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Comissão dos Direitos da Mulher vota projetos sobre saúde pública, empreendedorismo e lutas femininas

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SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá

A Comissão dos Direitos da Mulher da Câmara Municipal de Cuiabá votou, nesta quinta-feira (03), pela aprovação de cinco novos projetos de lei. O colegiado, composto pelas vereadoras Maria Avalone (PSDB) e Baixinha Giraldelli (Solidariedade), e pelo vereador Wilson Kero Kero (PMB), deliberou sobre pautas relacionadas à saúde pública, acolhimento da mulher, combate à violência e incentivo ao empreendedorismo feminino.

De autoria da vereadora Katiuscia Manteli (PSB), o primeiro projeto apreciado garante que mulheres cujos filhos tenham sido vítimas fatais de crimes violentos, acidentes de trânsito, suicídio ou que estejam desaparecidos também sejam acolhidas pelo Espaço de Acolhimento à Mulher, nas unidades de saúde da rede municipal do SUS.

A proposta amplia a legislação já existente sobre o Espaço de Acolhimento à Mulher, passando a incluir mais um grupo em situação de vulnerabilidade.

As políticas de saúde pública também foram contempladas por meio do projeto de lei do vereador Dídimo Vovô (PSB), que assegura às mulheres com mama densa o direito de realizar ressonância magnética nuclear associada à mamografia nas unidades públicas de saúde em Cuiabá.

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A proposta também visa conscientizar a população sobre a importância da mamografia para mulheres a partir dos 40 anos, garantindo a oferta do exame nas unidades conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Outro projeto apreciado foi de autoria do vereador Dilemário Alencar (União Brasil), que institui o Dia Municipal da Luta Contra o Feminicídio. A iniciativa é considerada um importante instrumento de conscientização e proteção das mulheres em toda a capital.

Por fim, foram aprovados dois projetos da presidente da Câmara, vereadora Paula Calil (PL). As propostas tratam da criação de políticas de incentivo ao empreendedorismo feminino e da implementação do protocolo “Cuiabá Protege Mulheres”, que estabelece medidas de proteção e acolhimento para mulheres em situação de risco em locais de lazer e entretenimento. Ambos os projetos foram elogiados pelos membros da Comissão.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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