Várzea Grande

Jardim Glória II, Jardim dos Estados, Mapim e Mário Andreazza recebem força-tarefa de limpeza urbana

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, mantém uma programação diária de limpeza urbana que atende diferentes regiões do município. Nesta semana, as equipes concentram os trabalhos no Jardim Glória II, Jardim dos Estados, bairro Mapim e ao longo da Rodovia Mário Andreazza, reforçando o compromisso da gestão da prefeita Flávia Moretti com a conservação dos espaços públicos e a qualidade de vida da população.

Cada local atendido possui características próprias e demanda atenção contínua. No Jardim Glória II, bairro predominantemente residencial, a limpeza contribui para a preservação das vias e das áreas utilizadas pelos moradores. No Jardim dos Estados, a manutenção garante mais organização em uma região de grande circulação de pessoas e veículos. Já o bairro Mapim, um dos mais populosos de Várzea Grande, recebe serviços essenciais para manter ruas e espaços públicos limpos e seguros.

Na Rodovia Mário Andreazza, um dos principais corredores de ligação entre Várzea Grande e Cuiabá, os trabalhos de limpeza e manutenção também são fundamentais para melhorar o aspecto urbano, oferecer mais segurança aos motoristas e valorizar uma das vias mais movimentadas da cidade.

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Mais de 30 trabalhadores, com o apoio de máquinas e equipamentos, participam diariamente dessa força-tarefa, executando serviços como capina, roçagem, retirada de resíduos, poda de árvores e demais ações de manutenção urbana. As equipes seguem um cronograma permanente que contempla todas as regiões do município.

O secretário municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, destaca que o trabalho integra o planejamento da administração municipal para oferecer uma cidade mais organizada e acolhedora.

“A determinação da prefeita Flávia Moretti é manter Várzea Grande cada vez mais limpa, organizada e bem cuidada. Nossas equipes trabalham diariamente para atender os bairros e as principais vias da cidade, levando mais qualidade de vida, segurança e bem-estar para a população. Esse é um serviço contínuo, que beneficia diretamente todos os várzea-grandenses”, afirmou o secretário.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Setembro Amarelo leva acolhimento, escuta e informação sobre saúde mental à comunidade de VG

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Uma manhã de acolhimento, escuta e muita emoção marcou a ação do Setembro Amarelo realizada na Unidade de Saúde da Família do Jardim Santa Isabel, em Várzea Grande. Coordenada pela equipe da unidade, sob responsabilidade da enfermeira Cida Campos, a programação levou informações sobre saúde mental para perto da comunidade de forma leve, participativa e descontraída.

A atividade começou com um alongamento conduzido pelo professor de Educação Física Jonas, preparando os pacientes para uma manhã de interação. Em seguida, a equipe propôs a dinâmica “Explosão de Alívio: você não está sozinho”.

Em um painel, balões traziam palavras que representam sentimentos e situações vivenciadas por muitas pessoas, como medo, raiva, ansiedade e insegurança. Cada participante escolhia um balão relacionado ao sentimento que estava enfrentando naquele momento. Ao estourá-lo, encontrava uma mensagem de encorajamento, como forma de enfrentar e ressignificar aquela emoção.

Depois, a atividade continuava com uma corda, utilizada pelos participantes para extravasar os sentimentos. A proposta era colocar para fora aquilo que, muitas vezes, fica guardado.

A aposentada Maria Lúcia Zanon Ramos, de 64 anos, participou da dinâmica e lembrou de um momento em que precisou do acolhimento da equipe da unidade durante um tratamento para depressão. Segundo ela, após suspender a medicação por conta própria, chegou à unidade nervosa e chorosa e encontrou profissionais dispostos a ouvi-la e orientá-la.

“Quando fiz tratamento de câncer, também precisei muito de pessoas que me ouvissem. Eu precisava falar, desabafar. Então, quando a gente encontra um amigo, uma pessoa que dá atenção, isso é muito importante”, contou.

Na dinâmica, Maria Lúcia escolheu a mensagem “Bota para fora tudo que está dentro do meu coração”. Depois, usou a corda para representar esse momento de colocar para fora aquilo que sentia.

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“Eu sacudi aquela corda com toda a força para botar para fora tudo o que sinto dentro de mim”, relatou.

Atenção aos sinais começa dentro de casa

Durante a programação, o médico de família Anderson Leal também conversou com os pacientes sobre a importância de observar mudanças de comportamento, palavras e atitudes de familiares e pessoas próximas.

Ele reforçou que sinais de sofrimento emocional não devem ser ignorados e que buscar ajuda é fundamental. As unidades de saúde podem realizar o acolhimento, orientar e encaminhar os pacientes quando necessário, de acordo com cada situação.

Para a gerente da unidade, Maristela de Moraes, realizar ações como essa junto à comunidade faz parte do papel da saúde pública.

“É muito importante a unidade estar à frente de ações como essa, próxima da comunidade, principalmente para tratar de um assunto tão importante como o Setembro Amarelo. Nosso papel como saúde é acolher, orientar e encaminhar os pacientes que estão enfrentando problemas como depressão e ansiedade”, destacou.

Olhar atento pode ajudar a identificar sinais

A responsável técnica da unidade, enfermeira Cida Campos, ressalta que o cuidado com a saúde mental precisa acontecer durante todo o ano, e não somente em setembro.

“É muito importante que toda a equipe se mobilize, tanto pelos profissionais da saúde quanto pela população que precisa de ajuda. Temos que estar aqui de braços abertos para acolher, dar um abraço e uma palavra de conforto. O Setembro Amarelo reforça essa atenção, mas esse cuidado precisa existir o ano inteiro”, afirmou.

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Cida também chama a atenção para a necessidade de profissionais e familiares observarem mudanças no comportamento, principalmente entre adolescentes. Segundo ela, a unidade já recebeu casos de adolescentes em sofrimento emocional que apresentavam sinais de automutilação.

Em um dos casos, uma adolescente chegou acompanhada pela coordenadora da escola. Ela era retraída, falava pouco e costumava usar blusas de manga comprida mesmo em dias de calor. A escola não havia identificado inicialmente o motivo do comportamento, mas buscou a unidade para pedir orientação.

A equipe realizou o acolhimento e, diante dos sinais identificados, fez o encaminhamento adequado para acompanhamento especializado.

“É muito importante nós, profissionais da saúde, estarmos atentos. Muitas vezes, os adolescentes usam blusas de frio, capuz ou mangas compridas para esconder as marcas. Precisamos ter essa percepção no olhar e prestar atenção às mudanças de comportamento”, explicou Cida.

Quando necessário, os casos são encaminhados para os serviços da Rede de Atenção Psicossocial, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), além de acompanhamento com profissionais especializados e ações integradas ao Programa Saúde na Escola.

A ação no Jardim Santa Isabel mostrou que falar sobre saúde mental também pode ser uma oportunidade para criar vínculos, estimular a escuta e lembrar que ninguém precisa enfrentar sozinho sentimentos que parecem difíceis de suportar.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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