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1º Feirão SER Família Habitação tem 1,5 mil imóveis disponíveis em 11 bairros de Cuiabá e Várzea Grande

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O 1º Feirão SER Família Habitação, que ocorre nesta sexta-feira (5.12) e sábado (6), no estacionamento do Shopping Pantanal, em Cuiabá, conta com 1,5 mil moradias disponíveis em 11 bairros da Capital e de Várzea Grande. O evento é uma oportunidade para que as famílias que sonham com o primeiro imóvel possam adquirir a moradia com subsídio de até R$ 25 mil do Governo de Mato Grosso.

As unidades habitacionais oferecidas para aquisição estão localizadas nos seguintes bairros de Cuiabá: Parque Atalaia, São Francisco, Parque Geórgia, Altos do Parque, Tropical Ville, São José, Parque Cuiabá e Pedra 90. Já em Várzea Grande, as casas ou apartamentos estão nos bairros Canelas, Costa Verde e Cristo Rei.

Idealizado pela primeira-dama, Virginia Mendes, o SER Família Habitação, na modalidade Entrada Facilitada, possibilita que as famílias tenham acesso a imóveis com alto padrão de qualidade e toda a infraestrutura urbana a partir de um subsídio aportado pelo Governo do Estado.

Os beneficiados podem receber até R$ 25 mil, sendo que o valor pode ser acrescido do subsídio do programa habitacional federal, o Minha Casa, Minha Vida, e também das vantagens de uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

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“Eu sei como é importante para uma família ter o imóvel próprio e fico muito emocionada sempre que há entregas. É por isso que sempre penso em formas de tornar o programa mais acessível”, afirma a primeira-dama.

Empreendimentos disponíveis

Um dos empreendimentos disponíveis é o condomínio de apartamentos Altos da Geórgia, que fica no Parque Geórgia, em Cuiabá. A área útil de cada unidade é de 51,81 metros quadrados. As obras já estão em andamento e a previsão de entrega é para 31 de março do ano que vem.

Além do Altos da Geórgia, Cuiabá tem imóveis no Residencial Chapada Atalaia, Alameda Cerrado, Residencial Siriema, Mirante do Norte, Parque das Flores, Vila dos Pássaros, Villaggio Lírios, Villaggio Orchídeas e Vila Nova. Na cidade vizinha, Várzea Grande, os empreendimentos disponíveis são os condomínios Canto das Mangueiras, Chapada das Mangueiras e Merit.

Os detalhes de cada uma das opções estão no site da MT Participações e Projetos (MT Par), www.mtpar.mt.gov.br, onde as famílias também podem fazer o cadastro no Sistema Habitacional de Mato Grosso (Sihab-MT), que é a porta de entrada para o Programa SER Família Habitação.

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O presidente da MT Par, Wener Santos, explica que uma das vantagens do programa é a possibilidade de escolha por parte do beneficiado.

“Temos empreendimentos em vários pontos da cidade e o cidadão pode escolher conforme a sua preferência e necessidade. Agora, é bom deixar claro que, independente do local de escolha, todos os imóveis possuem infraestrutura e ótima qualidade de construção. Tudo para que as pessoas tenham dignidade e segurança em sua nova casa”, assegura.

As empresas que estão com estandes no feirão são: MRV, Cumbres Brasil, Paiaguás, Mais Lar, Menin, WR Engenharia, Ecovita e Pacaembu. Além delas, há um espaço de atendimento da MT Par e da Caixa Econômica Federal (CEF).

SER Família Habitação

Atualmente, o programa já concedeu subsídio a mais de 15 mil famílias em Mato Grosso e está presente em 113 municípios. Ele é desenvolvido em parceria com os municípios, o Governo Federal e também a Caixa.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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