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Aula inaugural na Escola Estadual Adalgisa de Barros marca início do ano letivo da Rede Estadual

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) participou, na tarde desta segunda-feira (3.2), da aula inaugural na Escola Estadual Adalgisa de Barros, em Várzea Grande. A solenidade marcou o início do ano letivo de 2025 em todas as 627 escolas da Rede Estadual, que conta com mais de 310 mil alunos matriculados.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, destacou o papel fundamental da educação na formação de crianças e jovens.

“Hoje é um dia especial não apenas para vocês, alunos, mas para todos nós que acreditamos no poder transformador da educação. Que este ano seja repleto de aprendizado, desafios e conquistas. Aproveitam o máximo as oportunidades oferecidas pela escola pública”, afirmou o secretário.

Alan citou, entre algumas das oportunidades oferecidas em programas da Seduc, a plataforma do Mais Inglês e o Programa de Intercâmbio MT no Mundo, que irá levar um grupo de 100 estudantes para aperfeiçoarem a língua inglesa por um período de três semanas na Inglaterra.

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O secretário também destacou ainda o Pré-Enem Digital, material didático diferenciado, Chromebooks, Smart TVs nas salas de aula, robótica educacional, plataformas digitais, laboratórios e alimentação escolar de qualidade, além de kits materiais escolares e uniformes.

Valdelice de Oliveira Holanda, diretora da Escola Estadual Adalgisa, apontou que o corpo pedagógico está engajado em manter a motivação dos alunos a aprender. “O nosso ambiente escolar é um espaço de crescimento e inclusão e vocês precisam aproveitar essa oportunidade”, disse.

Atualmente, as 14 salas de aula da Escola Estadual Adalgisa de Barros atendem mais de 1.300 estudantes da região central da cidade e de outros 50 bairros.

A estudante Samia Vitória, 17 anos, do 3ª ano do ensino médio, destacou a expectativa para as aulas neste ano letivo de 2025 para tirar uma boa nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). “Estamos aqui para aprender e é isso que farei. Esse ano será decisivo na minha vida”, disse.

O aluno João Guilherme, de 17 anos, destacou que tem orgulho de ter construído sua formação na educação pública. “Tudo começa aqui, na escola e tenho muito orgulho de ter essa base para a faculdade na educação pública. Hoje é o nosso primeiro dia de aula de 2025, mas é também a continuidade de uma história que tenho com esta escola desde o início do ensino médio”, comentou.

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EE Adalgisa de Barros

Fundada em 1965, por seis décadas, a escola vem proporcionando oportunidades educacionais para jovens e adultos. O nome da escola homenageia a educadora Adalgisa Gomes de Barros, nascida em 2 de junho de 1886, na cidade de Rosário Oeste.

Fonte: Governo MT – MT

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Caso de sucesso apoiado pela Seaf e Programa REM MT reforçam potencial dos editais de R$ 18,6 milhões abertos em Mato Grosso

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O fortalecimento da cafeicultura tem transformado a realidade de produtores rurais da comunidade Sol Nascente, em Mato Grosso. Um dos exemplos é a história da agricultora familiar Ana Aparecida Bandini Rossi, presidente da Associação Comunitária do Sol Nascente, que reúne atualmente 67 famílias associadas.


Ao lado do esposo, Osvaldo Rossi, voluntário na associação, Ana vive no Sítio Jerusalém, onde a família retomou o cultivo do café após anos afastada da atividade. A associação, localizada na própria comunidade, recebeu recursos do Programa REM MT, que permitiram a reforma da agroindústria e a aquisição de equipamentos para processamento do café, fortalecendo toda a cadeia produtiva na comunidade.

“Na associação nós temos a agroindústria e trabalhamos toda a cadeia do café. Com o projeto aprovado pelo REM MT, conseguimos reformar um dos barracões, adquirir equipamentos para torrefação e beneficiamento e criar oportunidades para que os associados possam trabalhar desde a colheita, secagem e processamento até a embalagem e comercialização do produto”, destaca Ana.


Segundo ela, o apoio do Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf-MT), parceira do Programa REM MT, coordenado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), juntamente com a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e as secretarias municipais de agricultura, tem sido fundamental para o crescimento da atividade na região.

A comunidade tem uma relação histórica com a cafeicultura. Ana e a família chegaram à região em 1986, vindos do Paraná, atraídos pelo potencial da cultura. Com o passar dos anos, a produção perdeu força, mas voltou a ganhar espaço graças às novas tecnologias e variedades mais produtivas.

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“Na década de 80 tínhamos uma produção muito forte de café, depois ela declinou. Hoje estamos retomando porque acreditamos nessa proposta do Governo do Estado de trazer tecnologia para o campo. Os clones de café desenvolvidos e difundidos com apoio da Empaer produzem muito mais em uma área menor. Antes tínhamos uma área grande e colhíamos menos. Hoje produzimos mais em um espaço menor”, afirma.


O resultado desse trabalho pode ser visto na estrutura da associação. De acordo com Osvaldo Rossi, a antiga instalação deu lugar a uma agroindústria moderna e acessível aos produtores da comunidade.

“Antes aqui era um barracão antigo. Hoje temos uma estrutura adequada. Foram investidos cerca de R$ 1 milhão por meio do REM e toda a comunidade tem acesso à agroindústria”, ressalta.

O sucesso da Associação Comunitária do Sol Nascente é um exemplo dos resultados alcançados com os investimentos do Programa REM MT. Agora, novas organizações têm a oportunidade de acessar recursos por meio de dois editais que estão com inscrições abertas e somam R$ 18,6 milhões em investimentos. Os recursos serão destinados a projetos voltados ao fortalecimento da bioeconomia, da agricultura familiar, dos povos e comunidades tradicionais, da proteção ambiental, da geração de renda e da melhoria da qualidade de vida dos povos indígenas em Mato Grosso.

São R$ 10 milhões destinados ao Edital do Subprograma Agricultura Familiar e de Povos e Comunidades Tradicionais e R$ 8,6 milhões para o Edital do Subprograma Territórios Indígenas. As inscrições seguem até o dia 8 de julho e podem ser realizadas por organizações que atendam aos critérios previstos nos editais. A expectativa é ampliar iniciativas sustentáveis em todo o estado, fortalecendo organizações e comunidades que trabalham com produção sustentável, conservação ambiental e desenvolvimento local.

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– Edital Agricultura Familiar e PCTs (incluindo indígenas): https://fas-amazonia.org/editalremmtafpct2026/

– Edital Territórios Indígenas: https://fas-amazonia.org/editalremmtti2026/

Conheça o REM MT

O Programa REM MT é uma premiação dos governos da Alemanha e do Reino Unido ao Estado de Mato Grosso pelos resultados alcançados na redução do desmatamento.

Entre 2022 e 2025, o programa apoiou 155 projetos, beneficiando 131 organizações sociais, incluindo 104 associações e cooperativas, nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal. Os resultados incluem mais de 500 aldeias atendidas, 43 povos indígenas beneficiados, 108 municípios alcançados, mais de 44 mil pessoas atendidas e cerca de 160 mil hectares de desmatamento evitados no estado.

Os editais estão disponíveis no site da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), gestora financeira do Programa REM MT. O Programa é coordenado pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), e conta com a parceria da Seaf-MT, da Empaer e de diversas instituições que atuam no fortalecimento da agricultura familiar, da produção sustentável e do desenvolvimento das comunidades rurais mato-grossenses.

Fonte: Governo MT – MT

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