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Baixinha lamenta o veto, mas alerta que as propostas devem ser constitucionais

Publicado em

14/02/2025
Baixinha lamenta o veto, mas alerta que as propostas devem ser constitucionais
Da Assessoria – Vereadora Baixinha Giraldelli&nbsp
A vereadora Baixinha Giraldelli (SOL) cobrou, durante a sessão da manhã desta quinta-feira (13), que os projetos apresentados na Casa de Leis sejam analisados antes de serem apreciados em votação, evitando votar vetos por inconstitucionalidade.&nbsp
Segundo Baixinha, há vereadores querendo enganar a população com propostas ilegais. Como exemplo, citou o projeto que propõe merenda para professores nas escolas.
“Este projeto é ilegal. Precisamos ficar atentos, porque há vereadores querendo fazer populismo, apresentando projetos ilegais para ganhar aplausos. Não digo que este é o caso, mas precisamos pesquisar bem nossas propostas. Não podemos brincar com a vida das pessoas este projeto para levar alimento ao professor é ilegal, por isso votei pelo veto”.&nbsp
Baixinha destacou que existe uma lei em tramitação no Congresso para regularizar a situação. Por isso, é necessário que tudo seja legalizado para que não haja corte de verba.
“Essa lei 11.947 proíbe o uso de verba federal destinada à alimentação das crianças.&nbsp Temos que explicar à população que, em caso de fiscalização, essa verba será cortada. Então, vamos esperar a aprovação dessa lei para depois garantir professor”.
&nbspEla também reforçou que, para o projeto ser legal, é necessário ser aprovado em Brasília.&nbsp&nbsp
“Quero projetos bons para lutarmos, porque só falar não adianta. No caso da alimentação, é ilegal fornecer aos professores, mas vamos lutar para que a proposta em tramitação seja aprovada logo. Não é justo o professor trabalhar, morar longe, ou não ter condições de ir para casa, e não poder comer o próprio alimento dentro da escola, para que depois este alimento seja jogado fora”, descreveu ela.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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