Várzea Grande

Na reta final das montagens, vereadores e secretários visitam estrutura da ExpoVG 2026

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Várzea Grande está prestes a viver um dos maiores eventos de sua história. Na reta final das montagens, a prefeita Flávia Moretti, vereadores e secretários municipais realizaram, nesta terça-feira (12), uma visita técnica à estrutura da ExpoVG 2026, que acontece entre os dias 14 e 17 de maio, no bairro Chapéu do Sol, dentro da programação oficial de aniversário dos 159 anos da Cidade Industrial.

Durante a visita, estiveram presentes os vereadores Joaquim Antunes, Rogério Dakar, Rosy Prado, Charles da Educação e Sardinha, além da secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), Maria Fernanda Figueiredo, da secretária de Assuntos Estratégicos, Ina de Maria, e da secretária de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, Fabyane Nagazawa.

A ExpoVG marca o retorno da tradicional feira após 21 anos, com estrutura grandiosa e programação voltada ao entretenimento, ao fortalecimento da economia e à retomada do protagonismo industrial do município.

Um dos grandes destaques do evento é o palco principal, com 16 metros de altura e 60 metros de largura, reforçando o porte da festa, que promete atrair milhares de pessoas ao longo dos quatro dias.

A prefeita Flávia Moretti destacou que a ExpoVG simboliza desenvolvimento e oportunidades para toda a população.

“Estamos na reta final e é emocionante ver a grandiosidade dessa estrutura. A ExpoVG volta como um marco para Várzea Grande, resgatando nossa tradição e fortalecendo o título de Cidade Industrial. É um evento que gera emprego, renda e oportunidade para produtores, comerciantes e trabalhadores informais”, afirmou.

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O vereador Clayton Sardinha, vice-líder do Executivo Municipal, também ressaltou a importância do evento para o município. “A ExpoVG é um resgate para nossa indústria e para o comércio de Várzea Grande. Além de trazer e posicionar a cidade, promove lazer, oportunidade aos trabalhadores informais e fomenta a economia. É um marco”, disse.

Já a vereadora Rosy Prado destacou o retorno da feira como um momento histórico. “Para nós é um momento ímpar, retorno de uma grandiosa festa com entretenimento e geração de renda. Parabenizo a prefeitura e os parceiros. Feliz de termos a ExpoVG nesses 159 anos da cidade”, declarou.

Além da programação cultural e de shows nacionais e regionais, a ExpoVG terá exposições, fóruns e painéis voltados a pequenos e médios produtores, apresentação de maquinários, rodeio, gastronomia e ações estratégicas de incentivo à atração de investimentos e fortalecimento do setor produtivo.

Outro destaque será a Feira da Família, voltada à valorização da agricultura familiar, dando visibilidade ao potencial produtivo local e ampliando oportunidades de comercialização, em alinhamento às diretrizes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

A prefeita também reforçou que o município participa como parceiro institucional do evento, oferecendo suporte logístico e apoio na organização, sem repasse financeiro. “Somos parceiros na organização e no apoio logístico, especialmente no trânsito, sem transferência de recursos”, explicou.

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Os custos dos shows serão viabilizados por meio de emendas parlamentares, garantindo que o evento ocorra sem impacto direto no orçamento municipal.

PROGRAMAÇÃO DE SHOWS

14 de maio (quinta-feira)
* Natanzinho Lima
* Jero Neto
* Boy Munhoz

15 de maio (sexta-feira – feriado e aniversário da cidade)
* Lauana Prado
* Bruno Vinicius
* Banda Novo Som

16 de maio (sábado)
* Maiara & Maraisa
* Fernanda Leite
* João Felipe
* Júnior & Morais

17 de maio (domingo)
* Os Federais
* Ricco & Léo
* Cris Campelo
* Júnior & Morais
* Show católico e atrações culturais

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Setembro Amarelo leva acolhimento, escuta e informação sobre saúde mental à comunidade de VG

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Uma manhã de acolhimento, escuta e muita emoção marcou a ação do Setembro Amarelo realizada na Unidade de Saúde da Família do Jardim Santa Isabel, em Várzea Grande. Coordenada pela equipe da unidade, sob responsabilidade da enfermeira Cida Campos, a programação levou informações sobre saúde mental para perto da comunidade de forma leve, participativa e descontraída.

