PREVENÇÃO ATIVA

Marfrig e BRF promovem Semana Global de Saúde e Segurança em Várzea Grande

Publicado em

Evento reforça cultura de prevenção, bem-estar e cuidado com colaboradores da unidade
Evento reforça cultura de prevenção, bem-estar e cuidado com colaboradores da unidade

A Marfrig e a BRF realizaram a Semana Global de Saúde e Segurança 2025, que trouxe como lema “Agir e Cuidar. A hora é agora”. A programação se encerrou na última sexta-feira (19) e contou com extensa agenda de atividades, palestras, roda de conversa, ações práticas e momentos de integração, envolvendo colaboradores de todas as áreas.

O evento, no auditório da unidade de Várzea Grande, teve a participação da diretoria, gestores e colaboradores, reforçando o compromisso das empresas com a construção de ambientes de trabalho cada vez mais seguros, saudáveis e humanizados.

Entre os destaques estão o Desafio de Exercícios Físicos que, incentiva a prática diária de atividades como caminhada, corrida, yoga e musculação; o Reconhecimento do Cipeiro Destaque, valorizando quem se empenha em cuidar da segurança de todos; o Jogo da Ergonomia, com dinâmicas lúdicas; além de rodas de conversa sobre saúde mental, pausas ergonômicas, simulado de evacuação, ações preventivas sobre proteção auditiva, concurso de paródias e atividades de bem-estar como yoga e quick massage.

Para o gerente Industrial em Várzea Grande, Bernardo Coiro, o evento é considerado um momento de reflexão coletiva. “A Semana Global é um momento para refletirmos sobre nossos hábitos, reforçarmos boas práticas e, principalmente, lembrarmos que cada atitude faz diferença para termos um ambiente mais seguro, saudável e humano”.

Leia Também:  Projeto de Lei propõe atualização dos índices de produtividade no campo

O coordenador de Segurança do Trabalho da Marfrig, Magno Silveira, destacou que a ação consolida práticas já incorporadas à rotina. “Uma semana muito importante porque reforçamos com os trabalhadores toda nossa atenção à saúde e segurança”.

Na visão do gerente Industrial de Industrializados da Marfrig, Ricardo Almeida, a Semana Global é também uma demonstração de cuidado da empresa com seus colaboradores. “Mostra que a empresa se preocupa. É um espaço para reunir o time, discutir ações preventivas e investir em processos e equipamentos que melhorem a segurança do trabalhador”.

O supervisor de Desossa, Rogério Adriano Novato, lembrou que a responsabilidade individual é essencial para o cuidado coletivo. “Nada é tão urgente que não possa ser feito com segurança. Cada aprendizado aqui agrega na produção para garantir a integridade dos colaboradores. Eu sempre digo: queira para seus colegas o que você quer para seus filhos.”

Já o técnico de enfermagem Rudieli do Nascimento apontou avanços nos últimos anos. “Tivemos muitas melhorias, como mais fiscalizações, orientações e integração para novos colaboradores. Isso faz diferença, porque trabalhamos em uma área de risco elevado. A mensagem que deixo é para todos pensarem antes de agir, cuidarem da saúde e lembrarem que sempre tem alguém esperando a gente em casa.”

Leia Também:  Agronegócio busca protagonismo climático na COP30, mas enfrenta críticas e desafios

Mais do que uma agenda de atividades, a Semana Global de Saúde e Segurança reforçou que a prevenção é um valor humano e coletivo: um compromisso diário para garantir que cada colaborador retorne para casa com saúde e segurança.

Com a mensagem “A hora é agora”, a iniciativa uniu informação, prática e engajamento, mostrando que cuidar da saúde e da segurança não é apenas uma obrigação, mas um compromisso coletivo que transforma vidas e fortalece a cultura organizacional.

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Alta de invasões impulsiona campanha “Invasão Zero” e pressiona por lei mais dura

Published

on

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) intensificou a reação às invasões de propriedades rurais com a campanha “Invasão Zero”, que reúne um conjunto de propostas legislativas e medidas de pressão institucional para endurecer o combate às ocupações no campo.

A iniciativa ganha força em meio ao aumento recente dos casos. Levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) aponta 33 invasões registradas entre janeiro e meados de abril deste ano, sendo 14 apenas neste mês. Do total, 32 episódios foram atribuídos ou vinculados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Para a bancada ruralista, o avanço das ocupações amplia a insegurança jurídica e afeta decisões de investimento no setor. A avaliação é de que o cenário pode comprometer a produção, sobretudo em regiões de fronteira agrícola, onde a expansão depende de maior previsibilidade institucional.

Como resposta, a FPA articula um pacote de projetos no Congresso. Entre eles está o Projeto de Lei 4.432/2023, que cria o Cadastro Nacional de Invasões de Propriedades (CNIP), com integração ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp). A proposta busca centralizar dados, facilitar a identificação de envolvidos e dar suporte às ações de segurança.

Leia Também:  Marfrig oferece 200 vagas de emprego na unidade de Várzea Grande

Outro eixo da ofensiva é o endurecimento das penas. O Projeto de Lei 1.198/2023 propõe alterar o Código Penal para elevar a punição por esbulho possessório, hoje limitada a detenção de um a seis meses, para reclusão de quatro a oito anos, além de multa. Já o Projeto de Lei 6.612/2025 cria uma tipificação específica para invasões de propriedades rurais, com penas que podem chegar a dez anos, agravadas em casos de áreas produtivas ou ações coletivas.

No mesmo pacote, propostas buscam restringir o acesso de invasores a políticas públicas. Um dos textos em tramitação prevê a exclusão de ocupantes irregulares de programas de reforma agrária e o bloqueio temporário de crédito subsidiado, benefícios fiscais e contratos com o poder público.

A ofensiva legislativa ocorre em um contexto mais amplo de debate sobre a política fundiária. Dados do mostram que o Brasil tem cerca de 1,1 milhão de famílias assentadas, mas ainda enfrenta desafios estruturais na geração de renda e na integração produtiva dessas áreas. Para a FPA, a solução passa por tratar a reforma agrária como política técnica, com foco em infraestrutura, assistência e viabilidade econômica, e não por meio de ocupações.

Leia Também:  MBRF abre 210 vagas de trabalho na unidade de Várzea Grande

A campanha “Invasão Zero” deve orientar a atuação da bancada ao longo de 2026, com prioridade para projetos que ampliem a segurança jurídica no campo e estabeleçam regras mais rígidas para ocupações ilegais. O tema tende a ganhar espaço na agenda do Congresso, especialmente diante da pressão de produtores e entidades do setor.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA