AGRONEGÓCIO

Presidente Prudente vai sediar a Feicorte

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Presidente Prudente (SP) vai sediar, entre os dias 19 e 23 deste mês, a Feicorte – Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne, que volta a ser realizada no estado de São Paulo após uma longa pausa.

A cidade foi escolhida estrategicamente para o retorno do evento, devido à sua posição de destaque na pecuária paulista, com o maior rebanho bovino do estado, somando aproximadamente 1,6 milhão de animais. Com mais de 5.800 m² de área coberta e uma estrutura de alta tecnologia, a feira promete reunir o que há de mais avançado na cadeia produtiva da carne.

Com mais de 40 empresas confirmadas, o evento vai oferecer uma vasta programação que inclui palestras, leilões de animais de elite e exposições de bovinos de dez raças diferentes, como Wagyu, Nelore, Angus e Guzerá. Além disso, haverá degustações de produtos artesanais paulistas e uma área de demonstração da integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), tecnologia importante para a sustentabilidade na produção agropecuária.

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A tenda principal, com 4.400 m², foi projetada para oferecer segurança e modernidade, utilizando um tecido especial. O material resistente a chamas, é o mesmo usado em eventos de grande porte, garantindo proteção e conforto para visitantes e expositores.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Setor produtivo e bancos vão travar batalha de R$ 130 bilhões semana que vem no Senado

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A votação do projeto de lei que autoriza a renegociação de dívidas rurais, prevista para a próxima quarta-feira (10.06), tornou-se o ponto central das articulações do setor produtivo em Brasília. Enquanto entidades que representam o campo — como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e associações de produtores como a Aprosoja — intensificam o trabalho junto ao parlamento para assegurar a aprovação do texto com condições viáveis de pagamento, o sistema bancário iniciou uma ofensiva para limitar o alcance da medida.

O setor produtivo argumenta que a renegociação é uma necessidade estratégica para a manutenção da atividade agropecuária no País, diante de um cenário de custos elevados e margens apertadas. A proposta defendida pelos produtores busca um fôlego financeiro essencial para o setor, com prazos de pagamento mais longos e taxas de juros controladas, garantindo que o ciclo produtivo não seja interrompido por desequilíbrios financeiros conjunturais. A mobilização, organizada pelas redes sociais, reflete o peso do setor na economia nacional e o temor de que o crédito rural sofra uma contração ainda maior sem a reestruturação dos passivos.

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Do outro lado, as instituições financeiras, representadas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e pela Confederação Nacional das Instituições Financeiras (Fin), buscam apresentar um substitutivo. O sistema bancário argumenta que a amplitude do projeto original, aprovado em comissão na semana passada, poderia gerar riscos à segurança jurídica e à previsibilidade do crédito. A proposta dos bancos para “calibrar” o projeto inclui travar o benefício a um teto de R$ 10 milhões por CPF, restringir o escopo a dívidas de 2024 em diante e reduzir drasticamente o período de suspensão de vencimentos.

A disputa técnica centra-se no impacto financeiro e na governança dos contratos. Enquanto os bancos alegam complexidade operacional e riscos de “estímulos indevidos à inadimplência” com os prazos de até 13 anos e juros de 7,5%, os representantes do campo defendem que as regras de enquadramento devem ser amplas o suficiente para atender quem realmente precisa, excluindo apenas situações sem relação direta com a atividade econômica financiada.

A articulação política no Senado segue intensa. O setor produtivo aguarda a definição da pauta para esta semana, ciente de que o texto final poderá sofrer ajustes para acomodar as pressões do sistema bancário, mas mantendo a defesa de que a funcionalidade do sistema de crédito rural não deve ser usada como pretexto para impedir o socorro necessário ao produtor que movimenta a economia brasileira.

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Fonte: Pensar Agro

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