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Semob interditará pistas da Av. Miguel Sutil por quatro meses

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A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) interditará, a partir das 5h deste sábado (7), um trecho da Avenida Miguel Sutil, no sentido Rodoviária → Avenida Fernando Corrêa, para obras na cabeceira do viaduto da Miguel Sutil. A interdição ocorrerá em uma das duas pistas, tanto para o fluxo quanto para o contrafluxo. No caso, o bloqueio será total em uma das pistas e permanecerá por 60 dias. Agentes de trânsito da Semob estarão no local para orientar os motoristas.

Após a conclusão dessa etapa, a interdição passará para o sentido oposto (Avenida Fernando Corrêa → Rodoviária), também por um período de 60 dias.

Dessa forma, os motoristas deverão redobrar a atenção ao trafegar pela via nos próximos quatro meses, devido às obras em ambos os sentidos da avenida.

A orientação da Semob é que os condutores utilizem vias alternativas, especialmente aqueles que trafegam com frequência pela região.

A interdição é necessária para a execução da nova estrutura da passagem de nível na Rua Desembargador Trigo de Loureiro, que passa sob a Avenida Miguel Sutil. A passagem existente no local será completamente reconstruída.

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O bloqueio foi programado para o fim de semana, de modo a dar tempo para que os motoristas se adaptem às mudanças antes do aumento do fluxo durante a semana útil.

“Mais uma vez, pedimos a conscientização e colaboração dos motoristas. A obra tem prazo para ser concluída. É uma questão de paciência ou de buscar rotas alternativas até que a pista seja liberada. Isso ajuda a reduzir os impactos no trânsito”, alertou o diretor de Trânsito da Semob, Pedro César Gonçalves.

#PraCegoVer

A imagem mostra o trecho da Avenida Miguel Sutil que será interditado, com fluxo de veículos e sinalização viária.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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