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O amor que seu filho viverá no futuro está sendo aprendido dentro da sua casa

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Mariana Vidotto é psicoterapeuta, mentora e palestrante, especialista em neurociência aplicada ao desenvolvimento humano e dinâmica familiar
Mariana Vidotto é psicoterapeuta, mentora e palestrante, especialista em neurociência aplicada ao desenvolvimento humano e dinâmica familiar

Por Mariana Vidotto

Junho costuma ser lembrado como o mês do amor. Entre celebrações, homenagens e reflexões sobre relacionamentos, surge uma pergunta que raramente ocupa espaço nas conversas: o que as relações dos adultos estão ensinando às crianças que convivem com elas?

Durante muito tempo, prevaleceu a ideia de que o mais importante para o desenvolvimento infantil era a permanência dos pais juntos. No entanto, a neurociência e a prática clínica vêm demonstrando uma realidade mais complexa e profunda. O que mais influencia a formação emocional de uma criança não é o estado civil dos pais, mas a qualidade dos vínculos e das relações que ela presencia diariamente.

Muito antes de compreender o significado da palavra amor, a criança já está aprendendo sobre ele. Aprende observando. Observa como os adultos se comunicam diante das diferenças, como enfrentam frustrações, como demonstram afeto e como lidam com os conflitos. Percebe se existe respeito, acolhimento e parceria ou se predominam críticas constantes, hostilidade, silêncio, indiferença e desprezo.

É a partir dessas vivências que se formam crenças profundas sobre si mesma, sobre os outros e sobre a maneira como os relacionamentos funcionam. A criança constrói, silenciosamente, referências que influenciarão sua autoestima, sua capacidade de estabelecer vínculos e até mesmo as escolhas afetivas que fará na vida adulta.

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Por isso, permanecer em um relacionamento exclusivamente pelos filhos nem sempre representa a melhor decisão. Quando uma criança cresce em um ambiente marcado por conflitos constantes, desrespeito ou distanciamento emocional, ela também está aprendendo sobre amor. No entanto, aprende uma versão distorcida dele. Pode acreditar que amar significa suportar sofrimento, que relacionamentos são espaços inseguros ou que suas necessidades emocionais têm pouca importância.

Por outro lado, muitas crianças criadas por mães solo, pais solo, avós ou outros cuidadores desenvolvem uma estrutura emocional saudável porque convivem em ambientes seguros, previsíveis e afetivos. O fator determinante não é a configuração familiar, mas a presença de vínculos consistentes e emocionalmente saudáveis.

O que protege uma criança é a sensação de segurança construída nas relações do cotidiano. É saber que existem adultos emocionalmente disponíveis, capazes de oferecer acolhimento, estabilidade e uma base segura para que ela possa explorar o mundo e retornar quando precisar de apoio.

Neste Dia dos Namorados, talvez a reflexão mais importante não seja apenas sobre o relacionamento que desejamos viver, mas sobre o relacionamento que estamos ensinando nossos filhos a considerar normal. Afinal, as crianças aprendem muito menos com aquilo que os adultos dizem e muito mais com aquilo que os adultos vivem.

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O modelo de amor que existe dentro de casa hoje pode se tornar a referência que seus filhos carregarão para o futuro. Por isso, vale refletir se o ambiente familiar tem sido um espaço de respeito, diálogo, segurança emocional e demonstrações saudáveis de afeto.

Nenhuma família é perfeita. Nenhum relacionamento está livre de desafios. Mas um dos maiores presentes que podemos oferecer às crianças é a oportunidade de crescer cercadas por relações que ensinem empatia, respeito, cooperação e amor saudável.

Porque, no fim das contas, o amor que seus filhos viverão amanhã está sendo aprendido dentro da sua casa hoje.

Mariana Vidotto é psicoterapeuta, mentora e palestrante, especialista em neurociência aplicada ao desenvolvimento humano e dinâmica familiar. Atua com acompanhamento terapêutico sistêmico de famílias, casais, adultos e crianças, auxiliando pessoas na transformação de padrões emocionais e na construção de relações mais saudáveis e conscientes

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Dia Mundial do Hambúrguer: VG alimentando o mundo

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Ricardo de Almeida Leal da Silva é Gerente Industrial – Industrializados MBRF / Unidade Várzea Grande.
Ricardo de Almeida Leal da Silva é Gerente Industrial – Industrializados MBRF / Unidade Várzea Grande.

