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“A concessão vai garantir rodovias com excelentes condições nos próximos anos”, afirma governador

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O governador Mauro Mendes afirmou que a concessão de quatro lotes de rodovias estaduais, leiloados nesta sexta-feira (14/3), vai “garantir rodovias com excelentes condições e manutenções nos próximos anos”.

A sessão ocorreu na B3, a bolsa de valores de São Paulo, e atingiu a marca de maior leilão de rodovias estaduais da história do país, com 1.308 quilômetros concedidos à iniciativa privada.

“Mato grosso terminou de forma muito brilhante e exitosa o leilão. Essas concessões nos dão a certeza de que nos próximos anos teremos rodovias com excelentes condições de trafegabilidade”, registrou.

Foram leiloados quatro lotes de rodovias, abrangendo trechos de Juara a Tapurah, de Nova Mutum a Campo Novo do Parecis, de Paranatinga a Canarana, e de Brasnorte a Castanheira. As concessões têm validade de 30 anos.

Com a concessão, o Estado passa a responsabilidade da manutenção dessas rodovias para a iniciativa privada, e com isso pode aplicar mais recursos na construção de novos asfaltos e recuperações de estradas.

“Sempre ouvimos pessoas elogiando algumas rodovias de São Paulo, mas todas elas estão sob concessão há muitos e muitos anos. Uma rodovia ruim, mal conservada, mal sinalizada, além de trazer prejuízos materiais, coloca em risco a vida das pessoas. Então o cidadão mato-grossense pode ter a certeza que nos próximos 30 anos nós teremos rodovias de excelente qualidade nesses trechos sob concessão”, ponderou o governador.

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Para Mauro Mendes, o sucesso do leilão comprova a credibilidade construída pelo Governo de Mato Grosso junto aos investidores e a confiança de que o estado tem grande potencial de crescimento.

“Apesar do momento de juros altos e de uma economia com algumas incertezas, a força do nosso Mato Grosso, da nossa economia e a credibilidade que nós estamos tendo levou a esse sucesso. Fizemos o maior leilão de infraestrutura em quilômetros rodados da história do país”, completou.

Também participaram do evento: o vice-governador Otaviano Pivetta; o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi; os deputados estaduais Nininho, Valmir Moretto e Diego Guimarães; os secretários de Estado Fábio Garcia (Casa Civil), Marcelo Oliveira (Infraestrutura) e Rogério Gallo (Fazenda); e o presidente da Ager, Luis Alberto Nespolo.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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