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Programa Cidade Limpa em Sinop já retirou mais de 400 quilos de cabos irregulares das vias públicas

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Urbanos, em parceria com a concessionária Energisa e empresas do ramo de telecomunicações (internet e telefonia), segue avançando com a operação Cidade Limpa e já contabiliza a retirada de aproximadamente 435 quilos de cabos sem uso, em diferentes pontos da cidade, em 2026.

O programa Cidade Limpa tem como objetivo principal eliminar cabos clandestinos ou sem utilização, reduzir riscos à população e melhorar o aspecto visual da cidade. A iniciativa é realizada em parceria com empresas de telecomunicações e energia, que são notificadas e acompanham os trabalhos de remoção e reordenamento da fiação.

Até o momento, as ações ocorreram em importantes vias de Sinop, como a Avenida das Figueiras, Avenida Júlio Campos, Avenida Bruno Martini e Avenida dos Tarumãs. Somente na primeira intervenção, realizada em 26 de fevereiro, foram retirados 149 quilos de cabos. Já na Júlio Campos, em 5 de março, a equipe recolheu 94,5 quilos, além de promover a organização de diversos trechos da rede.

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Na sequência, durante os trabalhos na Avenida Bruno Martini, no dia 11 de março, o acumulado das três primeiras ações chegou a cerca de 350 quilos de cabos retirados, o que indica aproximadamente 106 quilos recolhidos nesta etapa. Mais recentemente, em 18 de março, a operação na Avenida dos Tarumãs resultou na retirada de outros 86 quilos de fios inutilizados.

Para o empresário e proprietário de uma sorveteria localizada na Avenida dos Tarumãs, Gean Serafim, esse trabalho é de fundamental importância. “Aqui nas proximidades da loja, por exemplo, os fios estavam baixos, alguns arrebentados, bem feio e perigoso mesmo, oferecendo risco para motoqueiros, crianças. Esse é um trabalho bem importante e só temos a agradecer a Prefeitura e a todos os envolvidos por essa preocupação e ação”, destacou.

O prefeito Roberto Dorner destacou a importância do programa para a segurança urbana. “Essa é uma ação que impacta diretamente na qualidade de vida da população. Estamos organizando a cidade, eliminando riscos e deixando Sinop mais bonita e segura”, afirmou.

Paulinho Abreu, vice-prefeito, também reforçou o caráter contínuo da iniciativa. “Importante dizer que não é uma ação pontual. Trata-se de uma força tarefa e vamos seguir avançando em outras regiões, garantindo que a cidade receba esse cuidado e essa organização”, pontuou.

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Já o secretário de Meio Ambiente, Klayton Gonçalves, destacou o trabalho técnico envolvido. “Além da retirada dos cabos sem uso, há todo um processo de identificação e organização da rede existente, o que exige planejamento e parceria com as empresas. Estamos felizes com o resultado até aqui e vamos seguir avançando com esse importante trabalho”, explicou.

A Prefeitura de Sinop informa que novas etapas da operação já estão programadas e devem contemplar outros bairros e avenidas nas próximas semanas, dando continuidade ao cronograma de limpeza e ordenamento da infraestrutura urbana do município.

Confira a galeria de fotos: https://www.flickr.com/photos/prefeituradesinop/albums/72177720332206566/

 

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Programação do VIII SIMAMCA encerra hoje (13) em Sinop com debates sobre conservação ambiental e ciência cidadã

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e em parceria com instituições de ensino e pesquisa, acompanha, hoje (13), o encerramento da programação do VIII Simpósio da Amazônia Meridional em Ciências Ambientais (SIMAMCA).

Com o tema “Conexões Amazônicas: Ciência, Biodiversidade e Sustentabilidade”, o evento – considerado o maior da área em Mato Grosso – reuniu, ao longo da semana, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de diversas instituições para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O encontro teve início na última quarta-feira (10), no Centro de Eventos Dante de Oliveira. Ao longo dos dias, foram promovidos debates sobre ciência, inovação, formação de recursos humanos, conservação ambiental, biodiversidade, mudanças climáticas, desenvolvimento regional, políticas públicas e integração entre instituições de pesquisa.

Para o coordenador do VIII SIMAMCA, Domingos Rodrigues, o evento tem papel estratégico. “Hoje o SIMAMCA é o maior evento de ciências ambientais do Estado de Mato Grosso. Cada ano ele tem uma temática diferente e, neste ano, trabalhamos as ‘Conexões Amazônicas’. Juntamos instituições que fazem pesquisa e formação de recursos humanos para fortalecer cada vez mais a região de Sinop com pesquisa de qualidade e expertise”, destacou.

Segundo ele, a posição estratégica de Sinop contribui para atrair pesquisadores e investimentos em ciência e tecnologia. “A região de Sinop, por essa pujança que tem, precisa cada vez mais unir a produção com a ciência e também com a tecnologia. O agronegócio é muito tecnológico e também depende das questões ambientais para manter sua produtividade”, acrescentou.

Cooperação científica

Entre os participantes da programação esteve o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Henrique Pereira, que destacou a relevância do simpósio para a integração científica na região amazônica. “O SIMAMCA é um seminário que abrange toda a região da Amazônia Meridional para o tema de ciências ambientais. Há uma forte relação entre essa temática, a região e a missão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia”, afirmou.

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Além da participação no evento, o dirigente também cumpriu agenda voltada ao fortalecimento da cooperação técnica e científica entre o INPA e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

O pesquisador do INPA, William Magnusson, ressaltou a importância da integração entre programas de pós-graduação e grupos de pesquisa. “Hoje em dia você não faz ciência individual. As mudanças no conhecimento vêm do trabalho em conjunto com muitas pessoas e pesquisadores de áreas diferentes. É só quando as pessoas comuns têm essas informações em mãos que a ciência, ou a atuação da ciência, vai avançar”, pontuou.

Último dia da programação

A programação deste sábado (13) inicia com uma palestra sobre ciência cidadã na Amazônia, conduzida pela professora Dra. Antonia do Socorro Pena da Gama, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e do Instituto SAPOPEMA. A apresentação abordará aprendizados, desafios e oportunidades para a participação da sociedade na produção do conhecimento científico.

Na sequência, o professor Dr. Fabio de Oliveira Roque, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), discutirá a inclusão interseccional como princípio para programas de pesquisa em biodiversidade.

Outro destaque da manhã será a mesa-redonda voltada às ações de conservação na Amazônia, reunindo representantes de organizações, universidades e órgãos ambientais. O debate abordará experiências relacionadas à Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, iniciativas de conservação e desenvolvimento sustentável promovidas pelo Imazon, os desafios das unidades de conservação da Amazônia Legal e as estratégias adotadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) para fortalecer áreas protegidas na Amazônia mato-grossense.

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Especialistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentarão discussões sobre financiamento da pesquisa científica, biodiversidade, serviços ecossistêmicos e políticas públicas voltadas à ciência e à inovação.

Durante a tarde, a programação seguirá com uma mesa-redonda dedicada à relação entre conservação ambiental e turismo sustentável. Pesquisadores e especialistas da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae-MT) e do Escritório Nacional das Florestas (ONF) discutirão temas como observação de aves, utilização de borboletas e herpetofauna no ecoturismo, conservação de mamíferos amazônicos, biodiversidade e estratégias para fortalecer o turismo sustentável como ferramenta de desenvolvimento regional.

A última mesa-redonda do simpósio será dedicada aos povos originários, abordando a proteção dos territórios indígenas, os saberes tradicionais e a justiça socioambiental. O debate contará com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), além de lideranças dos povos Kuikuro e Rikbaktsa.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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