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Operação de 3 dias elimina bolsões de lixo em Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá concentrará esforços nesta reta final do mês e no início de março na operação de limpeza para eliminar os bolsões de lixo espalhados em diferentes pontos da capital. A ação, coordenada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras, em conjunto com a Limpurb, visa reforçar a limpeza da cidade, melhorar a qualidade de vida da população e prevenir problemas de saúde pública, como a formação de criadouros de mosquitos. Os trabalhos começaram nesta sexta-feira (27) e seguem no sábado (28) e no domingo, 1º de março. Na semana passada, foram retiradas mais de 350 toneladas de lixo em outros dois bairros.

Nesta sexta-feira (27), os trabalhos acontecem na região do Contorno Leste e, na sequência, no bairro Santa Terezinha, áreas onde o acúmulo de entulhos e resíduos descartados de forma irregular tem sido reincidente. Nessas localidades, as equipes atuarão com maquinário pesado, caminhões e retroescavadeiras para a retirada de móveis velhos, restos de construção civil, galhadas e lixo doméstico depositado nas laterais das vias públicas, onde existem terrenos baldios em extensões sem ocupação.

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Além da remoção dos resíduos, a operação visa à conscientização dos cidadãos em geral, que insistem em descartar materiais inservíveis em locais impróprios. Na semana passada, a operação aconteceu nos bairros Altos do Coxipó, onde foram retiradas 238 toneladas de lixo, e no Brasil 21, com a retirada de outras 115 toneladas.

“Orientamos sobre o descarte correto de entulhos. Existem canais adequados disponibilizados pelo município para esse tipo de material. A iniciativa busca não apenas limpar os pontos críticos, mas também evitar que novas áreas se transformem em depósitos clandestinos de lixo”. explicou o diretor de Resíduos Sólidos da Limpurb, Anderson Matos.

O secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Reginaldo Teixeira, reforçou que a força-tarefa integra um conjunto de medidas permanentes voltadas à manutenção da cidade, especialmente neste período de maior incidência de chuvas, quando o lixo acumulado pode provocar entupimento de bueiros, alagamentos e proliferação de doenças. Ressaltou ainda que a colaboração da população é fundamental para o sucesso da ação e que o descarte irregular está sujeito às penalidades previstas em lei, caso haja flagrante da prática irregular.

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Após a conclusão dos trabalhos nessas duas regiões, a operação será estendida para outros bairros que também apresentam necessidade de intervenção, garantindo uma cidade mais limpa e segura para todos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Justiça reconhece avanços da Prefeitura e mantém contas sem bloqueio de R$ 15 milhões

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A atuação da Procuradoria Geral do Município garantiu uma decisão favorável à Prefeitura de Cuiabá e evitou o bloqueio de R$ 15 milhões das contas municipais, medida que seria prejudicial ao planejamento e à execução das políticas públicas da administração. Em decisão proferida nesta terça-feira (4), pelo juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá, a Justiça reconheceu que o Município apresentou elementos que demonstram os esforços empreendidos na política de proteção e bem-estar animal e que, antes de qualquer medida de constrição de recursos públicos, é necessária a produção de novas provas.

“O Município sempre atuou com responsabilidade e transparência, demonstrando nos autos que vem cumprindo seu dever constitucional de promover a política pública de bem-estar animal, investindo na estruturação dos serviços, na manutenção do atendimento veterinário e na melhoria contínua das unidades. A decisão da Justiça prestigia esses esforços da administração municipal e reafirma que medidas tão severas quanto o bloqueio de recursos públicos exigem provas técnicas consistentes e respeito ao devido processo legal”, afirmou o procurador-geral do Município, Luiz Antônio.

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Ao analisar o pedido do Ministério Público, o magistrado observou que a própria vistoria realizada pelo Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam), em abril deste ano, registrou condições adequadas de limpeza, alimentação, manejo dos animais, disponibilidade de medicamentos e acompanhamento veterinário na unidade municipal.

A Procuradoria também apresentou documentos comprovando o funcionamento do Programa Reação Animal 24 Horas, a escala permanente de médicos veterinários, o atendimento prestado por clínicas credenciadas, as condições do abrigo municipal e a execução dos recursos do Fundo Municipal de Bem-Estar Animal (Funbea).

Embora o Ministério Público tenha reiterado o pedido de bloqueio dos recursos, alegando descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), o juiz entendeu que ainda existem controvérsias sobre os fatos mais recentes e que não há elementos técnicos suficientes para justificar, neste momento, a indisponibilidade dos R$ 15 milhões.

Na decisão, o magistrado destacou que eventual bloqueio de recursos públicos deve observar os princípios da proporcionalidade e da menor onerosidade, ressaltando que o pedido do Ministério Público foi apresentado de forma genérica, sem um plano detalhado sobre a destinação imediata do valor pretendido.

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Por isso, o juiz determinou que a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) encaminhem, em até dez dias, os relatórios, laudos, registros fotográficos e demais documentos produzidos durante as diligências realizadas no fim de julho.

Já o Ministério Público terá prazo de 15 dias para apresentar um plano emergencial detalhando como os R$ 15 milhões seriam aplicados caso o bloqueio venha a ser autorizado futuramente, indicando prioridades, estimativas de custos e mecanismos de fiscalização da utilização dos recursos.

Ao final, o magistrado encaminhou o processo ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Ambiental para tentativa de conciliação entre as partes, buscando uma solução consensual para o cumprimento das obrigações previstas no TAC.

Com isso, o pedido de bloqueio das contas da Prefeitura permanece indeferido neste momento e somente poderá ser reavaliado após a conclusão da instrução probatória e a análise dos novos elementos técnicos determinados pela Justiça.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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