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Mutirão do CadÚnico supera meta e realiza mais de 320 atendimentos em Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, promoveu o 1º Mutirão do CadÚnico da Regional Sul: Assistência Social em Ação, com mais de 320 atendimentos realizados, superando a meta inicial de 200 serviços. A ação aconteceu neste sábado (26), no CRAS Getúlio Vargas, localizado no Complexo da Policlínica do Coxipó.

A iniciativa garantiu acolhimento, orientação e acesso facilitado a serviços essenciais, com destaque para os 233 atendimentos ligados ao Cadastro Único (CadÚnico), dos quais 35 foram atualizações cadastrais, 16 novos cadastros, 18 emissões de espelho, nove consultas, 55 orientações ao público e 100 visitas domiciliares para famílias unipessoais, exigência legal para ingresso em programas de transferência de renda, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Também foram ofertados quatro atendimentos da Tarifa Social, com orientação sobre o acesso ao desconto na conta de energia; 57 atendimentos pela equipe da Casa Cuiabana, com encaminhamentos e suporte social; e 26 atendimentos realizados pela Secretaria Adjunta de Inclusão, com emissão de carteirinhas e orientações para pessoas com deficiência, fibromialgia e moradores de zonas rurais.

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Durante o evento, a equipe da Assistência Social também organizou visitas domiciliares, com nove entrevistadores em campo, cumprindo a legislação (Lei 15.077) que exige a comprovação da condição unipessoal para acesso a benefícios sociais.

O morador do bairro Tijucal, Paulo Apolônio da Silva, 69 anos, aproveitou a oportunidade para regularizar sua situação. “Eu vim renovar meu cadastro do NIS [Número de Identificação Social], que estava vencido desde junho. Agora vão fazer a visita na minha casa. Esse documento me ajuda muito, inclusive serve como prova de vida do INSS, para não precisar ir ao banco. É um excelente documento”, afirmou.

Adriana Sisti, que acompanhou a mãe, Carmem Silva Sisti, de 74 anos, também elogiou o atendimento. “Foi muito rápido e eficiente, algo que os idosos precisam. A estrutura está boa, o local é acessível e os servidores foram muito atenciosos”, relatou.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, Hélida Vilela, e os secretários adjuntos Paolla Reis, de Assistência Social, e Andrico Xavier, de Inclusão, acompanharam de perto toda a ação, que levou cidadania, inclusão e dignidade à população em situação de vulnerabilidade. Segundo Hélida Vilela, o mutirão facilita o atendimento à população, considerando que atualmente há cerca de 39 mil pessoas a serem visitadas.

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“Este mutirão é um reflexo do nosso compromisso em aproximar os serviços públicos das comunidades e garantir que ninguém fique para trás. Estamos trabalhando para atender o maior número possível de famílias, priorizando aquelas com cadastros vencidos ou excluídos”, afirmou a secretária.

Hélida também anunciou que outros mutirões estão previstos, com a próxima edição já programada para ocorrer na região Norte da cidade, em até 15 dias. “Hoje o mutirão aconteceu na região Sul, os serviços continuam sendo prestados no CRAS Getúlio Vargas. E, daqui a 15 dias, planejamos outro mutirão na região do CPA”, concluiu.

#PraCegoVer

A imagem registra o momento de atendimento durante o 1º Mutirão do CadÚnico, realizado no CRAS Getúlio Vargas, em Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Assistência Social leva conscientização sobre trabalho infantil à Feira do Osmar Cabral

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Uma equipe da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão realizou ação de conscientização sobre os prejuízos do trabalho infantil na Feira do bairro Osmar Cabral, em Cuiabá. A iniciativa integrou as atividades do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) e teve como foco orientar feirantes, consumidores e trabalhadores sobre os impactos da exploração do trabalho infantil e os canais disponíveis para denúncia, na noite de quinta feira (18).

Durante a mobilização, servidores distribuíram folders informativos, apresentaram banners educativos e conversaram com o público sobre os riscos que o trabalho precoce representa para o desenvolvimento de crianças e adolescentes. Entre os principais temas abordados estiveram a evasão escolar, os prejuízos físicos e emocionais, além da perpetuação de ciclos de vulnerabilidade social.

De acordo com a legislação brasileira, o trabalho é proibido para menores de 16 anos, exceto na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos, seguindo regras específicas de proteção. A ação destacou que o combate ao trabalho infantil não significa ser contra o trabalho, mas contra situações de exploração que comprometem direitos fundamentais, como educação, lazer, convivência familiar e desenvolvimento saudável.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, ressaltou a importância de ampliar o debate junto à população.

“O enfrentamento ao trabalho infantil passa pela informação e pela conscientização. Muitas vezes, práticas que parecem naturais acabam privando crianças de direitos essenciais, como estudar, brincar e se desenvolver plenamente. Nosso objetivo é fortalecer essa reflexão junto à comunidade e incentivar a proteção integral de crianças e adolescentes”, afirmou.

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A ação também abriu espaço para o diálogo com a população sobre um tema que costuma gerar diferentes opiniões. Entre os feirantes, houve consenso sobre a necessidade de combater situações de exploração, embora alguns tenham defendido a distinção entre o trabalho infantil e a participação eventual dos filhos nas atividades familiares.

O comerciante Mauro Neves Sobrinho, que atua há dez anos na feira, avaliou que é importante diferenciar a ajuda prestada pelos filhos aos pais de situações de exploração. Para ele, jornadas excessivas, esforços incompatíveis com a idade e atividades que afastam a criança da escola representam formas prejudiciais de trabalho infantil.

Entre os consumidores, muitos relataram desconhecimento sobre os canais de denúncia. A profissional de marketing Isabelle Aquino considerou importante a presença da equipe da assistência social na feira para ampliar o acesso à informação.

“Muitas pessoas acabam normalizando situações de trabalho infantil ou não sabem que elas precisam ser denunciadas. Essas ações ajudam a conscientizar e esclarecer a população”, afirmou.

O psicólogo Jonias Pereira Nunes da Mota destacou que a informação é uma das principais ferramentas de prevenção. Segundo ele, a presença dos órgãos públicos em espaços de grande circulação contribui para esclarecer dúvidas e aproximar a população das políticas de proteção à infância.

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Já o trabalhador Nilson Fonseca Ferreira avaliou que campanhas educativas ajudam a orientar a sociedade sobre onde buscar ajuda e como agir diante de casos de exploração infantil. Para ele, a infância deve ser dedicada ao estudo, às brincadeiras e ao desenvolvimento pessoal.

A organizadora da feira, Patrícia Albuquerque, observou que o cenário mudou ao longo dos anos. Segundo ela, situações de trabalho infantil eram mais comuns no passado, mas atualmente a prática tem se tornado menos frequente graças à conscientização da sociedade. Ainda assim, considera importante manter ações educativas e de orientação.

O material distribuído durante a mobilização reforçou que o trabalho infantil pode expor crianças e adolescentes à violência, acidentes, exploração sexual, abandono escolar e outras situações que comprometem seu futuro. O folder também destacou que atividades realizadas nas ruas, como vendas ambulantes, pedidos de esmola e apresentações em semáforos, estão entre as piores formas de trabalho infantil previstas pela legislação.

Ao levar a discussão para um dos espaços mais movimentados da comunidade, a ação buscou ampliar o conhecimento da população sobre o tema e fortalecer a rede de proteção à infância, incentivando a denúncia de situações de exploração e a garantia dos direitos de crianças e adolescentes.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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