O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, na manhã desta terça-feira (28.1), uma vista ao Hospital Estadual Santa Casa, em Cuiabá, com o objetivo de levar momentos de alegria e conforto às crianças internadas na unidade.
A visita contou com a participação dos cães Rukia, Bela e Zeus, que são treinados para operações de salvamento, busca e regaste. Durante a atividade, os bombeiros promoveram interações com os cães, brincadeiras lúdicas e distribuíram brinquedos.
Para o tenente-coronel BM João Paulo Nunes de Queiroz, do Núcleo de Operações de Busca, Resgate e Salvamento com Cães (NOBRESC), iniciativas como essa reforçam a missão social da corporação.
“O Corpo de Bombeiros Militar possui como objetivo principal salvar vidas. As vidas não são salvas tão somente no atendimento diário das ocorrências, mas também através de ações sociais que possam trazer alegria, esperança e carinho as pessoas”, afirmou o tenente.
Ele ainda ressaltou o impacto positivo do contato com os cães de resgate. “Através cinotecnia, ou seja, da utilização dos cães treinados, podemos trazer felicidade aos olhos de crianças, pais e funcionários dos hospitais, além de levar brinquedos e uma palavra de força e fé àqueles que se encontram em fase de recuperação. Nossos cães são treinados para busca, salvamento e recreação”, expressou o tenente-coronel Queiroz.
A programação contou também com a presença de Fernanda Braga, uma das pessoas que se fantasiaram especialmente para interagir com as crianças, tornando o momento ainda mais especial.
“Foi um momento de amor, carinho e alegria para as crianças em tratamento no Hospital Santa Casa de Cuiabá. Ao longo dos anos em que realizo trabalho voluntário ali, pude ver muitos sorrisos, mas hoje foi diferente. O brilho nos olhos dos pequenos ao receber essa visita foi algo indescritível, uma verdadeira demonstração de felicidade e esperança”, explicou Fernanda.
A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações. A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades. De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso. O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos. Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou. Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.
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