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Baixinha propõe botão do pânico para segurança de servidores da saúde

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Larissa Malheiros – Assessoria vereadora Baixinha Giraldelli&nbsp

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) apresentou projeto de lei que institui o botão de pânico nas unidades de saúde pública do município de Cuiabá. Além disso, a proposta também reforça a obrigatoriedade da implantação de câmeras nesses ambientes. O projeto foi encaminhado para Comissão de Constituição, Justiça e Redação para ser avaliado e posteriormente seguir para aprovação.&nbsp
Segundo a vereadora, a proposta visa garantir uma resposta rápida e eficiente em situações de risco iminente para o servidor, permitindo o acionamento discreto e seguro dos órgãos de segurança pública.&nbsp
“O servidor que se sentir ameaçado terá o botão para pedir socorro. Vale pontuar que todos os dias estamos nos deparando com muita violência em locais de saúde, que acaba afetando quem está doente em busca de atendimento. Então, temos que garantir segurança para todos que estão no local”, disse Baixinha.
Ela também reforça que o acionamento do botão é fundamental para prevenir episódios de violência física e verbal contra profissionais da saúde, que comprometem não apenas a integridade dos trabalhadores, mas também o adequado funcionamento do serviço público.
O projeto também propõe a implantação de ações permanentes de capacitação e conscientização.
“A conscientização vai buscar reduzir conflitos, prevenir incidentes e fortalecer a relação entre servidores e comunidade. Esse é nosso objetivo”, enfatizou.&nbsp
Sobre o projeto ainda vale destacar que “a fixação de avisos educativos, associada ao treinamento contínuo dos profissionais e à criação de canais de denúncia, contribuirá para um ambiente mais seguro, humano e acolhedor, preservando a dignidade de todos os envolvidos no processo de atendimento.
A proposta também respeita a responsabilidade fiscal, prevendo que sua execução observará a disponibilidade
orçamentária e financeira da administração pública.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Prefeitura reforça rede de acompanhamento a adolescentes em medidas socioeducativas

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A integração entre os serviços da assistência social e o fortalecimento das ações voltadas aos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas foram os principais temas debatidos durante a Reunião Ampliada “Adolescência: um Compromisso de Todos, Avanços e Desafios da PSC”, promovida pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão. O encontro ocorreu na quarta-feira (3), no auditório da pasta, reunindo profissionais que atuam diretamente na execução da Prestação de Serviços à Comunidade (PSC).

A atividade reuniu representantes dos dois Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS), dos 14 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e demais profissionais da rede socioassistencial para discutir estratégias de atendimento, alinhar procedimentos e compartilhar experiências relacionadas ao acompanhamento de adolescentes encaminhados pela Justiça para o cumprimento de medidas em meio aberto.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, destacou que o município mantém uma atuação articulada entre as políticas de assistência social, saúde e educação para garantir acompanhamento aos adolescentes e suas famílias.

“As medidas socioeducativas são acompanhadas pelas equipes técnicas dos CREAS, que desenvolvem um trabalho contínuo de orientação, apoio e fortalecimento de vínculos”, disse, ressaltando a busca por parcerias voltadas à qualificação profissional e à inserção no mercado de trabalho, incluindo ações do Programa Acessuas Trabalho, que oferece oficinas e orientações relacionadas ao mundo do trabalho.

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A palestrante e gerente do CREAS Norte, Vera Lúcia Martins Pereira, explicou que a reunião ampliada teve com

De acordo com ela, além dos 14 CRAS, o município conta atualmente com quatro Centros de Convivência da Pessoa Idosa (CCI), que atuam como unidades executoras da Prestação de Serviços à Comunidade. O alinhamento entre os profissionais busca garantir que os adolescentes cumpram as medidas determinadas pela Justiça de forma adequada e com acompanhamento técnico qualificado.o principal objetivo aproximar as equipes da Proteção Social Especial e da Proteção Social Básica, fortalecendo a atuação conjunta entre CREAS e CRAS.

Durante a apresentação, Vera detalhou o fluxo de atendimento realizado pela rede. Após a determinação judicial, o adolescente é encaminhado ao CREAS, onde uma equipe multidisciplinar composta por psicólogo, assistente social, pedagogo e orientador social elabora, juntamente com o jovem e sua família, o Plano Individual de Atendimento (PIA). Quando a medida aplicada é a Prestação de Serviços à Comunidade, o adolescente passa a desenvolver atividades supervisionadas em unidades do CRAS de seu território.

A psicóloga e gerente do CRAS Centro, Dariane Melo, ressaltou que o serviço de medidas socioeducativas conta com uma equipe técnica exclusiva responsável pelo atendimento dos adolescentes e de seus familiares. Ela explicou que, além do acompanhamento psicossocial, são realizados encaminhamentos para áreas como saúde, educação e qualificação profissional, em articulação com a rede de proteção e o Poder Judiciário.

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Para Dariane, momentos de capacitação são fundamentais para a qualificação do serviço. “A assistência social não trabalha sozinha, trabalha com todos, e estar ali junto faz parte do processo de trabalho”, afirmou, ao destacar a importância da troca de experiências entre os profissionais que atuam diretamente no atendimento.

A perspectiva prática do trabalho desenvolvido nos territórios também foi abordada pelos participantes. O orientador social Marcelo Lima Martins, do CRAS Doutor Fábio, destacou que o acolhimento é um dos pilares do atendimento aos adolescentes. Segundo ele, compreender as particularidades de cada jovem e respeitar seu tempo são fatores essenciais para transformar o período de cumprimento da medida em uma oportunidade de aprendizado e desenvolvimento.

Na mesma linha, o gerente do CRAS Pedregal, João Vítor Souza dos Santos, afirmou que o maior desafio das equipes é conquistar a confiança dos adolescentes durante o primeiro contato. Ele destacou que o trabalho desenvolvido pelos profissionais busca identificar potencialidades e estimular habilidades que contribuam para a ressocialização e a construção de novas perspectivas de vida.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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