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Sine Municipal oferta 553 vagas de emprego em Cuiabá; 363 oportunidades não exigem experiência

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Trabalho, disponibiliza 553 vagas de emprego pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine Municipal). Do total, 363 oportunidades não exigem experiência profissional, ampliando as chances para quem busca o primeiro emprego ou deseja ingressar em uma nova área de atuação.

Os interessados podem se candidatar em uma das unidades do Sine Municipal, localizadas no Coxipó e no Shopping Popular, apresentando RG, CPF, comprovante de residência e Carteira de Trabalho, física ou digital. Também é possível realizar o pré-cadastro e consultar as vagas pelo portal Emprega Brasil ou pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital.

Salários

Os salários variam conforme a função e a qualificação exigida. A maior remuneração é de R$ 6 mil para a vaga de Instrutor de Aprendizagem e Treinamento Industrial.

Outras funções com salários elevados são:

Operador de Guindaste: R$ 5.500;
Fresador CNC: R$ 5 mil;
Encarregado de Manutenção Mecânica e Mecânico Montador de Motores: R$ 4.500;
Analista Fiscal, Gerente de Frota, Inspetor de Manutenção Mecânica e Mecânico Eletricista de Automóveis: R$ 4 mil.
Vagas sem experiência

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Entre as 363 oportunidades que não exigem experiência, destacam-se:

Ajudante de Carga e Descarga de Mercadorias;
Auxiliar de Limpeza;
Auxiliar de Linha de Produção;
Leiturista, com 32 vagas;
Operador de Vendas, com 30 vagas.
Inclusão

O painel também oferece vagas exclusivas para pessoas com deficiência (PCD), entre elas:

Auxiliar de Expedição: 3 vagas;
Auxiliar de Limpeza: 2 vagas;
Auxiliar de Linha de Produção: 10 vagas;
Auxiliar Operacional de Logística: 8 vagas;
Promotor de Vendas: 2 vagas.
Benefícios

Grande parte das vagas oferece benefícios como plano de saúde e odontológico, vale alimentação, vale refeição, adicionais de insalubridade e periculosidade, além de programas de participação nos resultados.

Atendimento

A Secretaria Municipal de Trabalho funciona na Praça Rachid Jaudy, Avenida Isaac Póvoas, Centro Norte, das 8h às 17h.

Atendimento ao Trabalhador (Sine)
Telefone: (65) 3324-9480
WhatsApp: (65) 99251-7480
E-mail: [email protected]

Atendimento ao Empregador
Telefone: (65) 3324-9477
WhatsApp: (65) 99255-2450
E-mail: [email protected]

Atendimento MEI
Telefone: (65) 3324-9470
WhatsApp: (65) 99217-2903
E-mail: [email protected]

Programa Jovem Aprendiz Cuiabano e Estágio
Telefone: (65) 3324-9481
WhatsApp: (65) 99241-0935
E-mail: [email protected]

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Caravana do Trabalho
Telefone: (65) 3324-9479
WhatsApp: (65) 99294-8484
E-mail: [email protected]

Responsável: Renildo Soares de França, secretário adjunto municipal de Trabalho.

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Resumo dos números
553 vagas de emprego disponíveis.
363 vagas não exigem experiência.
Salário máximo: R$ 6.000.
32 vagas para Leiturista.
30 vagas para Operador de Vendas.
25 vagas exclusivas para PCD (3 de Auxiliar de Expedição, 2 de Auxiliar de Limpeza, 10 de Auxiliar de Linha de Produção, 8 de Auxiliar Operacional de Logística e 2 de Promotor de Vendas).

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Secretária explica na Câmara ação em área pública e reforça: não houve desocupação de casas

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A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Chiquito Palhares, esteve na Câmara de Cuiabá nesta terça-feira (1º) para prestar esclarecimentos sobre a ação realizada em áreas públicas e de preservação permanente no município. O convite para que a gestora fosse ao Legislativo partiu do vereador Demilson Nogueira, que solicitou explicações sobre a operação e a situação das famílias que vivem na região.

Durante a fala na tribuna, Juliana foi solícita aos questionamentos dos vereadores e reforçou que a Prefeitura não realizou a desocupação de casas onde havia moradores. Segundo ela, a ação teve como foco a demolição de estruturas irregulares que estavam desabitadas, com o objetivo de impedir a ampliação das ocupações em áreas públicas consideradas ambientalmente sensíveis e com risco à população.

“É importante deixar claro que não houve desocupação de casas com moradores. O que foi realizado foi a demolição de estruturas que não estavam habitadas, justamente para impedir que novas ocupações irregulares avançassem sobre uma área pública, de preservação permanente e que apresenta situação de risco”, explicou Juliana.

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A secretária também destacou que a atuação do Município ocorre dentro de um procedimento acompanhado pelo Ministério Público de Mato Grosso. Em dezembro de 2025, a 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural determinou a adoção de medidas para assegurar a desocupação das áreas públicas invadidas e a proteção ambiental da região.

A situação também passou a ser tratada pelo Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), responsável por coordenar ações em casos de maior complexidade. O comitê reúne diferentes áreas da administração para avaliar as medidas necessárias, incluindo aspectos ambientais, urbanísticos e sociais.

A Defesa Civil realizou vistoria no local e classificou a área como de grau de risco alto, considerando a presença de cursos d’água e nascentes, histórico de alagamentos, vulnerabilidade hidrológica e processos erosivos.

Juliana reforçou ainda que a Prefeitura adotou medidas para identificar a realidade das pessoas que vivem na região. A Secretaria de Assistência Social foi acionada para realizar levantamento socioeconômico dos ocupantes, garantindo que eventuais famílias em situação de vulnerabilidade sejam direcionadas para atendimento pelas políticas públicas municipais.

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“A orientação da gestão é que nenhuma família em situação de vulnerabilidade fique sem atendimento. A Prefeitura vai fazer o acolhimento e encaminhamento necessário pela área social. Ao mesmo tempo, precisamos cumprir nossa responsabilidade de proteger o patrimônio público, preservar as áreas ambientais e evitar que novas construções irregulares sejam feitas em locais de risco”, afirmou a secretária.

A Prefeitura também informou ao Ministério Público que ações anteriores já haviam resultado na demolição de edificações não ocupadas e no corte de ligações clandestinas de água e energia. A documentação registra ainda a reincidência de invasões e a retomada de construções após as intervenções, o que levou o Município a buscar uma atuação integrada por meio do CIGDAP.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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