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Prefeitura de Sinop intensifica trabalhos de limpeza urbana; serviços se concentram na Avenida Integração nesta quinta (22)

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Obras e Serviços Urbanos, intensifica os trabalhos de limpeza urbana com o intuito de aumentar a segurança da população e evitar pontos e locais que se tornem criadouros do mosquito da dengue (Aedes aegypti). O trabalho de capinagem se concentra, nesta quinta-feira (22), no canteiro central da Avenida Integração.

Os trabalhos começaram logo nas primeiras horas da manhã, com uma grande quantidade de trabalhadores focados na remoção de capim e entulhos acumulados no canteiro central da avenida. A execução segue um cronograma criado pela pasta, priorizando os locais com maior incidência e concentração, em metragem, de mato alto. “É um período bastante difícil para manter a cidade organizada, devido ao aumento do volume de chuva, que favorece o crescimento do capim, mas estamos focados na resolução do problema. Nesta quinta, uma grande equipe realiza a limpeza e, após a conclusão, seguiremos para outros pontos da cidade com maior prioridade”, comentou o secretário Vilmar Scherer.

Na semana passada, a Secretaria mobilizou maquinários para a remoção de entulhos, como móveis velhos, restos de construção civil, podas de grama e árvores, roupas e sacos de lixo residencial. “São materiais que a própria população descarta irregularmente, mas nossos servidores da Obras estão empenhados e trabalhando incansavelmente nessas limpezas. No entanto, não podemos esquecer que manter a cidade limpa é um dever de todos; por isso, precisamos do apoio da população para somar conosco”, disse Scherer.

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Um morador que acompanhava a execução dos trabalhos aproveitou a oportunidade para conscientizar os demais moradores sobre a atitude inadequada de descarte de resíduos pessoais. “Eu gostaria de fazer um apelo às pessoas, aos meus vizinhos, a todos os moradores, para cuidar da nossa avenida! Uma avenida bonita como esta aqui, a gente cuida, mas as pessoas não respeitam: vêm e jogam lixo. Isso não deveria acontecer”, salientou, ao apontar que essa prática, além de trazer danos à saúde pública, ofusca a beleza da cidade.

Fiscalização
 

O descarte de resíduos sólidos e massa verde em locais públicos é considerado, por lei, crime ambiental, e quem pratica tal ação fica passível de multa. O secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Klayton Gonçalves, pede ajuda da população na fiscalização. “A população pode nos ajudar nesse processo. Ao ver alguém descartando lixo em local inadequado, tire uma foto ou faça um vídeo, de preferência registrando a placa do veículo, e nos encaminhe pelo WhatsApp, no número (66) 9.9651-2891, que faremos os trâmites para registrar a multa”, disse.

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Onde descartar resíduos sólidos?
 

A Prefeitura conta com um Depósito de Resíduos Sólidos, localizado na Estrada Adalgisa, disponível à população para recebimento de “massa verde” — resíduos de podas, galhos, grama e similares — sem limite de volume máximo, e até 5 m³ (cinco metros cúbicos) de resíduos sólidos e volumosos, como móveis e restos de construção civil.

Para isso, o munícipe deve levar os resíduos até o depósito — por meios próprios ou contratando empresa especializada —, preencher a ficha disponibilizada na entrada/guarita e acessar o espaço para a descarga.

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Programação do VIII SIMAMCA encerra hoje (13) em Sinop com debates sobre conservação ambiental e ciência cidadã

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e em parceria com instituições de ensino e pesquisa, acompanha, hoje (13), o encerramento da programação do VIII Simpósio da Amazônia Meridional em Ciências Ambientais (SIMAMCA).

Com o tema “Conexões Amazônicas: Ciência, Biodiversidade e Sustentabilidade”, o evento – considerado o maior da área em Mato Grosso – reuniu, ao longo da semana, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de diversas instituições para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O encontro teve início na última quarta-feira (10), no Centro de Eventos Dante de Oliveira. Ao longo dos dias, foram promovidos debates sobre ciência, inovação, formação de recursos humanos, conservação ambiental, biodiversidade, mudanças climáticas, desenvolvimento regional, políticas públicas e integração entre instituições de pesquisa.

Para o coordenador do VIII SIMAMCA, Domingos Rodrigues, o evento tem papel estratégico. “Hoje o SIMAMCA é o maior evento de ciências ambientais do Estado de Mato Grosso. Cada ano ele tem uma temática diferente e, neste ano, trabalhamos as ‘Conexões Amazônicas’. Juntamos instituições que fazem pesquisa e formação de recursos humanos para fortalecer cada vez mais a região de Sinop com pesquisa de qualidade e expertise”, destacou.

Segundo ele, a posição estratégica de Sinop contribui para atrair pesquisadores e investimentos em ciência e tecnologia. “A região de Sinop, por essa pujança que tem, precisa cada vez mais unir a produção com a ciência e também com a tecnologia. O agronegócio é muito tecnológico e também depende das questões ambientais para manter sua produtividade”, acrescentou.

Cooperação científica

Entre os participantes da programação esteve o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Henrique Pereira, que destacou a relevância do simpósio para a integração científica na região amazônica. “O SIMAMCA é um seminário que abrange toda a região da Amazônia Meridional para o tema de ciências ambientais. Há uma forte relação entre essa temática, a região e a missão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia”, afirmou.

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Além da participação no evento, o dirigente também cumpriu agenda voltada ao fortalecimento da cooperação técnica e científica entre o INPA e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

O pesquisador do INPA, William Magnusson, ressaltou a importância da integração entre programas de pós-graduação e grupos de pesquisa. “Hoje em dia você não faz ciência individual. As mudanças no conhecimento vêm do trabalho em conjunto com muitas pessoas e pesquisadores de áreas diferentes. É só quando as pessoas comuns têm essas informações em mãos que a ciência, ou a atuação da ciência, vai avançar”, pontuou.

Último dia da programação

A programação deste sábado (13) inicia com uma palestra sobre ciência cidadã na Amazônia, conduzida pela professora Dra. Antonia do Socorro Pena da Gama, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e do Instituto SAPOPEMA. A apresentação abordará aprendizados, desafios e oportunidades para a participação da sociedade na produção do conhecimento científico.

Na sequência, o professor Dr. Fabio de Oliveira Roque, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), discutirá a inclusão interseccional como princípio para programas de pesquisa em biodiversidade.

Outro destaque da manhã será a mesa-redonda voltada às ações de conservação na Amazônia, reunindo representantes de organizações, universidades e órgãos ambientais. O debate abordará experiências relacionadas à Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, iniciativas de conservação e desenvolvimento sustentável promovidas pelo Imazon, os desafios das unidades de conservação da Amazônia Legal e as estratégias adotadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) para fortalecer áreas protegidas na Amazônia mato-grossense.

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Especialistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentarão discussões sobre financiamento da pesquisa científica, biodiversidade, serviços ecossistêmicos e políticas públicas voltadas à ciência e à inovação.

Durante a tarde, a programação seguirá com uma mesa-redonda dedicada à relação entre conservação ambiental e turismo sustentável. Pesquisadores e especialistas da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae-MT) e do Escritório Nacional das Florestas (ONF) discutirão temas como observação de aves, utilização de borboletas e herpetofauna no ecoturismo, conservação de mamíferos amazônicos, biodiversidade e estratégias para fortalecer o turismo sustentável como ferramenta de desenvolvimento regional.

A última mesa-redonda do simpósio será dedicada aos povos originários, abordando a proteção dos territórios indígenas, os saberes tradicionais e a justiça socioambiental. O debate contará com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), além de lideranças dos povos Kuikuro e Rikbaktsa.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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