Várzea Grande

GM prende homem que retirou placa da motocicleta e ainda tentou fugir

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Ação terminou na Rua Nazaré, próximo à boate Oba Oba, onde os agentes conseguiram realizar a abordagem, sendo necessário o uso de técnica de imobilização

A Guarda Municipal de Várzea Grande prendeu, na tarde desta quarta-feira (5), dois suspeitos que circulavam em uma motocicleta Honda Sahara, de cor vermelha e sem placa, na região do Zero km.

Durante rondas pela Avenida Ulisses Pompeu, nas proximidades da rotatória do Zero KM, a guarnição avistou os dois indivíduos em atitude suspeita. Foi dada ordem de parada para abordagem, porém, os suspeitos desobedeceram e fugiram, iniciando um acompanhamento.

Durante o acompanhamento, os homens colocaram em risco a própria vida, a de terceiros. O acompanhamento terminou na Rua Nazaré, próximo à boate Oba Oba, onde os GM’s conseguiram realizar a abordagem, apesar da resistência apresentada pelos suspeitos, sendo necessário o uso de técnica de imobilização.

Questionado sobre a ausência da placa, o condutor de 23 anos, afirmou que havia retirado o item há cerca de uma semana e não soube explicar o motivo para suprimir a placa do veículo.

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Diante dos fatos, foi dada voz de prisão por desobediência, resistência e adulteração de sinal identificador de veículo automotor. Ambos foram encaminhados à Delegacia e entregues ao delegado de plantão.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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