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Demilson Nogueira realiza fiscalização no Centro Comunitário do Jardim Paulista

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Andressa Sales | Assessoria vereador Demilson Nogueira 

O vereador Demilson Nogueira realizou uma fiscalização no Centro Comunitário do bairro Jardim Paulista, que atualmente se encontra em situação de abandono após atos de vandalismo e furto da fiação elétrica. A visita contou com a presença do vice-presidente do bairro, Sérgio Jesus, e de moradores da comunidade.
Durante a visita, foi reforçado o compromisso de recuperar o espaço para uso da população. A comunidade já realizou dois mutirões no local para limpeza do matagal e organização do espaço. Como próximo passo, está sendo organizado um novo mutirão neste sábado, com ações de pintura e lavagem do centro comunitário, convocando a participação dos moradores.
Além disso, diante do furto da fiação elétrica, o vereador garantiu o fornecimento dos fios necessários para a recuperação da energia do local. O objetivo é devolver o centro comunitário aos moradores e fortalecer a participação da comunidade na revitalização do espaço.
“Nosso compromisso é com a comunidade. Quem recebe o voto precisa trabalhar pelo bairro. Estamos aqui, junto com o presidente Serginho e os moradores para recuperar este espaço e devolvê-lo à população do Jardim Paulista”.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Plenário vota moções contrárias à indicação de Jorge Messias ao STF

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Antoniel Pontes | Assessoria do vereador Ranalli 
Com 11 votos favoráveis, a Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, na sessão desta quinta-feira (23), duas moções de repúdio contra a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal. As propostas foram apresentadas pelos vereadores Rafael Ranalli (PL) e Dilemário Alencar (União Brasil), levando ao plenário a discussão sobre a escolha para a mais alta Corte do país.
As manifestações fazem oposição direta à nomeação, sob o argumento de que a trajetória do indicado estaria fortemente vinculada a governos petistas, o que, segundo os parlamentares, levanta dúvidas sobre a independência necessária para o exercício do cargo.
Na justificativa, Ranalli destaca que a indicação gera “profunda preocupação” e menciona o episódio conhecido nacionalmente como “Bessias”, ocorrido em 2016, durante o governo Dilma Rousseff. À época, o nome de Messias apareceu em diálogos relacionados ao envio de um termo de posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em meio às investigações da Operação Lava Jato, fato que teve grande repercussão pública.
As moções também apontam críticas à atuação do indicado à frente da Advocacia-Geral da União, citando questionamentos sobre a condução de pautas jurídicas e suposta omissão em casos sensíveis, como descontos indevidos em benefícios do INSS.
Outro ponto levantado nos documentos é o perfil considerado político do indicado, com a alegação de que não haveria demonstração suficiente de independência e solidez técnica exigidas para um ministro do Supremo Tribunal Federal.
Ao final, Ranalli sustenta que o STF deve ser composto por nomes com reputação ilibada, equilíbrio institucional e compromisso absoluto com a Constituição Federal, posição reforçada com a aprovação das moções em plenário.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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