiras. ​

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Serviço

  • Data: 24 a 26 de abril de 2025

  • Local: Pavilhão de Exposições Frísia, anexo ao Parque Histórico de Carambeí

  • Endereço: Avenida dos Pioneiros, 4.050 – Carambeí (PR)

  • Entrada e Estacionamento: Gratuitos

  • Inscrições: www.expofrisia.com.br​​

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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