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Samantha Íris homenageia Irmã Nilda de Paula Souza e reconhece seu legado com a criação de comenda

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Assessoria da vereadora Samantha Íris 
A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, em votação única na sessão de quinta-feira (5), projeto de resolução que cria a Comenda Irmã Nilda de Paula Souza, honraria destinada a reconhecer mulheres de fé cristã que se destacam pela atuação filantrópica e comunitária no município. A proposta é de autoria da vereadora Samantha Íris (PL) e recebeu aprovação dos vereadores durante a sessão plenária.
De acordo com o texto aprovado, a comenda será concedida a mulheres que dedicam suas vidas ao atendimento às pessoas, à promoção da dignidade humana e ao serviço ao próximo, com atuação marcada por princípios éticos, morais e valores cristãos. A honraria busca reconhecer lideranças femininas que desenvolvem ações solidárias e de impacto social em Cuiabá.  
A justificativa do projeto destaca que a iniciativa também tem o objetivo de preservar e homenagear o legado de Irmã Nilda de Paula Souza, referência espiritual e social na capital mato-grossense. Nascida em 1929, em Uberaba (MG), ela chegou a Cuiabá em 1974 ao lado do pastor Sebastião Rodrigues de Souza e, ao longo de sua trajetória, dedicou-se ao cuidado com o próximo, apoiando iniciativas filantrópicas, ações comunitárias e o atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade.  
Segundo a autora, instituir a comenda “representa um reconhecimento oficial às pessoas que seguem esse mesmo caminho de solidariedade, serviço e compromisso com a comunidade, inspiradas pelo exemplo de vida da irmã Nilda”.   
Com a aprovação em plenário, a nova honraria passa a integrar o conjunto de distinções concedidas pelo Legislativo cuiabano para valorizar cidadãos e cidadãs que contribuem para o desenvolvimento humano da capital.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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