MATO GROSSO

Ação integrada combate pesca predatória no rio Cuiabá

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A Coordenadoria de Fiscalização de Fauna da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), em parceria com a Polícia Militar (PM), Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) e Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema), realizou diversas operações ao longo da última semana, com foco principal no rio Cuiabá. As ações de combate a pesca predatória e, de prevenção e conscientização envolveram os municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Santo Antônio de Leverger e Barão de Melgaço.

Operação conjunta de Sema, Dema e 10º Batalhão da Polícia Militar de Mato Grosso apreendeu, em Cuiabá, 254 unidades de pescado, totalizando 177 quilos de diversas espécies abrangendo pesca proibida e peixes fora da medida mínima permitida. Os infratores foram conduzidos a delegacia e multados em R$ 27,7 mil.

Foram apreendidos 16 dourados e 130 piraputangas que são espécies de captura proibida, além de 27 pacus, 2 barbados, 52 corimbatas abaixo da medida. A perícia técnica foi feita pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Na ação que ocorreu na sexta-feira (16.5) também foram apreendidos 1 canoa, 1 rede de pesca, 2 remos e 1 freezer. Os materiais foram inutilizados e o pescado e o freezer destinados por autoridade policial.

Outra grande operação desta semana ocorreu em Barão de Melgaço com a apreensão de 235 quilos de pescado, sendo 36 pintados e 2 cacharas e multas de R$ 31,5 mil. A ação já havia sido divulgada pela Sema, no Portal do Estado. Confira o link.

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Santo Antônio do Leverger

Operações em Santo Antônio de Leverger permitiram a soltura 113 peixes das espécies pacu, piraputanga e pacupeva que foram devolvidas ao rio. Na ação foram abordadas e vistoriadas 17 embarcações e diversos tablados.

Veja vídeos da soltura aqui: https://www.youtube.com/shorts/j0Xw-fs7xsc

https://www.youtube.com/shorts/4Fk9VSZB98s

Na comunidade Barranco Alto, no Município de Santo Antônio de Leverger, as equipes da Sema e 9º Batalhão de Polícia Militar realizaram 3 flagrantes em diferentes dias, em todos os condutores foram levados à Delegacia. Foram aprendidos no total 178 peixes e as multas somaram R$19,5 mil. As espécies apreendidas foram: 14 piraputangas, que são de espécie proibida, 31 pacus (23 fora da medida permitida), 127 pacupevas (48 fora da medida permitida), 5 piavuçus e 1 piau


Na região do Vale Verde, a equipe ambiental encontrou em um saco 8 pacus e 2 pacupevas, todos com sinais de captura por rede de emalhar e fora da medida permitida. Os peixes apreendidos foram doados à Casa de Apoio ao Idoso, no município.

Ações de orientação e conscientização da população local também foram realizadas com foco na legislação ambiental vigente no Estado de Mato Grosso, especialmente no que se refere à prática da pesca legal e ao uso de petrechos permitidos, durante patrulhamento terrestre. O trabalho educativo e preventivo aconteceu nas regiões do Praeirinho, Vale Verde, Engenho e Varginha com apoio do 24º Batalhão de Polícia Militar.


Cuiabá e Várzea Grande

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Na extensão do Rio Cuiabá na capital, a Sema, em parceria com o 24º Batalhão da Polícia Militar, em meio a patrulhamento fluvial realizou a soltura de 43 peixes, sendo 3 pacus e apreendeu, 7 redes de emalhar e 1 canoa.


Em Bonsucesso, no município de Várzea Grande, foram apreendidos 18 quilos de pescado, sendo: 2 Dourados (proibidos por lei), 15 Sardinhas, 4 Bagres, 24 Curimbatás e 3 Piavas. A equipe de fiscalização, formada por Sema e BPMPA, encaminhou infrator e pescado a delegacia, que foi multado em R$8,4 mil.


Regras da Pesca

Para o pescador profissional, é permitida a pesca, transporte e comercialização do pescado, com exceção das 12 espécies restritas previstas na lei. Já para o pescador amador, é permitido o pesque e solte, e a captura de dois quilos ou uma unidade de qualquer peso, respeitando as medidas mínimas estabelecidas em lei, desde que seja para consumo local e não esteja na lista de espécies proibidas. É proibido o transporte e comercialização do pescado por parte do pescador amador.

As espécies proibidas são cachara, caparari, dourado, jaú, matrinchã, pintado/surubin, piraíba, piraputanga, pirarara, pirarucu, trairão e tucunaré..

Denúncias

A pesca ilegal e outros crimes ambientais devem ser denunciados à Ouvidoria Setorial da Secretaria de Estado de Meio Ambiente pelo número (65) 98153-0255, ou pelo e-mail [email protected], pelo aplicativo MT Cidadão ou em uma das regionais da Sema.

*Com supervisão de Renata Prata

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 11 ordens judiciais para investigar sequestro e desaparecimento de jovem em Colíder

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (16.6), a Operação Caronte, para solucionar o sequestro e desaparecimento de Vitor Ursolino, de 23 anos, no município de Colíder.

O boletim de ocorrência do desaparecimento da vítima foi registrado na última quinta-feira (11.6). Até o momento, a vítima não foi localizada. A investigação da Delegacia da Polícia Civil de Colíder aponta o envolvimento de membros de uma facção criminosa.

Na operação, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão, expedidos pelo Plantão da Comarca de Colíder, após representações da autoridade policial. As ordens judiciais foram direcionadas a endereços de suspeitos ligados ao grupo criminoso.

A operação mobilizou equipes das Delegacias de Colíder, Alta Floresta e Nova Canaã do Norte, além da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core).

Durante o cumprimento de um dos mandados, o investigado Ilael Macedo da Silva, de 26 anos, reagiu à atuação policial. Ele estava com uma arma de fogo. Para garantir a própria segurança, os policiais reagiram e efetuaram disparos que atingiram o suspeito. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital Regional de Colíder, mas veio a morrer.

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As investigações prosseguem com foco na localização da vítima e na responsabilização de todos os envolvidos.

Operação Caronte

O nome da operação simboliza a gravidade da ação criminosa apurada, em que a vítima teria sido sequestrada por integrantes de facção criminosa e submetida ao chamado “tribunal do crime”, prática que representa uma espécie de sentença clandestina, imposta à margem do Estado e com evidente risco à vida da vítima.

A denominação “Caronte” faz referência ao personagem da mitologia grega, conhecido como o barqueiro responsável por conduzir as almas ao mundo dos mortos.

Fonte: Governo MT – MT

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