Várzea Grande

Servidoras da secretaria de Saúde comemoram data com café da tarde

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O encontro começou com a participação das servidoras em uma transmissão ao vivo realizada pela prefeita ao lado da consultora Luciana Falcão. No bate-papo elas abordaram o protagonismo feminino na gestão pública e os avanços conquistados pelas mulheres nos espaços de liderança

Em clima de celebração e reconhecimento, as servidoras da sede da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande comemoraram o 8 de Março – Dia Internacional da Mulher – com um café da tarde especial, ontem (9). A iniciativa do encontro foi proposta pela prefeita Flávia Moretti (PL).

O encontro começou com a participação das servidoras em uma transmissão ao vivo (live) realizada pela prefeita ao lado da consultora Luciana Falcão. No bate-papo elas abordaram o protagonismo feminino na gestão pública e os avanços conquistados pelas mulheres nos espaços de liderança.

Para a servidora administrativa Maria Aparecida Santos, o momento foi de reconhecimento e união entre as colegas de trabalho. “É muito gratificante participar de um momento como esse. Nós mulheres estamos em todos os setores da saúde e sabemos da importância do nosso trabalho. Esse reconhecimento nos motiva ainda mais a continuar fazendo o nosso melhor pela população”, afirmou.

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Após acompanhar a live, a secretária de Saúde, Deisi Bocalon aproveitou o momento para parabenizar todas as mulheres que atuam na Secretaria de Saúde, reconheceu a dedicação e o comprometimento de todas que diariamente contribuem para o funcionamento do sistema de saúde no Município.

A secretária destacou os avanços que vêm sendo alcançados na área da saúde e reforçou que novos projetos e obras devem ser anunciados nos próximos dias, fortalecendo ainda mais a rede municipal de atendimento.

“Quero parabenizar cada mulher que faz parte da nossa equipe. Sabemos que a saúde se constrói com trabalho coletivo, com dedicação e com sensibilidade. E as mulheres têm um papel fundamental nesse processo. Cada avanço que estamos conquistando na saúde tem também a marca do empenho de vocês”, destacou a secretária.

Além das homenagens, o encontro foi marcado por momentos de integração entre as servidoras, registro de fotos e sorteio de um mimo entre as participantes. A tarde foi encerrada com um café especial preparado para celebrar a data e reforçar a valorização das mulheres que atuam na saúde pública.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Biblioteca Pública de Várzea Grande inaugura Afroteca para valorizar memória e produção intelectual negra

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A Biblioteca Pública Municipal Professora Laurinda, em Várzea Grande, passa a contar, a partir desta quinta-feira (10), com a Afroteca, uma coleção especializada dedicada à preservação, organização e valorização da história, da cultura, da memória e da produção intelectual negra. O espaço foi apresentado durante evento realizado na tarde desta quinta-feira (10) e representa um novo passo na democratização do acesso à informação e no fortalecimento das políticas de promoção da igualdade racial no município.

Mais do que uma coleção de livros sobre racismo, a Afroteca nasce como um espaço de memória, conhecimento e reparação histórica. O acervo é separado da coleção geral da biblioteca e reúne materiais que permitem ao público conhecer diferentes aspectos da trajetória da população negra no Brasil e no mundo.

A coleção está organizada em três frentes. A primeira é dedicada à produção afro-brasileira e africana, com livros sobre a história da África, a diáspora africana e o período pós-abolição, religiões de matriz africana, literatura negra brasileira e biografias de personalidades negras.

A segunda reúne a produção intelectual negra, com obras escritas por autoras e autores negros, além de teses, dissertações, zines, cordéis e produções da literatura periférica. Já a terceira frente é voltada à memória e às raridades, reunindo documentos, fotografias, jornais antigos da imprensa negra, discos de vinil e outros materiais que ajudam a preservar registros históricos.

Para a secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, a criação da Afroteca fortalece o papel da biblioteca como espaço de conhecimento, inclusão e construção da cidadania.

“A Afroteca amplia o acesso ao conhecimento e valoriza uma história que precisa ser conhecida por todos. É um acervo que preserva memória, fortalece a identidade e ajuda a construir uma sociedade mais consciente e respeitosa”, destaca Maria Fernanda.

A superintendente de Cultura, Luh Arruda, ressalta que a construção da Afroteca representa um processo coletivo e reforça o compromisso de Várzea Grande com a valorização da cultura negra.

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“Esse acervo é fruto de uma construção coletiva e nasce com a missão de dar visibilidade à produção e à memória negra. A biblioteca passa a ser também um lugar de encontro com essa história, para que ela seja conhecida, valorizada e preservada”, afirma Luh Arruda.

A construção da coleção também contou com a participação do Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial de Várzea Grande (CMPIR/VG). Segundo a presidente do Conselho, Janaína Hellwich, o reconhecimento da importância do acervo começou dentro do próprio Conselho, em diálogo com os conselheiros, com destaque para a atuação da professora Rosana, e avançou por meio da parceria com a Superintendência de Cultura.

“O primeiro passo foi abrir a Afroteca. Agora, precisamos fazer esse conhecimento chegar às escolas e à sociedade, atraindo pessoas negras e não negras para conhecer essa história e contribuir para romper preconceitos”, pontua Janaína.

O bibliotecário Odiley Santiago, que participa da organização e da construção do acervo, destaca que a Afroteca foi pensada para ser um espaço vivo de pesquisa, leitura e descoberta.

“A Afroteca não é apenas uma estante temática. É um acervo especializado que reúne diferentes formas de conhecimento e memória negra, permitindo que o público encontre autores, histórias e registros que muitas vezes não estão presentes nos acervos tradicionais”, explica Odiley.

A partir desta quinta-feira, o acervo está disponível para consulta da população negra e de todos os moradores que tenham interesse em conhecer, pesquisar e se aprofundar na história, na cultura e na produção intelectual da população negra.

A proposta é que a Afroteca também se consolide como ferramenta de apoio às escolas e às ações previstas na Lei nº 10.639/2003, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, contribuindo para ampliar o acesso a conteúdos e referências que valorizem a diversidade e a contribuição da população negra para a formação da sociedade brasileira.

Com a abertura do espaço, a Biblioteca Pública Municipal Professora Laurinda amplia seu papel como guardiã da memória e transforma o conhecimento em instrumento de valorização, pertencimento e combate ao preconceito, aproximando a população de uma história que pertence a toda a sociedade.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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