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Prefeitura projeta retirar 30 toneladas de lixo do Morro da Luz

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O Morro da Luz, local histórico da capital, está sendo revitalizado por um grande mutirão de limpeza. A ação, iniciada nesta segunda-feira (17), é realizada pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb). No primeiro dia de trabalho, foram retiradas 10 toneladas de resíduos do local, encaminhados para o aterro sanitário. A expectativa é que, ao longo dos próximos dias, aproximadamente 30 toneladas de materiais sejam removidas, incluindo entulhos, vegetação e lixo descartado de forma irregular.

Além da limpeza, a operação contempla uma série de melhorias na área, como pintura de meio-fio, capinação, roçagem, varrição e manutenção da iluminação pública. Para garantir maior eficiência nos serviços, 30 funcionários estão mobilizados exclusivamente para a revitalização do espaço.

Outro foco do mutirão é a eliminação de bolsões de lixo e a remoção de materiais que possam acumular água parada, como pneus, plásticos e latas. Essa iniciativa contribui diretamente para o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika.

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“A gestão municipal tem trabalhado continuamente para manter a cidade limpa e organizada, e o Morro da Luz é um local histórico que merece atenção especial. Com essa ação, além de melhorar a estética do espaço, estamos garantindo mais segurança e qualidade de vida para a população”, destacou o diretor-geral da Limpurb, Reginaldo Teixeira

A operação conta ainda com o apoio de caminhões cata-treco, utilizados para recolher e destinar corretamente os resíduos descartados pela população.

#PraCegoVer
Na imagem, profissionais da Limpurb realizam a capinagem da vegetação no Morro da Luz. No canto esquerdo, uma placa marrom sinaliza que o local é um ponto turístico de Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura remove edificações desocupadas em área de nascentes após recomendações do Ministério Público

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A Prefeitura de Cuiabá realizou, na manhã desta quinta-feira (27), uma nova ação de fiscalização e remoção de edificações irregulares no Loteamento Residencial Ilza Terezinha Picoli Pagot e entorno. A atuação ocorre em cumprimento a recomendações e notificações do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), que orientam o poder público a exercer seu papel constitucional e legal na proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da segurança da população.

Durante a operação, realizada de forma coordenada pela Secretaria de Ordem Pública, com apoio da Polícia Militar e demais órgãos envolvidos, cerca de oito edificações desocupadas foram demolidas. As estruturas eram de alvenaria, muros e obras ainda em construção. Conforme levantamento realizado pelos órgãos municipais, não havia moradores nos imóveis no momento da intervenção. Nenhuma família foi retirada de residência habitada.

A área possui nascentes e características de área úmida, com presença de minas d’água, além de solo arenoso e suscetível a processos erosivos e alagamentos. O local está inserido em área de preservação permanente (APP), que possui legislação específica e restritiva justamente para garantir a proteção dos recursos hídricos e das nascentes.

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Laudo elaborado pela Defesa Civil Municipal também classificou a região como de alto risco hidrológico. Segundo os estudos técnicos, as condições do terreno podem provocar erosões, alagamentos e comprometer a segurança de edificações instaladas no local. Por se tratar de área ambientalmente protegida e de risco, a ocupação também apresenta restrições para eventual regularização fundiária.

Ao comentar a atuação, o prefeito Abílio Brunini reforçou que o Município não apoia novas ocupações irregulares e que a Prefeitura está cumprindo determinações e orientações dos órgãos de controle e do sistema de Justiça. “Não invadam área pública, privada, área de proteção permanente, área de praça, qualquer equipamento público ou privado. Se invadir, infelizmente, teremos de agir para proteger o direito à propriedade e o bem público”, afirmou.

O prefeito também destacou que a fiscalização não tem como objetivo retirar famílias de imóveis habitados sem o devido atendimento. “Se tivesse alguma família dentro, ela teria o apoio”, afirmou, ao explicar que as estruturas demolidas durante a ação foram previamente verificadas e estavam desocupadas.

A Prefeitura ressalta que o combate às ocupações irregulares ocorre especialmente em áreas públicas, propriedades privadas e locais ambientalmente protegidos, em atendimento às recomendações e notificações do Ministério Público e às determinações judiciais. A legislação estabelece proteção especial para áreas de nascentes e APPs, restringindo intervenções que possam causar degradação ambiental.

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Nos casos em que houver famílias em situação de vulnerabilidade eventualmente afetadas por ações de desocupação, o Município prevê atendimento individualizado por meio do Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), com participação das secretarias de Assistência Social e Habitação e encaminhamento à rede de proteção social.

A medida reforça a atuação integrada do poder público para impedir novas ocupações em áreas ambientalmente protegidas e de risco, preservar as nascentes e garantir o cumprimento das normas ambientais, urbanísticas e das orientações dos órgãos de controle.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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