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Câmara de Cuiabá aprova cinco projetos de lei que seguem para sanção do prefeito

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SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá
A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, na sessão ordinária desta terça-feira (3), cinco projetos de lei que agora seguem para sanção do prefeito Abílio Brunini (PL). Dois projetos são de autoria do Executivo e três foram apresentados pelas vereadoras Maysa Leão (Republicanos), Paula Calil (PL) e Samantha Iris (PL).
Primeiramente, foi aprovado o projeto do Executivo que altera a Lei nº 6.151/2016 para atualizar e readequar a legislação municipal às diretrizes do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Como Cuiabá já possui uma norma voltada ao SUAS, o prefeito propôs um aperfeiçoamento do dispositivo para garantir sua adaptação.
O segundo projeto aprovado corrige a nomenclatura da secretaria responsável pela gestão do Módulo de Notificações Urbanísticas e Ambientais, anteriormente identificada como Secretaria Municipal de Ordem Pública e Defesa Civil. A nova redação confirma que o nome correto é Secretaria Municipal de Ordem Pública.
A vereadora Maysa Leão teve aprovado o projeto que institui um cadastro unificado das pessoas em situação de rua em Cuiabá. A proposta busca aprimorar a política de assistência social no município com ações voltadas às necessidades específicas dessa população.
Já a vereadora Paula Calil teve aprovado o projeto que institui o “Maio Furta-Cor” como mês oficial da campanha de defesa dos direitos emocionais e sociais da mulher, desde a gravidez até o puerpério. Segundo pesquisa da USP (Universidade de São Paulo), uma em cada quatro mulheres desenvolvem depressão pós-parto. A proposta prevê acolhimento institucional, escuta ativa e construção de redes de apoio materno.&nbsp
A Câmara também aprovou o projeto da vereadora Samantha Iris que declara de utilidade pública a “Associação Espaço Terapêutico e Assistencial Sonhar Para Alcançar”.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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