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Prefeitura de Sinop e parceiros alinham ações do programa MT Produtivo

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, realizou na manhã desta sexta-feira (29) uma reunião com o deputado estadual Dilmar Dal Bosco e com representantes da Empaer-MT e da Cooperativa de Agricultura Familiar de Sinop (Cooperafs). O encontro discutiu os avanços do programa MT Produtivo na região, iniciativa do Governo do Estado que conta com recursos do Banco Mundial para fortalecer a agricultura familiar em Mato Grosso.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, José Pedro Serafini, explicou que a prioridade é auxiliar na regularização de associações e cooperativas e estruturar projetos que agreguem valor à produção local. “Nós estamos muito preocupados em fomentar e regularizar a situação de cooperativas e associações feirantes ligadas à agricultura familiar. O deputado Dilmar Dal Bosco disponibilizou sua equipe técnica para vir à Sinop, junto com a Sedec e a Empaer, para orientar e auxiliar nesse processo. Além disso, já temos um projeto de agroindústria para a Cooperafs encaminhado junto ao Banco Mundial, com apoio da Prefeitura, para avançarmos na agroindustrialização da produção”, afirmou.

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O gestor da Empaer-MT, Thiago Tombini, destacou que Sinop tem potencial para se tornar referência na produção de alimentos. “Atualmente, temos um termo de cooperação do Estado com o município e uma das ações é o programa MT Produtivo. O projeto busca produzir alimento de qualidade e auxiliar os municípios da região. Sinop tem mais de 200 mil habitantes e uma demanda crescente. O MT Produtivo pode ser um exemplo para outros municípios ao fomentar e apoiar os agricultores familiares”, disse.

O deputado estadual Dilmar Dal Bosco ressaltou o papel estratégico da cidade no norte de Mato Grosso. “Sinop é uma cidade de referência para toda a região e o projeto que estamos desenvolvendo aqui pode atrair a agricultura familiar dos municípios vizinhos. O Governo do Estado, junto com a Assembleia Legislativa, tem um recurso de 600 milhões de reais financiado pelo Banco Mundial para incentivar as cadeias produtivas. Nosso objetivo é desenvolver projetos que contemplem atividades como a bacia leiteira, a produção de mandioca, café, cacau e hortifruti. É um investimento que vai fortalecer o pequeno produtor e movimentar a economia regional”, destacou.

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Para o presidente da Cooperafs, Luis Cortes, a iniciativa marca um novo momento para a agricultura familiar. “Com certeza é um marco esse olhar para o norte de Mato Grosso, com atenção especial para as cooperativas e associações. Estamos no início de um trabalho que vai trazer resultados importantes para o pequeno produtor. Esse apoio institucional é fundamental para fortalecer a agricultura familiar e abrir novas oportunidades de mercado”, avaliou.

O programa MT Produtivo prevê investimentos com recursos do Banco Mundial. A expectativa é que a execução do programa em Sinop e região garanta o aumento da produção e também a organização das cadeias produtivas para permitir maior competitividade dos agricultores familiares. A previsão é que os primeiros projetos sejam protocolados ainda este ano.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Jhayne Lima

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Programação do VIII SIMAMCA encerra hoje (13) em Sinop com debates sobre conservação ambiental e ciência cidadã

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e em parceria com instituições de ensino e pesquisa, acompanha, hoje (13), o encerramento da programação do VIII Simpósio da Amazônia Meridional em Ciências Ambientais (SIMAMCA).

Com o tema “Conexões Amazônicas: Ciência, Biodiversidade e Sustentabilidade”, o evento – considerado o maior da área em Mato Grosso – reuniu, ao longo da semana, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de diversas instituições para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O encontro teve início na última quarta-feira (10), no Centro de Eventos Dante de Oliveira. Ao longo dos dias, foram promovidos debates sobre ciência, inovação, formação de recursos humanos, conservação ambiental, biodiversidade, mudanças climáticas, desenvolvimento regional, políticas públicas e integração entre instituições de pesquisa.

Para o coordenador do VIII SIMAMCA, Domingos Rodrigues, o evento tem papel estratégico. “Hoje o SIMAMCA é o maior evento de ciências ambientais do Estado de Mato Grosso. Cada ano ele tem uma temática diferente e, neste ano, trabalhamos as ‘Conexões Amazônicas’. Juntamos instituições que fazem pesquisa e formação de recursos humanos para fortalecer cada vez mais a região de Sinop com pesquisa de qualidade e expertise”, destacou.

Segundo ele, a posição estratégica de Sinop contribui para atrair pesquisadores e investimentos em ciência e tecnologia. “A região de Sinop, por essa pujança que tem, precisa cada vez mais unir a produção com a ciência e também com a tecnologia. O agronegócio é muito tecnológico e também depende das questões ambientais para manter sua produtividade”, acrescentou.

Cooperação científica

Entre os participantes da programação esteve o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Henrique Pereira, que destacou a relevância do simpósio para a integração científica na região amazônica. “O SIMAMCA é um seminário que abrange toda a região da Amazônia Meridional para o tema de ciências ambientais. Há uma forte relação entre essa temática, a região e a missão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia”, afirmou.

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Além da participação no evento, o dirigente também cumpriu agenda voltada ao fortalecimento da cooperação técnica e científica entre o INPA e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

O pesquisador do INPA, William Magnusson, ressaltou a importância da integração entre programas de pós-graduação e grupos de pesquisa. “Hoje em dia você não faz ciência individual. As mudanças no conhecimento vêm do trabalho em conjunto com muitas pessoas e pesquisadores de áreas diferentes. É só quando as pessoas comuns têm essas informações em mãos que a ciência, ou a atuação da ciência, vai avançar”, pontuou.

Último dia da programação

A programação deste sábado (13) inicia com uma palestra sobre ciência cidadã na Amazônia, conduzida pela professora Dra. Antonia do Socorro Pena da Gama, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e do Instituto SAPOPEMA. A apresentação abordará aprendizados, desafios e oportunidades para a participação da sociedade na produção do conhecimento científico.

Na sequência, o professor Dr. Fabio de Oliveira Roque, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), discutirá a inclusão interseccional como princípio para programas de pesquisa em biodiversidade.

Outro destaque da manhã será a mesa-redonda voltada às ações de conservação na Amazônia, reunindo representantes de organizações, universidades e órgãos ambientais. O debate abordará experiências relacionadas à Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, iniciativas de conservação e desenvolvimento sustentável promovidas pelo Imazon, os desafios das unidades de conservação da Amazônia Legal e as estratégias adotadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) para fortalecer áreas protegidas na Amazônia mato-grossense.

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Especialistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentarão discussões sobre financiamento da pesquisa científica, biodiversidade, serviços ecossistêmicos e políticas públicas voltadas à ciência e à inovação.

Durante a tarde, a programação seguirá com uma mesa-redonda dedicada à relação entre conservação ambiental e turismo sustentável. Pesquisadores e especialistas da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae-MT) e do Escritório Nacional das Florestas (ONF) discutirão temas como observação de aves, utilização de borboletas e herpetofauna no ecoturismo, conservação de mamíferos amazônicos, biodiversidade e estratégias para fortalecer o turismo sustentável como ferramenta de desenvolvimento regional.

A última mesa-redonda do simpósio será dedicada aos povos originários, abordando a proteção dos territórios indígenas, os saberes tradicionais e a justiça socioambiental. O debate contará com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), além de lideranças dos povos Kuikuro e Rikbaktsa.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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