Várzea Grande

IPTU 2025 pode ser pago em casas lotéricas com CPF do titular do imóvel

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Tributo pode ser pago com até 20% de desconto. Quem estiver com débitos pode aderir ao Refis e aproveitar todos os benefícios. O programa de renegociação de dívidas termina amanhã (10), em Várzea Grande

O contribuinte de Várzea Grande pode pagar o Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) em casas lotéricas com o número do CPF do titular ou com número de inscrição do imóvel. Vale lembrar que o vencimento para pagamento da primeira parcela e da cota única, com desconto de até 20%, é para esta sexta-feira (11).

O secretário municipal de Gestão Fazendária, José Francisco Mazzuco Júnior, os boletos também podem ser emitidos na aba IPTU pelo site oficial da Prefeitura, pelo atendimento virtual no WhatsApp (65) 98459-8124 ou de forma presencial na sede da Prefeitura de Várzea Grande e na Subprefeitura do bairro Cristo Rei.

“Hoje, nosso IPTU é virtual e isso tem ajudado muito para agilizar os atendimentos presenciais, como também facilitado a vida de grande parte dos nossos contribuintes. Estamos dando mais alternativas de pagamento, como também proporcionando mais conforto e agilidade ao munícipe”, disse Mazzuco.

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ATENÇÃO AO REFIS – O secretário também relembra que o Programa de Regularização Fiscal (Refis 2025) finaliza amanhã, quinta-feira, dia 10. “O contribuinte regularizado junto ao Fisco Municipal garante vantagens, como por exemplo, o desconto de 20% no IPTU. Estamos convocando a nossa população para que regularize a situação para que tenha acesso a diversos benefícios”, disse.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Capacitação em hanseníase amplia diagnóstico e identifica 42 novos casos em Várzea Grande

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O que poderia ser apenas mais uma consulta de rotina acabou contribuindo para uma avaliação mais detalhada do tratamento de uma paciente com hanseníase em Várzea Grande. Sueli Alves da Rosa já fazia acompanhamento contra a doença e procurou a unidade de saúde durante uma capacitação realizada pela rede municipal para saber se já poderia receber alta da medicação.

Durante a avaliação, os profissionais entenderam que ainda era necessário manter o tratamento e o acompanhamento. A decisão foi tomada a partir da análise do quadro clínico da paciente, que deverá retornar à unidade para uma nova avaliação dentro do período definido pela equipe médica.

A situação de Sueli é um exemplo de como a capacitação aproxima o conhecimento técnico da realidade dos pacientes. Ao longo da atividade, os profissionais puderam avaliar casos reais, discutir condutas e aprofundar a identificação de sinais da doença, alterações neurológicas, reações hansênicas, recidivas e a necessidade de acompanhamento.

Realizada nas Unidades de Saúde da Família (USFs) dos bairros Parque do Lago e Maringá, a capacitação resultou em 108 atendimentos e na identificação de 42 novos casos de hanseníase. Do total, 36 foram registrados em adultos e seis em crianças menores de 15 anos. Também foram identificadas 11 recidivas — retorno da doença — ou outros reingressos.

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O número de casos encontrados mostra a importância da avaliação dermatoneurológica e da busca ativa dentro da Atenção Primária. Entre os pacientes avaliados, também foram identificados casos com diferentes graus de incapacidade física (GIF): 15 pacientes com GIF 0, 23 com GIF 1 e 15 com GIF 2.

Os casos de crianças menores de 15 anos chamam atenção porque exigem uma investigação mais cuidadosa dos contatos e do histórico epidemiológico, além do acompanhamento pela equipe de saúde.

Conhecimento compartilhado entre municípios

Além dos profissionais de Várzea Grande, participaram da capacitação trabalhadores dos municípios de Chapada dos Guimarães, Nossa Senhora do Livramento, Santo Antônio do Leverger, Poconé e Nova Brasilândia, ampliando a troca de experiências entre as equipes que atuam no enfrentamento da hanseníase.

Ao todo, 23 profissionais de Várzea Grande participaram diretamente da capacitação: 10 enfermeiros, 12 médicos e um dentista. A atividade foi conduzida pela enfermeira especialista Adriana de Oliveira Matos, responsável técnica pela Linha de Cuidado da Hanseníase e pelas equipes do Ambulatório de Atenção Especializada e Regionalizado em Hanseníase (AAER), localizado no Centro de Especialidade em Saúde, conhecido como Postão.

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Mais do que atualizar conhecimentos, a proposta foi levar os profissionais para dentro da realidade do atendimento. A partir dos casos encontrados nas próprias unidades, foi possível discutir diagnóstico, tratamento, avaliação dos nervos periféricos, prevenção de incapacidades e acompanhamento dos pacientes.

A orientação dos profissionais é que os pacientes em tratamento mantenham o acompanhamento e retornem às consultas mesmo quando percebem melhora. A hanseníase pode provocar alterações nos nervos e incapacidades físicas, e a avaliação regular permite identificar essas mudanças e agir antes que os danos se agravem.

A experiência reforça o papel das unidades de saúde como porta de entrada para o diagnóstico e o acompanhamento da hanseníase e mostra que, muitas vezes, uma avaliação cuidadosa pode fazer a diferença na condução do tratamento.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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