MATO GROSSO

Atletas profissionais testam pistas do Skate Park antes de competição oficial

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As pistas de skate do Parque Novo Mato Grosso foram testadas por atletas profissionais como preparativo para a final do Campeonato Brasileiro, que será realizada entre os dias 19 e 22 de dezembro no local. Uma das estrelas esportivas presentes foi o skatista Lucas Xaparral, que acumula dezenas de títulos nacionais e internacionais, como Melhor Skatista Pro, Skatista do Ano e Campeão do X-Games.

“Consegui andar em tudo, principalmente na pista de street, que é a minha especialidade. A pista está perfeita. É muito bom andar em um espaço bem liso e com proporções excelentes. O mais legal é que a área é muito grande. Esta foi a maior pista em que já estive na vida. Quando tudo estiver pronto, acho que vai ser o sonho de muitos skatistas andar aqui”, declarou Xaparral.

O Skate Park é um dos atrativos do Parque Novo Mato Grosso, que está sendo construído pelo Governo de Mato Grosso, por meio da MT Participações e Projetos (MT Par), para ser o maior parque multieventos da América Latina.

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Para o presidente da MT Par, Wener Santos, o espaço trará avanços para o esporte, que tem um perfil democrático, tanto em relação aos recursos necessários para a prática quanto à idade e ao gênero dos praticantes.

“Queremos que o parque seja um local para toda a família e o Skate Park demonstra bem esse princípio. A construção foi pensada para que todos possam utilizar o espaço e também prestigiar eventos de grande proporção. Um lugar que reunirá desde crianças, até os aspirantes a skatistas e atletas profissionais”, explica.

Foto aérea o Skate Park do Parque Novo Mato Grosso, localizado em Cuiabá, na saída para Chapada dos Guimarães. Foto: Dan Lima/ MT Par

O Skate Park do Parque Novo Mato Grosso será o maior da América Latina, e sua construção contemplará pessoas em diferentes estágios de aprendizado ou que busquem apenas o lazer.

O CEO da Overall Engenharia, Raphael Humberto, explicou que os equipamentos atenderão iniciantes, praticantes do simulador de surf e também modalidades voltadas ao skate olímpico.

“A construção vai ajudar a fomentar o esporte em Cuiabá. Será uma ótima oportunidade para quem busca melhorar ou apenas aprender”, afirmou.

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Para o presidente da Federação Mato-grossense de Skate, Bob Peron, a estrutura já é um sucesso e tem atraído visitantes de outros Estados.

“A estrutura chama atenção e muitos estados querem investir em espaços parecidos. Mato Grosso está incentivando investimentos em outros pontos do país, o que fortalece o esporte”, declarou.

Os testes não foram abertos ao público.

Campeonato Brasileiro – Cerca de 150 atletas profissionais de skate estarão em Cuiabá entre os dias 19 e 22 de dezembro para disputar a final do Campeonato Brasileiro da modalidade, que será realizada no Parque Novo Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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