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Pelo 4º ano consecutivo Sinop conquista prêmio Band Cidades Excelentes

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O município de Sinop recebeu, nesta tarde (terça-feira14), o prêmio Band Cidades Excelentes 2024 – fase estadual, na categoria cidades com mais de 100 mil habitantes ao conquistar os seguintes pilares: 1º lugar em GOVERNANÇA, eficiência fiscal e transparência; 1º lugar em SUSTENTABILIDADE; 1º lugar em SAÚDE e BEM-ESTAR e 3º lugar no pilar DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO E ORDEM PÚBLICA. Considerando todas essas pontuações, Sinop recebeu, ainda, a quinta premiação, que foi o prêmio IGMA (Índice de Gestão Municipal Aquilla), levando o município para a fase nacional por ter atingido a média de pontuação.
 
O vice-prefeito, Paulinho Abreu, que está na capital do Estado representando o município, recebeu os resultados e a classificação para a próxima etapa com bastante entusiasmo. “Um excelente resultado para Sinop, no prêmio Band Cidades Excelentes. Recebesmo quatro premiações, das seis categorias que tinham, três em primeiro lugar. Então, mostrou resultado da eficiência, além da classificação geral, também, que recebemos a premiação como o muincípio que mais pontuou”.
 
Abreu fala, ainda, que o resultado é a força de vários esforços e que a conquista é coletiva: “Então, este é resultado de um trabalho de equipe, da gestão do prefeito Roberto Dorner mas, também, de toda uma equipe e de todos os servidores da Prefeitura. Esse prêmio é para vocês, em razão do trabalho, seriedade e eficiência que o município de Sinop tem realizado para a população”, pontua ao agradecer o empenho de cada um dos servidores públicos que dão o seu melhor à cada dia.
 
Essa é a fase estadual do prêmio, promovido pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação em parceria com o instituto Aquila. O objetivo é incentivar, reconhecer e valorizar boas práticas de gestão pública para transformar a realidade dos municípios brasileiros e melhorar os serviços públicos prestados aos cidadãos.
 
Este é o quarto ano que Sinop é premiado na fase estadual. Em 2024, conquistou primeiro lugar em três pilares avaliativos: Governança, eficiência fiscal e transparência; saúde e bem-estar; sustentabilidade e, desenvolvimento socioeconômico e ordem pública, além do certificado de Cidades Excelentes.
 
Em 2023, Sinop ficou em 1º lugar e recebeu diploma de qualidade de gestão no pilar governança, eficiência fiscal e transparência na fase estadual e, em 2022, conquistou 1º lugar nos pilares saúde e bem-estar; governança, eficiência fiscal e transparência e, também, em educação
 
Já nacionalmente, no ano passado a capital do Nortão conquistou o terceiro lugar no pilar Governança, eficiência fiscal e transparência do prêmio Band Cidades Excelentes 2024.
 
Além de cidades acima de 100 mil habitantes, também houve premiação em mais duas categorias: menor ou igual a 30 mil habitantes e entre 30 mil e 100 mil habitantes.
 

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Fonte: Assessoria da Prefeitura
Autor: Karoline Kuhn

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Programação do VIII SIMAMCA encerra hoje (13) em Sinop com debates sobre conservação ambiental e ciência cidadã

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e em parceria com instituições de ensino e pesquisa, acompanha, hoje (13), o encerramento da programação do VIII Simpósio da Amazônia Meridional em Ciências Ambientais (SIMAMCA).

Com o tema “Conexões Amazônicas: Ciência, Biodiversidade e Sustentabilidade”, o evento – considerado o maior da área em Mato Grosso – reuniu, ao longo da semana, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de diversas instituições para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O encontro teve início na última quarta-feira (10), no Centro de Eventos Dante de Oliveira. Ao longo dos dias, foram promovidos debates sobre ciência, inovação, formação de recursos humanos, conservação ambiental, biodiversidade, mudanças climáticas, desenvolvimento regional, políticas públicas e integração entre instituições de pesquisa.

Para o coordenador do VIII SIMAMCA, Domingos Rodrigues, o evento tem papel estratégico. “Hoje o SIMAMCA é o maior evento de ciências ambientais do Estado de Mato Grosso. Cada ano ele tem uma temática diferente e, neste ano, trabalhamos as ‘Conexões Amazônicas’. Juntamos instituições que fazem pesquisa e formação de recursos humanos para fortalecer cada vez mais a região de Sinop com pesquisa de qualidade e expertise”, destacou.

Segundo ele, a posição estratégica de Sinop contribui para atrair pesquisadores e investimentos em ciência e tecnologia. “A região de Sinop, por essa pujança que tem, precisa cada vez mais unir a produção com a ciência e também com a tecnologia. O agronegócio é muito tecnológico e também depende das questões ambientais para manter sua produtividade”, acrescentou.

Cooperação científica

Entre os participantes da programação esteve o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Henrique Pereira, que destacou a relevância do simpósio para a integração científica na região amazônica. “O SIMAMCA é um seminário que abrange toda a região da Amazônia Meridional para o tema de ciências ambientais. Há uma forte relação entre essa temática, a região e a missão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia”, afirmou.

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Além da participação no evento, o dirigente também cumpriu agenda voltada ao fortalecimento da cooperação técnica e científica entre o INPA e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

O pesquisador do INPA, William Magnusson, ressaltou a importância da integração entre programas de pós-graduação e grupos de pesquisa. “Hoje em dia você não faz ciência individual. As mudanças no conhecimento vêm do trabalho em conjunto com muitas pessoas e pesquisadores de áreas diferentes. É só quando as pessoas comuns têm essas informações em mãos que a ciência, ou a atuação da ciência, vai avançar”, pontuou.

Último dia da programação

A programação deste sábado (13) inicia com uma palestra sobre ciência cidadã na Amazônia, conduzida pela professora Dra. Antonia do Socorro Pena da Gama, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e do Instituto SAPOPEMA. A apresentação abordará aprendizados, desafios e oportunidades para a participação da sociedade na produção do conhecimento científico.

Na sequência, o professor Dr. Fabio de Oliveira Roque, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), discutirá a inclusão interseccional como princípio para programas de pesquisa em biodiversidade.

Outro destaque da manhã será a mesa-redonda voltada às ações de conservação na Amazônia, reunindo representantes de organizações, universidades e órgãos ambientais. O debate abordará experiências relacionadas à Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, iniciativas de conservação e desenvolvimento sustentável promovidas pelo Imazon, os desafios das unidades de conservação da Amazônia Legal e as estratégias adotadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) para fortalecer áreas protegidas na Amazônia mato-grossense.

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Especialistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentarão discussões sobre financiamento da pesquisa científica, biodiversidade, serviços ecossistêmicos e políticas públicas voltadas à ciência e à inovação.

Durante a tarde, a programação seguirá com uma mesa-redonda dedicada à relação entre conservação ambiental e turismo sustentável. Pesquisadores e especialistas da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae-MT) e do Escritório Nacional das Florestas (ONF) discutirão temas como observação de aves, utilização de borboletas e herpetofauna no ecoturismo, conservação de mamíferos amazônicos, biodiversidade e estratégias para fortalecer o turismo sustentável como ferramenta de desenvolvimento regional.

A última mesa-redonda do simpósio será dedicada aos povos originários, abordando a proteção dos territórios indígenas, os saberes tradicionais e a justiça socioambiental. O debate contará com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), além de lideranças dos povos Kuikuro e Rikbaktsa.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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