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Bares são multados por poluição sonora e mesas na calçada; dois têm atividades suspensas

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Três bares foram fiscalizados durante ação da Secretaria Municipal de Ordem Pública (SORP) na Praça Popular, em Cuiabá, e receberam multas. Dois deles foram multados em R$ 896,98 cada, por emissão de ruídos acima dos limites permitidos. Um desses estabelecimentos também foi multado em R$ 1.228,37 por apresentar alvará sanitário vencido. As ações ocorreram durante o final de semana.

Os dois estabelecimentos tiveram suas atividades sonoras suspensas e estão proibidos de realizar shows ao vivo até instalarem isolamento acústico.

O terceiro bar foi multado em R$ 1.228,37 por utilizar mesas e cadeiras no passeio público e no leito carroçável da via. Conforme os fiscais, o estabelecimento deverá utilizar apenas o recuo do lote ou obter licença especial para usar parte da rua destinada à circulação de veículos.

Em março deste ano, os estabelecimentos já haviam sido visitados pela campanha “Volume Legal”, realizada pela Secretaria de Ordem Pública. Ela foi lançada para orientar e sensibilizar proprietários e gestores de bares, restaurantes e casas de show, além de técnicos e operadores de som e representantes de entidades comerciais do setor de entretenimento sobre a legislação referente à emissão de ruídos e vibrações.

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A iniciativa educativa contou com a parceria da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), da Secretaria Municipal de Segurança Pública e de associações empresariais do setor de entretenimento. Na ocasião, foram distribuídas cartilhas e foi oferecido atendimento especializado aos empresários para orientá-los sobre a Lei nº 3.819, de 15 de janeiro de 1999, que estabelece padrões legais para emissão sonora em áreas urbanas, regulamentada pelo Decreto nº 3.691/1999.

#PraCegoVer

A imagem mostra dois fiscais e um sonômetro, instrumento de medição de ruído e vibração, usado nas ações de fiscalização da Secretaria de Ordem Pública.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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