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Exposição do Sansão Gigante encerra com quase 20 mil visitantes

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A exposição do Sansão Gigante, personagem da Turma da Mônica, registrou 19.146 mil visitantes durante os 16 dias em que esteve instalada na área externa do Museu do Rio e Aquário Municipal, localizado na Orla do Porto, em Cuiabá.

A exibição itinerante “Coelhadas Gigantes” permaneceu na Orla do Porto entre os dias 07 a 22 de abril, sendo desmontada nesta quarta-feira (23), deixando saudade aos visitantes. A exposição foi um presente especial da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) para a capital mato-grossense, que comemorou 306 anos no dia 8 de abril. Assim como festejou os 60 anos da instituição.

Durante o período de exposição, a Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico (SMTUR) promoveu o projeto “Aquário com o Sansão”, reunindo cerca de 60 crianças autistas da rede municipal de ensino — sendo 30 do CMEI Manoel de Barros e 30 da EMEB Antonia Tita. O Sanção Gigante também proporcionou alegria às meninas de 6 a 14 anos em situação de vulnerabilidade econômica e social atendidas pelo Programa Siminina.

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Em Cuiabá, o Sansão Gigante usava o cordão de girassol, símbolo da Campanha Abril Azul, reforçando a conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Para promover a inclusão, o projeto “Aquário com o Sansão”, alusivo ao mês de conscientização do autismo, contou com o apoio do Núcleo da Primeira-Dama, do Centro Técnico de Educação Profissional (CETEP) e da própria Famato.

As crianças típicas e neuroatípicas vivenciaram momentos especiais dentro do aquário municipal, onde tiveram a oportunidade de conhecer mais de 600 peixes, distribuídos em aproximadamente 22 espécies organizadas em três biomas: Amazônia, Pantanal e Cerrado. Elas também participaram de oficinas de pintura, utilizando materiais como tinta guache, massinha e giz de cera. Além disso, lancharam em um dos espaços reservados para recreação e, ao final, participaram de uma sessão de fotos com o personagem inflável “Sansão Gigante”.

A vereadora e primeira-dama Samantha Iris destacou a importância dos parceiros na promoção de alegria, conhecimento e inclusão das crianças. “Acredito que este projeto mostra o quanto a parceria é importante. A Famato com a Prefeitura, nos ajudou a receber as crianças da rede municipal. O CETEP trouxe os estagiários de terapia ocupacional e a Semob garantiu o transporte dos alunos. É importante mostrar quantos ganhos conseguimos com as parcerias”, afirmou a vereadora.

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O gerente de marketing do Sistema Famato, Olyntho Neves, também ressaltou a parceria com a Prefeitura de Cuiabá e destacou o uso do cordão de girassol pelo personagem — um símbolo internacional que identifica pessoas com deficiências ocultas, ou seja, aquelas que não são facilmente perceptíveis. “Estamos junto com a Prefeitura realizando reflexão e conscientização. Esse empoderamento da personagem Mônica, atrelado à força do Sansão, inspirou o projeto. Ela girou tão forte que arremessou seu Sansão até Cuiabá com uma flor de girassol, que representa as doenças ocultas, entre elas o autismo”.

#PraCegoVer

A foto mostra cerca de 60 crianças da rede municipal de ensino e os parceiros do projeto “Aquário com o Sansão”, alusivo ao mês de conscientização do autismo, reunidos em frente ao Sansão Gigante. Abaixo tem uma galeria de fotos que mostra outros momentos da visita.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Justiça reconhece avanços da Prefeitura e mantém contas sem bloqueio de R$ 15 milhões

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A atuação da Procuradoria Geral do Município garantiu uma decisão favorável à Prefeitura de Cuiabá e evitou o bloqueio de R$ 15 milhões das contas municipais, medida que seria prejudicial ao planejamento e à execução das políticas públicas da administração. Em decisão proferida nesta terça-feira (4), pelo juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá, a Justiça reconheceu que o Município apresentou elementos que demonstram os esforços empreendidos na política de proteção e bem-estar animal e que, antes de qualquer medida de constrição de recursos públicos, é necessária a produção de novas provas.

“O Município sempre atuou com responsabilidade e transparência, demonstrando nos autos que vem cumprindo seu dever constitucional de promover a política pública de bem-estar animal, investindo na estruturação dos serviços, na manutenção do atendimento veterinário e na melhoria contínua das unidades. A decisão da Justiça prestigia esses esforços da administração municipal e reafirma que medidas tão severas quanto o bloqueio de recursos públicos exigem provas técnicas consistentes e respeito ao devido processo legal”, afirmou o procurador-geral do Município, Luiz Antônio.

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Ao analisar o pedido do Ministério Público, o magistrado observou que a própria vistoria realizada pelo Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam), em abril deste ano, registrou condições adequadas de limpeza, alimentação, manejo dos animais, disponibilidade de medicamentos e acompanhamento veterinário na unidade municipal.

A Procuradoria também apresentou documentos comprovando o funcionamento do Programa Reação Animal 24 Horas, a escala permanente de médicos veterinários, o atendimento prestado por clínicas credenciadas, as condições do abrigo municipal e a execução dos recursos do Fundo Municipal de Bem-Estar Animal (Funbea).

Embora o Ministério Público tenha reiterado o pedido de bloqueio dos recursos, alegando descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), o juiz entendeu que ainda existem controvérsias sobre os fatos mais recentes e que não há elementos técnicos suficientes para justificar, neste momento, a indisponibilidade dos R$ 15 milhões.

Na decisão, o magistrado destacou que eventual bloqueio de recursos públicos deve observar os princípios da proporcionalidade e da menor onerosidade, ressaltando que o pedido do Ministério Público foi apresentado de forma genérica, sem um plano detalhado sobre a destinação imediata do valor pretendido.

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Por isso, o juiz determinou que a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) encaminhem, em até dez dias, os relatórios, laudos, registros fotográficos e demais documentos produzidos durante as diligências realizadas no fim de julho.

Já o Ministério Público terá prazo de 15 dias para apresentar um plano emergencial detalhando como os R$ 15 milhões seriam aplicados caso o bloqueio venha a ser autorizado futuramente, indicando prioridades, estimativas de custos e mecanismos de fiscalização da utilização dos recursos.

Ao final, o magistrado encaminhou o processo ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Ambiental para tentativa de conciliação entre as partes, buscando uma solução consensual para o cumprimento das obrigações previstas no TAC.

Com isso, o pedido de bloqueio das contas da Prefeitura permanece indeferido neste momento e somente poderá ser reavaliado após a conclusão da instrução probatória e a análise dos novos elementos técnicos determinados pela Justiça.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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