MATO GROSSO

Adolescente e homem são detidos com porções de maconha pela PM

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Policiais militares da Força Tática do 3º Comando Regional apreenderam, neste sábado (16.5), 32 porções de substância análoga à maconha e detiveram um adolescente, de 16 anos, além de prender um homem, de 25 anos, suspeitos de tráfico ilícito de drogas, em Sinop.

Os policiais realizavam patrulhamento pela Avenida Noêmia Dalmolin, nas proximidades do cruzamento com a Rua Jorge Amado, quando perceberam os indivíduos em atitude suspeita. Ao notarem a aproximação da viatura, eles tentaram fugir, mas foram detidos em seguida.

Um dos suspeitos foi abordado em frente a uma residência, enquanto o adolescente correu para dentro do imóvel e tentou se esconder em um cômodo utilizado como depósito.

Durante a abordagem, o menor informou aos policiais que havia dispensado uma porção de maconha ao perceber a presença da equipe. O entorpecente foi localizado próximo ao local onde os suspeitos iniciaram a fuga.

Nas buscas realizadas no imóvel, os militares encontraram uma nécessaire contendo 27 porções médias e uma porção grande de maconha, além de duas balanças de precisão utilizadas para o preparo e comercialização da droga.

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Questionado sobre o material apreendido, o adolescente afirmou que os entorpecentes pertenciam a outro suspeito, que não estava no local. Os policiais também realizaram buscas em outra residência apontada pelos suspeitos, onde encontraram mais porções de substância análoga à maconha armazenadas dentro de uma geladeira.

A dupla foi conduzida à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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