MATO GROSSO

Agenda colaborativa organizada pela Seciteci amplia conexões no ecossistema de inovação

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Conhecida como “Conecte-se”, a agenda de eventos da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) vem recebendo um expressivo aumento no número de acessos e eventos capturados desde o seu lançamento em abril de 2025.

O projeto iniciou com 47 eventos registrados no mês de abril. Já em junho, foram divulgados 253 eventos. O número de acessos à agenda também aumentou, indo de 477 no primeiro mês para 650 – um crescimento de 36,27%.

A iniciativa do projeto surgiu após o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, e o secretário adjunto Rodrigo Zanin perceberem a necessidade de uma divulgação mais efetiva de ações das diversas instituições e atores do ecossistema de ciência, tecnologia e inovação em Mato Grosso.

Os secretários alegam que existe uma comunidade muito ativa no segmento com grande produção de eventos como seminários, simpósios, congressos, encontros e outras atividades.

O gestor governamental e coordenador do projeto na Seciteci, Vinicius de Carvalho, explicou que hoje ainda há uma dispersão muito grande na realização dos eventos, pois cada instituição divulga suas atividades de forma separada.

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“O objetivo do Conecte-se é reunir em um único site a maior quantidade possível de eventos destas áreas para que eles possam ser devidamente divulgados”, afirma.

“A expectativa é que daqui alguns anos as pessoas possam ter a agenda Conecte-se como uma referência de onde encontrar informações sobre eventos da ciência, da tecnologia e inovação no Estado”, completa Vinicius.

Qualquer pessoa ou instituição pode informar seus eventos preenchendo um formulário online clicando aqui. A partir do preenchimento, a atividade será analisada e posteriormente publicada na agenda compartilhada.

O Conecte-se está disponível de forma gratuita e pública no site da Seciteci. Para conferir, acesse clicando aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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