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Baixinha Giraldelli destaca ações e desafios da infraestrutura na capital

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Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli
A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) utilizou a tribuna na sessão desta quinta-feira (26) para expor a realidade enfrentada pelo setor de infraestrutura em Cuiabá e reforçar a necessidade de ampliação para atender a demanda da população.
Durante sua fala, a parlamentar destacou que a cidade enfrenta um cenário desafiador, com dezenas de bairros sem pavimentação e problemas recorrentes agravados pelo período chuvoso.
Segundo ela, Cuiabá possui atualmente 99 bairros sem pavimentação, sem contar aqueles que ainda não estão oficialmente cadastrados, número que pode chegar a cerca de 200 bairros nessa condição. A vereadora ressaltou que essa realidade amplia significativamente a demanda por serviços de infraestrutura.
Baixinha chamou atenção para os números da estrutura disponível hoje na Secretaria de Infraestrutura:
Dez equipes de CBUQ (massa asfáltica a quente)
Uma equipe de massa fria
Quatro patrols disponíveis
Ela detalhou ainda que, desse total, parte das equipes já está direcionada para atender diferentes frentes de trabalho:
Duas equipes atuando na zona rural;
Uma equipe na área urbana.
A vereadora enfatizou que, diante da extensão territorial de Cuiabá, e da quantidade de bairros que necessitam de intervenção, a estrutura atual é insuficiente para atender com a rapidez que a população precisa.
Outro ponto reforçado foi o impacto das chuvas, que impede a execução de serviços em determinados momentos. “Não tem como trabalhar com o solo molhado ou realizar aterro nessas condições, o que acaba atrasando ainda mais os atendimentos”, destacou.
Mesmo com as limitações, Baixinha garantiu que as equipes seguem trabalhando diariamente e que há esforço para atender todas as regiões, incluindo bairros mais afetados por alagamentos.
A parlamentar também reforçou que os problemas enfrentados hoje são reflexo de anos de falta de investimento e que não podem ser resolvidos de forma imediata.
Diante desse cenário, a vereadora voltou a defender o apoio do Estado, solicitando o envio de mais equipamentos, maquinários e equipes para fortalecer a capacidade de atendimento da capital.
“Não se trata de falta de vontade, mas de estrutura. Precisamos ampliar essa capacidade para conseguir avançar com mais rapidez e eficiência”, reforçou.
Por fim, Baixinha destacou que segue atuando para levar melhorias às comunidades e que continuará cobrando soluções, ao mesmo tempo em que busca parcerias para ampliar os serviços prestados à população.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Prefeitura reforça rede de acompanhamento a adolescentes em medidas socioeducativas

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A integração entre os serviços da assistência social e o fortalecimento das ações voltadas aos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas foram os principais temas debatidos durante a Reunião Ampliada “Adolescência: um Compromisso de Todos, Avanços e Desafios da PSC”, promovida pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão. O encontro ocorreu na quarta-feira (3), no auditório da pasta, reunindo profissionais que atuam diretamente na execução da Prestação de Serviços à Comunidade (PSC).

A atividade reuniu representantes dos dois Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS), dos 14 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e demais profissionais da rede socioassistencial para discutir estratégias de atendimento, alinhar procedimentos e compartilhar experiências relacionadas ao acompanhamento de adolescentes encaminhados pela Justiça para o cumprimento de medidas em meio aberto.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, destacou que o município mantém uma atuação articulada entre as políticas de assistência social, saúde e educação para garantir acompanhamento aos adolescentes e suas famílias.

“As medidas socioeducativas são acompanhadas pelas equipes técnicas dos CREAS, que desenvolvem um trabalho contínuo de orientação, apoio e fortalecimento de vínculos”, disse, ressaltando a busca por parcerias voltadas à qualificação profissional e à inserção no mercado de trabalho, incluindo ações do Programa Acessuas Trabalho, que oferece oficinas e orientações relacionadas ao mundo do trabalho.

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A palestrante e gerente do CREAS Norte, Vera Lúcia Martins Pereira, explicou que a reunião ampliada teve com

De acordo com ela, além dos 14 CRAS, o município conta atualmente com quatro Centros de Convivência da Pessoa Idosa (CCI), que atuam como unidades executoras da Prestação de Serviços à Comunidade. O alinhamento entre os profissionais busca garantir que os adolescentes cumpram as medidas determinadas pela Justiça de forma adequada e com acompanhamento técnico qualificado.o principal objetivo aproximar as equipes da Proteção Social Especial e da Proteção Social Básica, fortalecendo a atuação conjunta entre CREAS e CRAS.

Durante a apresentação, Vera detalhou o fluxo de atendimento realizado pela rede. Após a determinação judicial, o adolescente é encaminhado ao CREAS, onde uma equipe multidisciplinar composta por psicólogo, assistente social, pedagogo e orientador social elabora, juntamente com o jovem e sua família, o Plano Individual de Atendimento (PIA). Quando a medida aplicada é a Prestação de Serviços à Comunidade, o adolescente passa a desenvolver atividades supervisionadas em unidades do CRAS de seu território.

A psicóloga e gerente do CRAS Centro, Dariane Melo, ressaltou que o serviço de medidas socioeducativas conta com uma equipe técnica exclusiva responsável pelo atendimento dos adolescentes e de seus familiares. Ela explicou que, além do acompanhamento psicossocial, são realizados encaminhamentos para áreas como saúde, educação e qualificação profissional, em articulação com a rede de proteção e o Poder Judiciário.

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Para Dariane, momentos de capacitação são fundamentais para a qualificação do serviço. “A assistência social não trabalha sozinha, trabalha com todos, e estar ali junto faz parte do processo de trabalho”, afirmou, ao destacar a importância da troca de experiências entre os profissionais que atuam diretamente no atendimento.

A perspectiva prática do trabalho desenvolvido nos territórios também foi abordada pelos participantes. O orientador social Marcelo Lima Martins, do CRAS Doutor Fábio, destacou que o acolhimento é um dos pilares do atendimento aos adolescentes. Segundo ele, compreender as particularidades de cada jovem e respeitar seu tempo são fatores essenciais para transformar o período de cumprimento da medida em uma oportunidade de aprendizado e desenvolvimento.

Na mesma linha, o gerente do CRAS Pedregal, João Vítor Souza dos Santos, afirmou que o maior desafio das equipes é conquistar a confiança dos adolescentes durante o primeiro contato. Ele destacou que o trabalho desenvolvido pelos profissionais busca identificar potencialidades e estimular habilidades que contribuam para a ressocialização e a construção de novas perspectivas de vida.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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