Por Ricardo de Almeida

Nesse dia, 28 de maio, o mundo celebra o Dia Mundial do Hambúrguer, um dos produtos mais consumidos globalmente e que tornou-se símbolo da indústria moderna de alimentos, da praticidade e da evolução dos hábitos de consumo.

Mas, por trás de cada hambúrguer servido em restaurantes, redes de fast-food, aeroportos, hotéis e mercados existe uma cadeia industrial altamente tecnológica, rigorosamente controlada e estrategicamente conectada ao agronegócio, à logística e à exportação. E é exatamente nesse cenário que a unidade de Várzea Grande ocupa um papel de destaque.

Muito além da produção de alimentos, nossa operação representa desenvolvimento industrial, geração de empregos, inovação e fortalecimento da economia regional. Mato Grosso, conhecido mundialmente pela força do agronegócio, também demonstra sua capacidade de agregar valor à proteína animal através da industrialização, transformando matéria-prima em produtos de alto padrão que chegam a consumidores no Brasil e em diversos países.

Hoje, o consumidor busca mais do que sabor. Ele exige qualidade, rastreabilidade, segurança alimentar, padronização e responsabilidade em toda a cadeia produtiva. Isso faz com que a indústria de alimentos precise operar em níveis cada vez mais elevados de tecnologia, controle e eficiência.

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Dentro desse contexto, a unidade de Várzea Grande se consolida como uma operação estratégica. São processos industriais modernos, rígidos protocolos sanitários, investimentos constantes em melhoria contínua e equipes altamente capacitadas atuando diariamente para garantir excelência em cada etapa da produção.

Atualmente, a operação registra uma produção mensal de aproximadamente 5 mil toneladas de produtos industrializados, o equivalente a cerca de 73,7 milhões de unidades produzidas por mês. Em escala anual, a unidade alcança a marca de 60 mil toneladas produzidas, gerando mais de 1.000 mil empregos diretos, números que reforçam a grandiosidade da operação e sua relevância dentro da cadeia nacional de alimentos.

O hambúrguer, muitas vezes visto apenas como um item popular do cardápio, na verdade representa um produto de enorme relevância econômica e industrial. Ele movimenta cadeias produtivas inteiras — desde o campo até a mesa do consumidor — envolvendo fornecedores, transportadoras, indústria de embalagens, tecnologia, logística refrigerada, distribuição e milhares de empregos diretos e indiretos.

Além disso, o setor de industrializados possui papel fundamental no avanço da competitividade brasileira no mercado internacional. Produtos processados com alto padrão de qualidade agregam valor à produção nacional e ampliam a presença do Brasil nos mercados globais de alimentos.

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Em Várzea Grande, temos orgulho de participar desse movimento. Nossa operação contribui diretamente para posicionar Mato Grosso não apenas como potência agropecuária, mas também como referência em industrialização de alimentos e eficiência produtiva.

Outro aspecto importante é o impacto social gerado pela indústria. Grandes operações industriais movimentam a economia local, estimulam a formação profissional, criam oportunidades de crescimento e fortalecem toda a cadeia de serviços ao redor da atividade produtiva.

Celebrar o Dia Mundial do Hambúrguer é também reconhecer o trabalho de milhares de profissionais que atuam diariamente para garantir que alimentos produzidos com qualidade e segurança cheguem à mesa de milhões de pessoas.

É reconhecer que, por trás de um produto presente no cotidiano das famílias, existe uma indústria moderna, tecnológica e comprometida com excelência operacional.

E é reforçar que Várzea Grande faz parte dessa transformação, conectando Mato Grosso ao Brasil e o Brasil ao mundo através da força da indústria de alimentos.

Ricardo de Almeida Leal da Silva é Gerente Industrial – Industrializados MBRF / Unidade Várzea Grande.

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