A atividade começou com um alongamento conduzido pelo professor de Educação Física Jonas, preparando os pacientes para uma manhã de interação. Em seguida, a equipe propôs a dinâmica “Explosão de Alívio: você não está sozinho”.

Em um painel, balões traziam palavras que representam sentimentos e situações vivenciadas por muitas pessoas, como medo, raiva, ansiedade e insegurança. Cada participante escolhia um balão relacionado ao sentimento que estava enfrentando naquele momento. Ao estourá-lo, encontrava uma mensagem de encorajamento, como forma de enfrentar e ressignificar aquela emoção.

Depois, a atividade continuava com uma corda, utilizada pelos participantes para extravasar os sentimentos. A proposta era colocar para fora aquilo que, muitas vezes, fica guardado.

A aposentada Maria Lúcia Zanon Ramos, de 64 anos, participou da dinâmica e lembrou de um momento em que precisou do acolhimento da equipe da unidade durante um tratamento para depressão. Segundo ela, após suspender a medicação por conta própria, chegou à unidade nervosa e chorosa e encontrou profissionais dispostos a ouvi-la e orientá-la.

“Quando fiz tratamento de câncer, também precisei muito de pessoas que me ouvissem. Eu precisava falar, desabafar. Então, quando a gente encontra um amigo, uma pessoa que dá atenção, isso é muito importante”, contou.

Na dinâmica, Maria Lúcia escolheu a mensagem “Bota para fora tudo que está dentro do meu coração”. Depois, usou a corda para representar esse momento de colocar para fora aquilo que sentia.

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“Eu sacudi aquela corda com toda a força para botar para fora tudo o que sinto dentro de mim”, relatou.

Atenção aos sinais começa dentro de casa

Durante a programação, o médico de família Anderson Leal também conversou com os pacientes sobre a importância de observar mudanças de comportamento, palavras e atitudes de familiares e pessoas próximas.

Ele reforçou que sinais de sofrimento emocional não devem ser ignorados e que buscar ajuda é fundamental. As unidades de saúde podem realizar o acolhimento, orientar e encaminhar os pacientes quando necessário, de acordo com cada situação.

Para a gerente da unidade, Maristela de Moraes, realizar ações como essa junto à comunidade faz parte do papel da saúde pública.

“É muito importante a unidade estar à frente de ações como essa, próxima da comunidade, principalmente para tratar de um assunto tão importante como o Setembro Amarelo. Nosso papel como saúde é acolher, orientar e encaminhar os pacientes que estão enfrentando problemas como depressão e ansiedade”, destacou.

Olhar atento pode ajudar a identificar sinais

A responsável técnica da unidade, enfermeira Cida Campos, ressalta que o cuidado com a saúde mental precisa acontecer durante todo o ano, e não somente em setembro.

“É muito importante que toda a equipe se mobilize, tanto pelos profissionais da saúde quanto pela população que precisa de ajuda. Temos que estar aqui de braços abertos para acolher, dar um abraço e uma palavra de conforto. O Setembro Amarelo reforça essa atenção, mas esse cuidado precisa existir o ano inteiro”, afirmou.

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Cida também chama a atenção para a necessidade de profissionais e familiares observarem mudanças no comportamento, principalmente entre adolescentes. Segundo ela, a unidade já recebeu casos de adolescentes em sofrimento emocional que apresentavam sinais de automutilação.

Em um dos casos, uma adolescente chegou acompanhada pela coordenadora da escola. Ela era retraída, falava pouco e costumava usar blusas de manga comprida mesmo em dias de calor. A escola não havia identificado inicialmente o motivo do comportamento, mas buscou a unidade para pedir orientação.

A equipe realizou o acolhimento e, diante dos sinais identificados, fez o encaminhamento adequado para acompanhamento especializado.

“É muito importante nós, profissionais da saúde, estarmos atentos. Muitas vezes, os adolescentes usam blusas de frio, capuz ou mangas compridas para esconder as marcas. Precisamos ter essa percepção no olhar e prestar atenção às mudanças de comportamento”, explicou Cida.

Quando necessário, os casos são encaminhados para os serviços da Rede de Atenção Psicossocial, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), além de acompanhamento com profissionais especializados e ações integradas ao Programa Saúde na Escola.

A ação no Jardim Santa Isabel mostrou que falar sobre saúde mental também pode ser uma oportunidade para criar vínculos, estimular a escuta e lembrar que ninguém precisa enfrentar sozinho sentimentos que parecem difíceis de suportar.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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