Lucas do Rio Verde

Premiação para Agentes Culturais: Prefeitura publica resultado de recurso e retificação de edital

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A Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, publicou nesta terça-feira (09) o resultado do recurso da Fase de Habilitação Documental do Edital nº 10/2024 – Premiação para Agentes Culturais, viabilizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), regulamentada pela Lei nº 14.399/2022.

O edital tem como objeto a premiação de agentes culturais que tenham prestado relevante contribuição ao desenvolvimento artístico ou cultural do município, reconhecendo trajetórias, iniciativas e práticas culturais que fortalecem a identidade local.

A publicação também traz a retificação do cronograma oficial, motivada pela convocação do segundo colocado na Categoria Áreas Periféricas para apresentar documentação pendente na Fase de Habilitação Documental. Conforme o edital, o(a) convocado(a) terá o prazo de dois dias úteis para apresentar os documentos exigidos.

Com a retificação, o novo prazo para publicação do Resultado Final dos Projetos Selecionados passa a ser o dia 23 de abril de 2025.

A Secretaria de Cultura e Turismo reforça que todas as atualizações, incluindo a retificação do cronograma, estão disponíveis no portal oficial da Prefeitura de Lucas do Rio Verde e que os proponentes devem acompanhar os canais de comunicação oficiais para não perder os prazos estabelecidos.

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Para mais informações, dúvidas ou orientações, os interessados podem entrar em contato diretamente com a secretaria por telefone (65) 3548-2513 ou e-mail. [email protected]

Acesse o edital aqui:
https://www.lucasdorioverde.mt.gov.br/arquivos/publicacoes/1920/resposta_recurso_e_retificacao_cronograma_edital_n._10_2024_assinado.pdf

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Lucas do Rio Verde

Lucas do Rio Verde e o milho: a construção de um modelo que transformou produção em desenvolvimento

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Lucas do Rio Verde construiu, ao longo das últimas décadas, uma trajetória que vai além da produção agrícola. O município consolidou um modelo baseado em conhecimento, planejamento e capacidade de transformação, tendo o milho como um dos principais pilares desse processo.

As bases desse avanço foram lançadas no início dos anos 2000, quando a Fundação Rio Verde iniciou os primeiros experimentos voltados à safrinha, hoje consolidada como segunda safra. Naquele momento, ainda sem a estrutura atual, a pesquisa agrícola no município partia de uma convicção simples: era preciso produzir mais milho.

Entre os estudos conduzidos, uma mudança técnica se mostrou decisiva. A redução do espaçamento entre linhas de 90 para 45 centímetros, aliada ao aumento da população de plantas, elevou a produtividade em até 50% sem aumento de custo. Inicialmente vista com desconfiança, a prática foi validada em campo e rapidamente se consolidou. Hoje, esse modelo é utilizado em praticamente toda a produção de milho em Mato Grosso e no Cerrado brasileiro.

Com essa base técnica consolidada, o município avançou para um novo estágio: agregar valor à produção. O milho deixou de ser apenas grão e passou a ser transformado dentro do próprio território, conectando agricultura, indústria e proteína animal em uma cadeia integrada.

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Os números mais recentes evidenciam essa força. Na safra 2025/2026, conforme dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), de (março de 2026), Lucas do Rio Verde cultivou 147.097 hectares de milho, com produtividade média de 7.250 kg por hectare, resultando em uma produção de 1.066.521 toneladas.

Esse desempenho está inserido em um contexto ainda maior: Mato Grosso é hoje o maior produtor de milho e de etanol de milho do Brasil , consolidando-se como o principal polo dessa cultura no país.

Embora parte da produção brasileira seja exportada, cerca de dois terços do milho permanecem no mercado interno, sustentando diferentes cadeias produtivas. Desse volume, aproximadamente 60% são destinados à produção de proteína animal, cerca de 22% à produção de etanol e os 18% restantes abastecem diversos segmentos industriais, segundo a Associação Brasileira de Milho e Sorgo (Abramilho).

Em Lucas do Rio Verde, essa lógica se materializa de forma integrada. A escala produtiva sustenta um setor industrial importante, com capacidade instalada para produzir mais de 600 milhões de litros de etanol de milho por ano, consolidando o município como referência em bioenergia. Paralelamente, a produção de DDGs fortalece a nutrição animal, ampliando a eficiência da pecuária e garantindo o aproveitamento integral do milho.

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Essa integração se estende à agroindústria de proteína. O município conta com unidades de abate de suínos e aves, que utilizam o milho e seus derivados como base nutricional, fechando um ciclo produtivo completo, do campo à mesa.

Mais do que volumes expressivos, o que se consolida no município é um modelo de desenvolvimento. Um modelo que nasce na pesquisa, ganha escala no campo, se fortalece na indústria e retorna em forma de valor agregado para toda a economia local.

Para o prefeito Miguel Vaz, o milho representa muito mais do que uma cultura agrícola. “Lucas do Rio Verde mostra, na prática, que é possível produzir com eficiência, agregar valor e transformar isso em qualidade de vida para as pessoas. O milho é parte da nossa história e também do nosso futuro”, destacou.

Mais do que produzir, Lucas do Rio Verde mostra como transformar. E é essa transformação que sustenta seu desenvolvimento e projeta seu papel como referência.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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