Várzea Grande

Educação reforça parceria com Estado para fortalecimento e gestão do ensino

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Entre as ações de cooperação estão os programas Muxirum da Alfabetização e o Prêmio Alfabetiza MT, que neste ano premiou 12 escolas da rede municipal de Várzea Grande

O secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Igor Cunha, recebeu nesta manhã de quarta-feira, 15, em seu gabinete a Diretora Metropolitana de Educação (DME) da Seduc/MT, Christina Barbosa Guimarães Ferreira, e sua equipe para uma reunião de apresentação das ações do Regime de Colaboração desenvolvido pela Educação de Mato Grosso.

O Regime de Colaboração é uma estratégia de cooperação e gestão integrada entre o Estado e os municípios de Mato Grosso para aprimorar a educação, visando fortalecer as políticas educacionais por meio do trabalho conjunto. Esta parceria fortalece a gestão, capacita professores, otimiza recursos e melhora o atendimento aos estudantes, sendo institucionalizada pela criação da Secretaria Adjunta do Regime de Colaboração.

Entre as ações de cooperação estão os programas Muxirum da Alfabetização que oferece alfabetização gratuita para jovens, adultos e idosos com 15 anos ou mais, com o objetivo de reduzir o analfabetismo no estado e o Prêmio Alfabetiza MT, que oferta material e formação para o 1°e 2° ano e este ano premiou 12 escolas da rede municipal de Várzea Grande.

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De acordo com a diretora Christina Barbosa, Várzea Grande já é parceiro com vários programas do Regime de Colaboração e a ideia é ampliar essa parceria, colocando à disposição da Secretaria de Educação outros programas para serem desenvolvidos, beneficiando cada vez mais a comunidade escolar. “O diálogo constante entre gestores estaduais e municipais têm proporcionado planejamento em conjunto, formação de professores, melhoria na distribuição de recursos e ações integradas para elevar os índices educacionais” declarou.

O secretário Igor Cunha reafirmou o compromisso de fortalecer e ampliar as parcerias que contribuam para as políticas voltadas à melhoria da educação em Várzea Grande. Para o secretário, o Regime de Colaboração é mais que uma política pública, é a materialização de um pacto pela Educação, que reconhece o avanço quando não se caminha isolado. “Esse movimento de integração fortalece as estratégias de ensino, potencializa recursos e valoriza a atuação conjunta em benefício dos estudantes” pontuou.

Participaram da reunião, a subsecretária de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, profª Eva de Paulo, o superintendente de Gestão Escolar, profº Gilmar Mussa, a superintendente Pedagógica, profª Wilcimara Carnelos e a coordenadora do setor de Legislação e Normas, Silmara Feitosa.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Capacitação em hanseníase amplia diagnóstico e identifica 42 novos casos em Várzea Grande

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O que poderia ser apenas mais uma consulta de rotina acabou contribuindo para uma avaliação mais detalhada do tratamento de uma paciente com hanseníase em Várzea Grande. Sueli Alves da Rosa já fazia acompanhamento contra a doença e procurou a unidade de saúde durante uma capacitação realizada pela rede municipal para saber se já poderia receber alta da medicação.

Durante a avaliação, os profissionais entenderam que ainda era necessário manter o tratamento e o acompanhamento. A decisão foi tomada a partir da análise do quadro clínico da paciente, que deverá retornar à unidade para uma nova avaliação dentro do período definido pela equipe médica.

A situação de Sueli é um exemplo de como a capacitação aproxima o conhecimento técnico da realidade dos pacientes. Ao longo da atividade, os profissionais puderam avaliar casos reais, discutir condutas e aprofundar a identificação de sinais da doença, alterações neurológicas, reações hansênicas, recidivas e a necessidade de acompanhamento.

Realizada nas Unidades de Saúde da Família (USFs) dos bairros Parque do Lago e Maringá, a capacitação resultou em 108 atendimentos e na identificação de 42 novos casos de hanseníase. Do total, 36 foram registrados em adultos e seis em crianças menores de 15 anos. Também foram identificadas 11 recidivas — retorno da doença — ou outros reingressos.

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O número de casos encontrados mostra a importância da avaliação dermatoneurológica e da busca ativa dentro da Atenção Primária. Entre os pacientes avaliados, também foram identificados casos com diferentes graus de incapacidade física (GIF): 15 pacientes com GIF 0, 23 com GIF 1 e 15 com GIF 2.

Os casos de crianças menores de 15 anos chamam atenção porque exigem uma investigação mais cuidadosa dos contatos e do histórico epidemiológico, além do acompanhamento pela equipe de saúde.

Conhecimento compartilhado entre municípios

Além dos profissionais de Várzea Grande, participaram da capacitação trabalhadores dos municípios de Chapada dos Guimarães, Nossa Senhora do Livramento, Santo Antônio do Leverger, Poconé e Nova Brasilândia, ampliando a troca de experiências entre as equipes que atuam no enfrentamento da hanseníase.

Ao todo, 23 profissionais de Várzea Grande participaram diretamente da capacitação: 10 enfermeiros, 12 médicos e um dentista. A atividade foi conduzida pela enfermeira especialista Adriana de Oliveira Matos, responsável técnica pela Linha de Cuidado da Hanseníase e pelas equipes do Ambulatório de Atenção Especializada e Regionalizado em Hanseníase (AAER), localizado no Centro de Especialidade em Saúde, conhecido como Postão.

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Mais do que atualizar conhecimentos, a proposta foi levar os profissionais para dentro da realidade do atendimento. A partir dos casos encontrados nas próprias unidades, foi possível discutir diagnóstico, tratamento, avaliação dos nervos periféricos, prevenção de incapacidades e acompanhamento dos pacientes.

A orientação dos profissionais é que os pacientes em tratamento mantenham o acompanhamento e retornem às consultas mesmo quando percebem melhora. A hanseníase pode provocar alterações nos nervos e incapacidades físicas, e a avaliação regular permite identificar essas mudanças e agir antes que os danos se agravem.

A experiência reforça o papel das unidades de saúde como porta de entrada para o diagnóstico e o acompanhamento da hanseníase e mostra que, muitas vezes, uma avaliação cuidadosa pode fazer a diferença na condução do tratamento.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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