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Cuiabá realiza Mutirão de Neurocirurgias para pacientes que aguardam desde 2017

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A Prefeitura de Cuiabá dá início a uma das maiores ações de saúde já realizadas no município: o Mutirão de Neurocirurgia. A ação contempla, em sua primeira etapa, 13 procedimentos de cranioplastia pelo Programa Fila Zero.

Esses pacientes aguardam pelo procedimento desde 2017, conforme levantamento da Central de Regulação do Município. Agora, terão a oportunidade de realizar a cirurgia com a equipe de especialistas em neurocirurgia do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), que já acompanha os casos no ambulatório da unidade.

O cronograma prevê 7 cirurgias no mês de outubro e outras 6 em novembro. A cranioplastia, procedimento de alta complexidade para reparar defeitos ou deformidades no crânio, pode durar de 4 a 6 horas, exige acompanhamento em UTI e tem custo médio de R$ 8 mil a R$ 11 mil, incluindo o uso de OPME (Órteses, Próteses e Materiais Especiais).

De acordo com a Secretária Municipal de Saúde, Danielle Carmona, o objetivo é avançar de forma consistente no enfrentamento das filas acumuladas ao longo dos anos. Além da cranioplastia, a equipe técnica já estuda a realização de novos mutirões em outras áreas da neurocirurgia, sempre levando em consideração a demanda reprimida, os custos e a capacidade técnica.

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“Estamos falando de um esforço conjunto, com uma equipe formada apenas por especialistas altamente capacitados, que já deram grandes exemplos em cirurgias complexas. É a demonstração clara de que Cuiabá está avançando, reduzindo filas e garantindo dignidade à nossa população”, disse a secretária.

Mesmo com o mutirão, o HMC continuará mantendo sua rotina diária de atendimentos e procedimentos neurocirúrgicos, garantindo a integralidade da assistência e reafirmando o compromisso da Prefeitura de Cuiabá com uma saúde pública de qualidade e resolutiva.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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