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Vasco impõe 3 a 1 no Morumbis, deixa o Z4 e pressiona o São Paulo no Brasileirão

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Em uma noite inspirada do Vasco no Morumbis, o São Paulo foi derrotado por 3 a 1 nesta quinta-feira (13.06), em duelo válido pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. A terceira derrota consecutiva do São Paulo na competição gerou vaias da torcida são-paulina e acendeu o alerta no clube, que agora vê a zona de rebaixamento a apenas um ponto de distância. Rayan, Nuno Moreira e Vegetti foram os carrascos vascaínos, enquanto Ryan Francisco descontou para o Tricolor.

Com o revés, o time comandado por Luis Zubeldía estaciona nos 12 pontos e cai para a 14ª posição na tabela. Do outro lado, o Vasco, que não vencia há dois jogos, celebra o triunfo, chega aos 13 pontos, ultrapassa o próprio São Paulo e assume a 13ª colocação, respirando mais aliviado.

O Campeonato Brasileiro agora entra em uma pausa forçada devido à Copa do Mundo de Clubes da Fifa, que será disputada nos Estados Unidos entre 14 de junho e 13 de julho. O São Paulo só volta a campo no próximo mês para enfrentar o Flamengo, no Maracanã. Já o Vasco terá um clássico pela frente contra o Botafogo, no Nilton Santos. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ainda não definiu os detalhes de datas e horários para os jogos da 13ª rodada.

O Jogo

A partida começou com o São Paulo buscando o ataque. Logo aos três minutos, Léo Jardim, goleiro vascaíno, precisou fazer duas boas defesas em chutes de Luciano e Lucas Ferreira. No entanto, após um início promissor, o jogo esfriou por um período, com poucas chances para ambos os lados.

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Aos 25 minutos, o Vasco abriu o placar em sua primeira oportunidade clara. Paulo Henrique, com um toque de calcanhar no meio-campo, acionou Rayan, que avançou, deixou Enzo Díaz para trás e finalizou no canto, sem chances para Rafael. A equipe carioca ampliou a vantagem aos 38. Em jogada pela direita, Rayan tentou acionar Vegetti, a bola voltou para ele, que finalizou para defesa de Rafael. No rebote, Nuno Moreira pegou a sobra e mandou para o fundo das redes, levando o 2 a 0 para o intervalo e a insatisfação da torcida são-paulina. Por pouco, o Vasco não fez o terceiro, com Rafael salvando mais uma tentativa de Rayan.

No retorno para o segundo tempo, o técnico Luis Zubeldía promoveu três mudanças, incluindo a estreia de Dinenno, na tentativa de mudar o panorama do jogo. Bobadilla e Wendell também entraram em campo. Apesar de algumas boas chegadas, como um cruzamento perigoso de Lucas Ferreira e um bom giro de Bobadilla, o São Paulo teve dificuldades em levar perigo real ao gol de Léo Jardim.

O Vasco, por sua vez, manteve a pressão e ampliou o marcador aos 23 minutos. Em uma saída de bola errada de Rafael, a bola sobrou para Tchê Tchê, que ajeitou para Paulo Henrique. Este fez uma boa jogada individual, cruzou na área, e Vegetti, livre, desviou para fazer o terceiro gol vascaíno. Nos acréscimos, aos 47, o São Paulo conseguiu o gol de honra com Ryan Francisco, que chutou firme da entrada da área e fechou o placar em 3 a 1.

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O resultado representa um duro golpe para o São Paulo, que terá o período de paralisação para tentar ajustar a equipe e buscar uma recuperação no Campeonato Brasileiro.

FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO 1X3 VASCO

Local: Morumbis, em São Paulo (SP)
Data: 12/06/2025
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Rafael Rodrigo Klein (RS)
Assistentes: Nailton Junior de Sousa Oliveira (CE) e Michael Stanislau (RS)
VAR: Caio Max Augusto Vieira (GO)
Público: 20.332 torcedores
Renda: R$ 966.013,00
Cartões amarelos: Luciano, Arboleda e André Silva (São Paulo); João Victor e Hugo Moura (Vasco)
Gols: Ryan, aos 47 minutos do 2°T (São Paulo); Rayan, aos 25 minutos do 1°T, Nuno Moreira, aos 38 minutos do 1°T e Vegetti, aos 23 minutos do 2°T (Vasco)

SÃO PAULO: Rafael; Cédric (Sabino), Arboleda, Alan Franco e Enzo Díaz (Wendell); Pablo Maia (Bobadilla), Alisson, Lucas Ferreira, Luciano e Lucca (Dinenno); André Silva (Ryan). Técnico: Luis Zubeldía.

VASCO: Léo Jardim; Paulo Henrique (Puma Rodríguez), João Victor, Lucas Freitas e Lucas Piton; Tchê Tchê (Mateus Carvalho), Hugo Moura e Philippe Coutinho (Adson); Rayan, Vegetti (Alex Teixeira) e Nuno Moreira. Técnico: Fernando Diniz.

Fonte: Esportes

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Ancelotti projeta estreia do Brasil, exalta Marrocos e evita apontar favorito na Copa

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Às vésperas da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, Carlo Ancelotti tratou de temas centrais da preparação em entrevista coletiva. O técnico comentou a convocação de Ederson para o lugar de Wesley, analisou o momento de Neymar, falou sobre o equilíbrio entre as seleções candidatas ao título e reforçou a necessidade de atenção máxima diante de Marrocos, adversário deste sábado, às 19h (de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey.

Ancelotti explicou que a troca no elenco foi motivada pela lesão muscular de Wesley, que o tirou da competição antes mesmo da estreia. Segundo o treinador, a escolha por Ederson levou em conta o desenho do grupo e a necessidade de manter o equilíbrio entre os setores. Ele afirmou que não gosta de fazer cortes, mas considerou a decisão inevitável diante da gravidade da contusão.

Ao falar sobre Marrocos, semifinalista da última Copa do Mundo, o italiano adotou um tom de respeito e pediu uma atuação completa da equipe brasileira. Para ele, o adversário africano tem organização, qualidade e capacidade de criar problemas em qualquer momento da partida. Ancelotti também destacou o trabalho feito nas bolas paradas durante os treinos em Nova Jersey, ressaltando que o fundamento pode ser decisivo em um jogo de estreia.

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Questionado sobre o estilo de jogo que pretende implementar, o treinador afirmou que a posse de bola é importante, mas não deve ser vista como prioridade absoluta. Na avaliação dele, o mais relevante é o controle real da partida, com solidez tanto com a bola nos pés quanto sem ela. Ancelotti também reforçou a confiança no elenco, que considera preparado para enfrentar qualquer seleção do torneio.

O técnico ainda comentou a pressão natural de disputar uma Copa do Mundo e disse que a preocupação faz parte do trabalho de qualquer comandante. Para ele, esse tipo de tensão ajuda a manter o grupo em alerta e focado. Na reta final da coletiva, Ancelotti evitou cravar um favorito isolado ao título, mas apontou a Espanha entre as principais candidatas e classificou a competição como bastante equilibrada.

O Brasil estreia neste sábado contra Marrocos, pelo Grupo C, que também tem Haiti e Escócia. A Seleção tenta começar a caminhada no Mundial com vitória e dar o primeiro passo na busca pelo hexacampeonato.

Fonte: Esportes

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