CUIABÁ

Prefeitura lança projeto “Uma Cuiabá sem Queimadas” com foco em prevenção, educação e ação integrada

Publicado em

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Defesa Civil Municipal, lançou neste domingo (29) o projeto “Uma Cuiabá sem Queimadas”, uma iniciativa que visa combater os incêndios ambientais no município de forma estratégica e integrada. A ação conta com o apoio do Corpo de Bombeiros e de diversas secretarias municipais, atuando em todos os ciclos de um plano eficiente: prevenção, preparação, operação e responsabilização.

O lançamento foi realizado na comunidade rural da Lagoa Azul, onde foram repassadas informações técnicas à população local, reforçando a importância da conscientização e do engajamento da sociedade no enfrentamento às queimadas.

“Estamos aqui repassando conhecimento técnico para que todos possam mudar a cultura. A participação da comunidade é fundamental. Não se trata apenas de uma atuação do poder público, mas de um esforço coletivo. Quando cada um entende seu papel, os resultados são muito mais efetivos”, destacou o secretário da Defesa Civil, coronel Alessandro Borges.

A ação teve caráter educativo e prático. O Corpo de Bombeiros esteve presente com demonstrações sobre o uso de equipamentos básicos no combate a focos de incêndio em áreas rurais. Os moradores acompanharam de perto como o fogo se propaga com rapidez e intensidade, mesmo em pequenos terrenos, e aprenderam formas seguras de conter as chamas de forma imediata.

Leia Também:  Prefeitura define espaço provisório para ambulantes no Centro de Cuiabá

Além da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros, o projeto mobiliza várias secretarias da administração municipal: Secretaria de Governo, articulando a participação da Defesa Civil; Secretaria Especial de Mobilização da Comunidade, atuando diretamente com os moradores; Secretaria de Ordem Pública, com ações de fiscalização de terrenos urbanos; Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), responsável pela limpeza dos bolsões de lixo; Secretaria de Meio Ambiente, cuidando das áreas de preservação ambiental; Secretaria Municipal de Saúde, com estratégias específicas para cuidar da população afetada pela fumaça e seca; e Secretaria de Infraestrutura e Obras, com intervenções estruturantes em áreas vulneráveis.

“O nosso objetivo maior é garantir qualidade de vida. Preservar o meio ambiente é também cuidar da saúde das pessoas, especialmente de crianças e idosos, que são mais vulneráveis aos efeitos da fumaça. É um tema transversal, que exige a união de esforços de todo o município”, enfatizou coronel Alessandro.

Com essa abordagem integrada, a Prefeitura de Cuiabá reforça seu compromisso com a sustentabilidade, a saúde pública e o fortalecimento da cultura de prevenção, levando informação e capacitação às comunidades mais afetadas durante o período de estiagem.

Leia Também:  Operação Cata-treco percorre 22 bairros de Cuiabá nesta semana

“Essa ação é muito importante para trazer conscientização. As queimadas estão prestes a começar, e tanto quem mora na comunidade quanto quem vem de fora precisa entender os riscos. É fundamental mostrar as consequências para a saúde e também os prejuízos materiais. Imagine o fogo atingir uma casa e se espalhar rapidamente. Precisamos ter responsabilidade e consciência. Por isso, iniciativas como essa fazem toda a diferença”, afirmou Marcos Barbosa, morador da comunidade Lagoa Azul.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Advertisement

CUIABÁ

Segunda instância mantém decisão e nega pedido do MP para bloquear R$ 15 milhões de Cuiabá

Published

on

A Justiça de Mato Grosso manteve, em segunda instância, o entendimento da Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá e negou o pedido do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) para o bloqueio imediato de R$ 15 milhões das contas do Município. A decisão, assinada nesta segunda-feira (10), reconhece que não estão presentes, neste momento, os requisitos necessários para a adoção da medida e reforça a necessidade de complementação das provas sobre as políticas de proteção e bem-estar animal.

O posicionamento do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) ocorre após decisão de primeira instância que já havia rejeitado o bloqueio dos recursos e determinado a realização de novas diligências técnicas. Com isso, a segunda instância reitera a avaliação de que a Prefeitura de Cuiabá vem apresentando avanços e ações concretas na estruturação dos serviços destinados aos animais, não havendo, neste momento, elementos suficientes para justificar uma medida de tamanha gravidade contra os cofres públicos.

Na decisão de primeiro grau, o juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da Vara Especializada do Meio Ambiente, destacou que o Município apresentou documentos que demonstram os esforços empreendidos na política de proteção e bem-estar animal. Entre os elementos considerados estão o funcionamento do Programa Reação Animal 24 Horas, a escala permanente de médicos veterinários, o atendimento realizado por clínicas credenciadas, as condições do abrigo municipal e a execução dos recursos do Fundo Municipal de Bem-Estar Animal (Funbea).

Leia Também:  Operação Cata-treco percorre 22 bairros de Cuiabá nesta semana

O magistrado também levou em consideração uma vistoria realizada pelo Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam), em abril, que registrou condições adequadas de limpeza, alimentação, manejo dos animais, disponibilidade de medicamentos e acompanhamento veterinário na unidade municipal.

Mesmo diante da argumentação apresentada pelo Ministério Público, a Justiça entendeu que ainda existem pontos que precisam ser esclarecidos por meio de provas técnicas antes de uma eventual indisponibilidade dos R$ 15 milhões. Por isso, foram solicitados à Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) relatórios, laudos, registros fotográficos e outros documentos produzidos durante as diligências realizadas no fim de julho.

Ao analisar o recurso do MP, a segunda instância reconheceu a plausibilidade das razões apresentadas pelo órgão, mas considerou que não ficou demonstrado o risco necessário para uma decisão imediata. A decisão afirma: “Nesse contexto, a despeito da plausibilidade jurídica das razões recursais, não se evidencia, por ora, perigo de dano grave, de difícil ou impossível reparação que justifique o deferimento da medida antecipatória pleiteada.”

Leia Também:  Projeto que cria Câmara Mirim ganha apoio parlamentar

O entendimento mantém, portanto, a decisão de primeiro grau e permite que o processo prossiga com a produção das provas determinadas pela Justiça. O Ministério Público também deverá apresentar um plano emergencial detalhando a eventual aplicação dos R$ 15 milhões, caso o bloqueio seja posteriormente autorizado.

A decisão de primeira instância ainda encaminhou o processo ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Ambiental, com o objetivo de buscar uma solução consensual entre as partes para o cumprimento das obrigações previstas no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA