EMPREGO

Marfrig abre 150 vagas de emprego em Várzea Grande com benefícios atrativos e oportunidades de crescimento

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Empresa oferece 150 vagas com diversos benefícios e busca profissionais de diferentes perfis, sem restrições de gênero, idade ou escolaridade.
Empresa oferece 150 vagas com diversos benefícios e busca profissionais de diferentes perfis, sem restrições de gênero, idade ou escolaridade.

A Marfrig, uma das maiores empresas de carne bovina do mundo e líder global na produção de hambúrgueres, está com 150 vagas de emprego abertas em sua unidade de Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. A iniciativa reforça o compromisso da companhia com a geração de empregos, valorização da mão de obra local e inclusão social.

As oportunidades abrangem diferentes áreas e níveis de formação, com destaque para os cargos de Auxiliar Operacional (57 vagas), Faqueiro, Magarefe, Refilador e Desossador, com 20 vagas cada. Há também vagas para Eviscerador, Atordoador, Lombador, Serrador, além de funções administrativas e técnicas, como Almoxarife, Analista de PCM, Inspetor de Rota de Manutenção, Assistente de Controle de Qualidade e Auxiliar de Serviços Gerais (12×36).

Segundo a gerente de Recursos Humanos da Marfrig na unidade de Várzea Grande, Cláudia Rodrigues, a seleção será realizada com base em critérios de equidade e respeito à diversidade. “A Marfrig valoriza o talento das pessoas. Consideramos todos os perfis, sem distinção de gênero, raça, orientação sexual, religião, nacionalidade, idade ou deficiência. Além disso, oferecemos um ambiente de trabalho seguro, acolhedor e com reais oportunidades de desenvolvimento profissional”, destacou Jessica.

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Benefícios oferecidos

Os colaboradores da Marfrig têm acesso a um pacote completo de benefícios, que inclui: Plano de saúde e odontológico; Convênio com farmácias; Vale transporte ou transporte fretado; Restaurante interno; Vale alimentação; Prêmio de assiduidade; Seguro de vida; Programa Interno de Formação Profissional; Kit de Natal; Sorteio de kits de carne; Programa “Presença mais que premiada”, e Descontos em produtos Marfrig.

Como participar

Os interessados devem comparecer presencialmente ao setor de RH da unidade, de segunda a sexta-feira, das 07h às 10h ou das 13h às 16h, munidos de documentos pessoais. O endereço é Alameda Júlio Muller, n.º 1650, Várzea Grande. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (65) 99618-4016.

Sobre a Marfrig

Com presença global, a Marfrig conta com 31 unidades produtivas nas Américas do Sul e do Norte, mais de 30 mil colaboradores e uma capacidade de produção de 222 mil toneladas de hambúrgueres por ano. Reconhecida por sua atuação sustentável e qualidade de seus produtos, a companhia é referência no setor de proteínas e segue investindo em inovação, responsabilidade social e geração de oportunidades em todas as regiões onde atua.

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AGRONEGÓCIO

Com dívidas superiores a R$ 1,3 trilhão, agro busca solução antes do início da safra 26/27

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Com o fim do vazio sanitário se aproximando e o plantio da soja previsto para começar a partir de setembro nas principais regiões produtoras, o endividamento rural voltou ao centro das preocupações do agronegócio brasileiro.

Estimativas do setor apontam que o passivo total da agropecuária brasileira já supera R$ 1,3 trilhão, dos quais aproximadamente R$ 188 bilhões correspondem a dívidas financeiras diretas dos produtores. Diante desse cenário, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) intensificou as articulações para acelerar a votação do Projeto de Lei 5.122/2023, considerado uma das principais apostas para permitir a renegociação de débitos e recuperar a capacidade de investimento no campo.

A preocupação cresce justamente no momento em que agricultores começam a planejar a safra 2026/27, negociando sementes, fertilizantes, defensivos e operações de custeio. Após anos de custos elevados, juros altos e sucessivas adversidades climáticas, muitos produtores chegam ao novo ciclo com margens reduzidas e dificuldades para acessar novas linhas de crédito.

O problema ganhou dimensão nacional principalmente entre os produtores de soja, principal cultura agrícola do país. Apesar de o Brasil caminhar para colher mais de 180 milhões de toneladas da oleaginosa, a rentabilidade das propriedades sofreu forte pressão nos últimos anos. Em algumas regiões, as margens brutas recuaram mais de 30%, reflexo da combinação entre queda nos preços internacionais, valorização dos insumos e aumento dos custos financeiros.

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Os reflexos desse cenário já aparecem nos indicadores do setor. Em 2025, o agronegócio registrou recorde de pedidos de recuperação judicial, enquanto a inadimplência rural avançou em diversas regiões produtoras. O ambiente mais desafiador levou instituições financeiras a endurecer critérios de concessão de crédito e exigir garantias adicionais, reduzindo a capacidade de financiamento de parte dos produtores.

Nesse contexto, ganhou força no Congresso Nacional o Projeto de Lei 5.122/2023. Embora tenha sido apresentado pelo deputado Domingos Neto, a proposta passou a ser uma das prioridades da Frente Parlamentar da Agropecuária, que atua para viabilizar instrumentos de renegociação de passivos, alongamento de prazos e recuperação da capacidade produtiva dos agricultores.

A avaliação de lideranças do setor é que a solução para o endividamento precisa ser definida antes do avanço do calendário agrícola. Isso porque grande parte da produtividade é construída antes mesmo do plantio, por meio de investimentos em correção de solo, fertilização, escolha de sementes e proteção fitossanitária. Sem acesso a crédito ou condições adequadas de renegociação, produtores podem reduzir aportes justamente em áreas que influenciam diretamente o desempenho da lavoura.

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O debate vai além das propriedades rurais. O Brasil é líder mundial na produção e exportação de soja, cadeia que movimenta centenas de bilhões de reais anualmente e sustenta segmentos como biodiesel, proteína animal, logística, armazenagem e agroindústria. Por isso, especialistas alertam que a recuperação financeira dos produtores será decisiva não apenas para a safra 2026/27, mas para a manutenção da competitividade do agronegócio brasileiro nos próximos anos.

Enquanto aguardam uma definição em Brasília, agricultores seguem fazendo contas e ajustando o planejamento da próxima temporada. No campo, a percepção é de que o crédito poderá ser tão importante quanto o clima para determinar os resultados da próxima safra.

Fonte: Pensar Agro

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