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CCJR delibera sobre 18 processos nesta quarta-feira (16)

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SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá
A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Câmara Municipal de Cuiabá realizou, nesta quarta-feira (16), a 20ª reunião da comissão. Os parlamentares Samantha Iris (PL) e Daniel Monteiro (REP) deliberaram sobre 18 projetos de lei (PLs), sendo 15 aprovados e três rejeitados pelos membros.
Entre os processos, 10 tratavam da concessão de títulos honoríficos de Cidadão e Cidadã Cuiabano(a), de autoria dos vereadores Paula Calil (PL), Dra. Mara (Podemos) e Maysa Leão (REP). Todos foram aprovados pelos vereadores presentes na comissão.
Dois projetos que declaram de utilidade pública municipal a “Unidade do Instituto de Pesquisa e Ensino (UNIPEC)” e a “Associação Cultural Afro-Brasileira Filhos e Amigos de Aruanda (ACAFA)” também foram aprovados.
O vereador Adevair Cabral (SD) teve dois projetos de lei aprovados: a inclusão, no calendário oficial de Cuiabá, da “Semana Municipal do Líder de Célula” e o estabelecimento do segundo domingo de setembro como o “Dia Municipal do Líder de Célula”. Também foi aprovado o projeto que denomina de Wilmar Benedito de Carvalho a Alameda 02 do bairro CPA 3 (Setor V).
A vereadora Samantha Iris teve aprovado o projeto de lei que trata da obrigatoriedade de elaboração de ficha técnica com informações comportamentais para estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), a ser apresentada no ato da matrícula em instituições de ensino público e privado.
Os projetos seguem agora para votação em Plenário pelos demais vereadores, nesta quinta-feira (17).

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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