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Alunos de Escola Estadual de Várzea Grande representam MT em campeonato nacional de robótica

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Alunos da Escola Estadual José Leite de Moraes, localizada em Várzea Grande, foram selecionados para participar do Campeonato Estadual de Robótica, entre 11 e 16 de março, em Brasília (DF).

A equipe Ze Tec, composta por estudantes de 12 a 15 anos, foi uma das 100 selecionadas em uma competição preliminar que reuniu mais de mil equipes de todo o Brasil.

O time, coordenado pelos técnicos Anderson Piffer e Célia Moura, vai levar para a competição o projeto Lava Cracas, no qual propõe solução para a descontinuidade das plataformas de petróleo. A equipe Ze Tec já conquistou prêmios em eventos estaduais.

A proposta pretende mostrar que é possível reutilizar essas estruturas para limpar embarcações de biocontaminantes, evitando o desperdício de recursos e melhorando a preservação ambiental dos oceanos.

“A equipe tem mostrado muita dedicação já que a etapa nacional é uma grande oportunidade para aplicarem todo o conhecimento adquirido e, quem sabe, chegar ao cenário internacional”, apontou Anderson.

Já Célia Moura destacou que o projeto busca não apenas a inovação tecnológica, mas também a responsabilidade ambiental. “Estamos trabalhando para transformar algo que seria um desperdício em uma solução que pode impactar positivamente os oceanos e, consequentemente, a vida marinha”, completou.

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A estudante do 7º ano, Giovana Luisa, de 12 anos, apontou que a expectativa é alta para o campeonato. “A robótica educacional me ensinou muito sobre como trabalhar em grupo e a importância de ser criativa. Estamos prontos para mostrar o que sabemos”, disse.

A aluna Mailey Eugênio, também de 12 anos e do 7º ano, disse que ficou feliz por poder representar a escola. “É legal ver como podemos ajudar na preservação do meio ambiente usando tecnologia. Vamos dar o nosso melhor”, disse.

“Estamos nos preparando para dar o nosso melhor em Brasília e para trazer para Mato Grosso um dos troféus do evento”, afirmou a estudante Pietra Helena, de 15 anos, do 1º ano do Ensino Médio.

Fonte: Governo MT – MT

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“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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