AGRONEGÓCIO

Goiás projeta crescimento de 11,4% para a safra de grãos para 24/25

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A produção de grãos em Goiás está projetada para alcançar 33 milhões de toneladas na safra 2024/2025, representando um crescimento de 11,4% em comparação ao ciclo anterior, de acordo com o primeiro levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Com esse resultado, o estado se mantém na quarta posição entre os maiores produtores de grãos do Brasil, impulsionado principalmente pelo aumento nas colheitas de arroz, milho, soja, girassol e feijão.

Além do aumento na produção, a área plantada em Goiás também deverá crescer 3,8%, alcançando mais de 7 milhões de hectares. O rendimento médio por hectare deve apresentar um crescimento de 7,4%, com destaque para as culturas de soja, girassol e milho. A produção de soja, por exemplo, deve ultrapassar 18 milhões de toneladas, com uma produtividade estimada em 3,8 toneladas por hectare. O arroz também deve se destacar, com um aumento de 24% na área plantada e uma produção prevista de 155 mil toneladas.

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Esses dados demonstram a força e a resiliência do agronegócio goiano, que, mesmo diante de desafios climáticos, continua a se expandir e a fortalecer sua posição no cenário agrícola nacional. A combinação de políticas públicas, tecnologia e acesso a crédito para os produtores é fundamental para sustentar esse crescimento e manter Goiás como um importante polo agrícola no Brasil.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

USDA projeta exportação de 49 milhões de sacas e safra recorde no Brasil

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O Brasil deve exportar 49 milhões de sacas de café (60 kg) na safra 2026/27, volume que sinaliza uma retomada robusta do protagonismo brasileiro no mercado global. A projeção, divulgada nesta quarta-feira (03.06) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), fundamenta-se na expectativa de uma safra nacional recorde, estimada em mais de 70 milhões de sacas.

O dado é um divisor de águas: enquanto o primeiro quadrimestre de 2026 acumulou apenas 11,5 milhões de sacas exportadas — uma queda de 24% frente ao mesmo período de 2025, fruto de estoques internos exauridos por safras anteriores limitadas — o USDA identifica, a partir de abril, o início de uma reversão dessa tendência, com a oferta crescendo para atender à forte demanda internacional.

Um dos pontos de maior atenção é a sinalização de avanço no acordo entre União Europeia e Mercosul. Atualmente, o Brasil já tem isenção tarifária para o café verde na Europa. Contudo, o produto de maior valor agregado — o solúvel, sobre o qual incide uma taxa de 9%, e o torrado e moído (7,5%) — ainda enfrenta barreiras que favorecem concorrentes como o Vietnã. A expectativa é que, com a gradativa redução dessas tarifas a zero nos próximos quatro anos, o café brasileiro ganhe um fôlego extra para dominar o mercado europeu.

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O USDA projeta que os estoques finais da safra 2026/27 alcancem 4,4 milhões de sacas, um aumento frente aos 3,8 milhões previstos para o ciclo atual. Com a promessa de uma colheita volumosa, superando a marca de 70 milhões de sacas, o Brasil tem potencial para elevar suas exportações em até 30%. O desafio agora é equilibrar essa oferta recorde com a volatilidade cambial e as variações climáticas que ditam o ritmo da porteira para fora.

Fonte: Pensar Agro

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