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16ª Conferência Municipal de Saúde reúne 742 participantes para debater o fortalecimento do SUS em Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e do Conselho Municipal de Saúde, realizou a abertura da 16ª Conferência Municipal de Saúde de Cuiabá, reunindo 742 participantes entre usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), trabalhadores da saúde e representantes do governo. O evento, realizado no Hotel Fazenda Mato Grosso, integra a programação da 18ª Conferência Nacional de Saúde e constitui um dos principais espaços de participação popular na construção das políticas públicas de saúde.

A solenidade de abertura reuniu autoridades municipais e representantes do setor da saúde. Estiveram presentes a secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon; procuradora-chefe da Saúde, Bianca Zanardi; a secretária adjunta de Atenção Primária, Cinara Brito; o secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendonça; a secretária adjunta de Atenção Hospitalar e Complexo Regulador, Érika Carvalho; secretária adjunta de Atenção Farmacêutica, Claudia Braga, além de representantes do Conselho Municipal de Saúde e demais autoridades.

Durante a abertura, a secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destacou que a conferência representa um momento estratégico para fortalecer o diálogo entre a gestão, os profissionais de saúde e a população.

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“A Conferência Municipal de Saúde é um espaço democrático e essencial para ouvirmos a população, os profissionais de saúde e todos os segmentos que fazem parte do SUS. É por meio desse diálogo que conseguimos identificar prioridades, aperfeiçoar os serviços e construir soluções que atendam às reais necessidades dos cuiabanos. A participação expressiva desta edição demonstra o compromisso coletivo com uma saúde pública cada vez mais eficiente, humanizada e acessível”, afirmou.

A programação foi marcada pela Conferência Magna, que abordou o tema “Brasil das Brasileiras e dos Brasileiros: SUS e Soberania. Cuidar do Povo é Cuidar do Brasil”, além da apresentação dos quatro eixos temáticos que orientam as discussões da conferência.

Ao longo do evento, os participantes debateram os principais desafios da saúde pública em Cuiabá e elaboraram propostas para o fortalecimento da rede municipal de saúde. As contribuições aprovadas na plenária final servirão de base para a formulação das diretrizes da Política Municipal de Saúde e para a participação de Cuiabá na etapa estadual da conferência.

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A 16ª Conferência Municipal de Saúde reafirma o compromisso da gestão municipal com o fortalecimento do controle social e da participação popular, garantindo que usuários, trabalhadores, gestores e prestadores de serviços contribuam diretamente para a construção de políticas públicas voltadas às necessidades da população cuiabana.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura remove edificações desocupadas em área de nascentes após recomendações do Ministério Público

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A Prefeitura de Cuiabá realizou, na manhã desta quinta-feira (27), uma nova ação de fiscalização e remoção de edificações irregulares no Loteamento Residencial Ilza Terezinha Picoli Pagot e entorno. A atuação ocorre em cumprimento a recomendações e notificações do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), que orientam o poder público a exercer seu papel constitucional e legal na proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da segurança da população.

Durante a operação, realizada de forma coordenada pela Secretaria de Ordem Pública, com apoio da Polícia Militar e demais órgãos envolvidos, cerca de oito edificações desocupadas foram demolidas. As estruturas eram de alvenaria, muros e obras ainda em construção. Conforme levantamento realizado pelos órgãos municipais, não havia moradores nos imóveis no momento da intervenção. Nenhuma família foi retirada de residência habitada.

A área possui nascentes e características de área úmida, com presença de minas d’água, além de solo arenoso e suscetível a processos erosivos e alagamentos. O local está inserido em área de preservação permanente (APP), que possui legislação específica e restritiva justamente para garantir a proteção dos recursos hídricos e das nascentes.

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Laudo elaborado pela Defesa Civil Municipal também classificou a região como de alto risco hidrológico. Segundo os estudos técnicos, as condições do terreno podem provocar erosões, alagamentos e comprometer a segurança de edificações instaladas no local. Por se tratar de área ambientalmente protegida e de risco, a ocupação também apresenta restrições para eventual regularização fundiária.

Ao comentar a atuação, o prefeito Abílio Brunini reforçou que o Município não apoia novas ocupações irregulares e que a Prefeitura está cumprindo determinações e orientações dos órgãos de controle e do sistema de Justiça. “Não invadam área pública, privada, área de proteção permanente, área de praça, qualquer equipamento público ou privado. Se invadir, infelizmente, teremos de agir para proteger o direito à propriedade e o bem público”, afirmou.

O prefeito também destacou que a fiscalização não tem como objetivo retirar famílias de imóveis habitados sem o devido atendimento. “Se tivesse alguma família dentro, ela teria o apoio”, afirmou, ao explicar que as estruturas demolidas durante a ação foram previamente verificadas e estavam desocupadas.

A Prefeitura ressalta que o combate às ocupações irregulares ocorre especialmente em áreas públicas, propriedades privadas e locais ambientalmente protegidos, em atendimento às recomendações e notificações do Ministério Público e às determinações judiciais. A legislação estabelece proteção especial para áreas de nascentes e APPs, restringindo intervenções que possam causar degradação ambiental.

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Nos casos em que houver famílias em situação de vulnerabilidade eventualmente afetadas por ações de desocupação, o Município prevê atendimento individualizado por meio do Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), com participação das secretarias de Assistência Social e Habitação e encaminhamento à rede de proteção social.

A medida reforça a atuação integrada do poder público para impedir novas ocupações em áreas ambientalmente protegidas e de risco, preservar as nascentes e garantir o cumprimento das normas ambientais, urbanísticas e das orientações dos órgãos de controle.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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