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Prefeitura reforça mobilização para combater arboviroses

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ACSs e ACEs passam por atualização com equipe do Eco Sorriso

O auditório da CDL foi palco, nesta quinta-feira (14 de agosto), de um momento de integração e renovação de saberes para Agentes Comunitários de Saúde (ACSs) e Agentes de Combate a Endemias (ACEs). Para reforçar os cuidados com a limpeza urbana, o que traz impactos diretos à saúde pública.

Coordenadora do Eco Sorriso, Rawena de Oliveira palestrou sobre todo o trabalho realizado para garantir a eficiência na limpeza urbana. “Os ACSs e ACEs são figuras importantíssimas para contribuir com a mobilização social, estimulando a colaboração com o trabalho desenvolvido pelo poder público, reforçando a importância de cada cidadão se tornar responsável pela manutenção da limpeza de sua casa, seu quintal, respeitando os períodos de coleta e, desta forma, garantir ambientes sempre limpos, e, principalmente livres do mosquito da dengue.”

Moacir Campos, responsável pelo setor de Limpeza Urbana da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra), também reforçou a importância do trabalho coletivo. “Estamos à disposição para seguir o trabalho para manter a cidade sempre limpa, o que é fundamental para a saúda da nossa população”.

A coordenadora da Atenção Primária, Cátia Luciano, acrescenta que a Secretaria de Saúde (Semsa) tem uma capilaridade muito grande. “São mais de 200 agentes levando informações às residências do município, e essa integração vem a somar com as ações especialmente da coleta seletiva, pois vamos informar o cidadão sobre a importância desta, e de outras ações.”

Para potencializar o trabalho, desde o mês passado, a Semsa e a Sintra somaram esforços para apertar o cerco contra o Aedes aegypti, reduzindo assim os casos de arboviroses, como a dengue ou a chikungunya.

Junto ao recolhimento de resíduos sólidos volumosos (móveis e eletrodomésticos velhos e sem serventia, assim como restos de jardinagem), aquela coleta do calendário, as demais equipes Sintra farão um “pente-fino” nos setores, com limpeza de bocas de lobo, roçada em terrenos públicos que possam estar sujos, troca de lâmpadas da iluminação pública e tapa-buracos.

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Identificação de pontos críticos

O trabalho está sendo feito a partir do mapa de calor fornecido pela Secretaria de Saúde (Semsa), que aponta os pontos com maior incidência de infestação do Aedes. Este mapa é obtido a partir das ovitrampas, também chamadas de armadilhas de oviposição, que são pequenos recipientes de plástico, que servem para que as fêmeas do Aedes coloquem seus ovos.

Poucos dias após a instalação, é feita a substituição da palheta e os ovos são retirados do ambiente pelo agente de endemias, antes que nasçam as larvas do mosquito. A armadilha serve para indicar a presença do inseto no local, a quantidade de ovos produzida por área e, ainda, ajuda a remover os ovos do vetor da natureza.

Ações específicas

Nas áreas com grande circulação de pessoas, como escolas e unidades de saúde, será feito a borrifação residual intradomiciliar (BRI), que consiste na aplicação de inseticida residual em partes das paredes internas de imóveis especiais (IE). O material aplicado, enviado pelo Ministério da Saúde, é seguro à população, animais domésticos e meio ambiente.

Nestes prédios públicos, também será feita uma limpeza minuciosa, dado que, com a seca, diminui a oferta de água ao mosquito, que busca refúgio naquele restinho de água que possa ter ficado na calha, ou mesmo no ralo do banheiro.

Com a coleta de resíduos volumosos, a Prefeitura recolhe móveis e eletrodomésticos velhos e inservíveis; assim como restos da limpeza de jardins (folhas e restos vegetais que podem servir como criadouro de insetos e animais peçonhentos, como a grama quando é cortada).

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O que não é coletado?

Galhos maiores, resultado de podas, devem ser levados pelo próprio morador até o Depósito Municipal de Entulhos e Galhadas (DMEG – antigo Lixão). Restos de construção civil também não são coletados em casa e devem ser recolhidos por empresas especializadas nesta coleta. Se for pouco volume, o próprio morador pode levar os resíduos de construção ao DMEG, que funciona todos os dias da semana (inclusive aos fins de semana), das 6h às 18h.

Resíduos industriais não são recolhidos de forma alguma e devem ter uma destinação específica. A coleta de resíduos sólidos volumosos também não é realizada em empresas.

Tá confundindo as coletas?

Coleta de Resíduos Volumosos: Nesta modalidade, feita, mais ou menos, a cada dois meses, de acordo com calendário específico, são retirados itens como eletrodomésticos velhos e inservíveis e os resíduos sólidos provenientes da limpeza de jardim.

Coleta Seletiva: É a coleta do que não é lixo e pode ter vida nova na indústria. São os chamados materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, alumínio (e outros metais), e isopor. Esta coleta é feita uma vez por semana, de acordo com calendário que está um tantinho mais abaixo.

Coleta de lixo doméstico: Esta é a coleta do lixo, que leva para o aterro sanitário os resíduos como restos de alimentos e dejetos.

Tem alguma dúvida? Entre em contato com o 66 99603 7730.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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